Começam a faltar-me epítetos que não ultrapassem os limites da educação para classificar ‘gente’ como esta. Depois de afirmar que os salários devem ser reduzidos em Portugal, António Borges auferiu, em 2011, 225 mil euros livres de impostos. Ao que parece, os senhores do FMI que andam por aí a mandar os outros pagar impostos, estão isentos do pagamento de impostos. Este privilégio assiste aos que têm estatuto de funcionário de organização internacional. O mínimo que se lhe podia exgir era que calassem aquelas bocas e tivessem o mínimo de respeito por quem vive de uns ridículos euros e está reduzido a vidas miseráveis, também porque o Estado nos abafa com impostos e as assistências internacionais sufocam ironicamente quem alegadamente ajudam. Só não lhes chamo animais porque adoro bicharada e respeito-os infinitamente mais do que ‘coisas’ destas.
Por que não se calam?
cronicasnofeminino,

Ignóbil e desumano.
Isso mesmo. É bom falar do poleiro.
Este senhor disse também que o estado é mau gestor. Mas gostaria que ele viesse explicar o porquê do estado ser mau gestor somente em relação à grande maioria da população portuguesa. Sim, porque banqueiros e afins, construtores… beneficiam dessa má gestão e não os vi queixarem-se. Não percebo porque haja boa gestão fora do estado e má no estado. Também não percebo como há boa gestão em empresas a viver com subsídios do estado e se seja mau gestor a atribuir esses contratos. Não percebo como se é mau no estado e bom nas empresas subsídiadas pelos cidadãos. As obras feitas em Portugal dizem ser ruínosas para os portugueses, mas boas para os gestores privados. Qual o investimento de grande envergadura feito em Portugal (pontes, estradas, hospitais, empresas com capital do estado – EDP, PT, Galp, CGD, EPAL…), pago pelos portugueses, que não são, ou foram, cobiçadas pelos bons gestores privados? Porque será? Quais os gestores privados que estão a investir na economia real? Porque não os vejo senão a comprar títulos soberanos e aquilo que é carninha do lombo? Será que isto é investimento ou simplesmente aquisições oportunistas que não criam mais valias nem geram riqueza nacional? Porque será que esta crise gera pobreza às populações e os bons gestores dela se aproveitem para lançar mão às estruturas chaves das diferentes economias? Porque é tão fácil fazer boa gestão em empresas cujos serviços prestados são sempre aumentados e ninguém pode deixar de os consumir?
Por falar em empreendedorismo. Porque será que tantos bons gestores não empreendem na economia real e se exige aos que não têm meios que o sejam? Parece-me que anda por aqui uma ciência económico-financeira que me faz acreditar que não há boa gestão sem maus gestores.
Eu digo mais: Não sei porque não se constrói já o novo aeroporto e o TGV (de norte a sul do país). Com financiamento, risco totalmente privados (sem a participação do Estado nem do seu orçamento. As tarifas seriam calculadas óbviamente por forma a rentabilizar o investimento, o que é por demais justo para quem investe e arrisca. Porém, não haveria qualquer privilégio e teriam que competir com o que já existe: aeroportos, atuais linhas de comboio e de autocarros expresso. A opção final, essa seria sempre do cliente, que faria a sua escolha em função do serviço e do preço.
Não sei se deixei alguma dúvida no meu comentário, mas gostaria de esclarecer que nos casos que referi e defendo o Estado Português não poria nesses investimentos um cêntimo, nem garantiria lucros, etc. aliás, como acontece quando um qualquer cidadão decide abrir um café, uma lavandaria, oficina ou fazer outro qualquer investimento….
De Anónimo 04 /06/2012
Falar deste senhor é elevar a incompetência ao quadrado(saberá ele o que é o quadrado da sua incompetencia).É que ele deve ter frequentado o curso das novas oportunidades(antes do governo acabar com essa outra iluminária visão), a julgar pelas novas funções que o governo do seu calibre lhe atribuíu.Temos de acabar com este tipo de gestores e reformados como o senhor J.JARDIM GONÇALVES ,a bem deste País
Além deste Senhor, também Victor Constâncio, quando era Governador do BDP, sempre falou do mesmo: -moderação salarial,… mas do seu nunca se ouviu dizer nada, claro eles são dos que merecem o dinheiro que lhes pagam…metem-me nojo…
O Vítor Constâncio até foi premiado pelo belo trabalho de supervisão do BPN.
Se ainda me é permitido responder:…um trabalhador de uma qualquer empresa privada, quando faz coisas, tipo essas…. que esses senhores fazem…a resposta de um tal patrão é: RUAAA e possivelmente com um processo de lesa majestade e depois para novamente encontrar quem o aceite…..
Mas para esses senhores até quando os processos chegam a acusação, terminam em: -prescreveu o caso…
Não preciso de citar ninguém, pois não???
Tem toda a razão. Há que deixar passar o tempo para depois prescrever. Como já disse, mais depressa se tem um processo por roubar champôs no supermercado. Não que defenda essa atitude mas se querem que recuperemos credibilidade fora de portas comecemos por ser um país a sério, mas acima de tudo por nós. Merecemos um país a sério.
Estou de acordo, não devemos meter os animais nestas politiquices, esses pelo menos são raciocionais.
Raciocionais? De que raça são esses, anónimo?
Pois…mas os jogadores da bola ganham mais…
Concordo, é verdade que há jogadores de futebol a ganhar mais, mesmo muito mais, mas também há outros jodadores de futebol que nada recebem, ainda que das divisões principais.
De modo algum estou a defender a podridão que vai pelo futebol, em que o dinheiro é tudo para alguns, e que o futebol é quase nada, Então empresários de jogadores deveriam ser liquidados, digo mais, se um dia visse o CR7 e outros que tais a pedir esmola, a unica coisa que eu lhes dava era um emporrão para o abismo.
O caro Marcelino, sabe do que estamos a falar?!…- Estamosa falar dos ladrões que temo agovernar o nosso País, mas certamente isso passa ao lado, naturalmente e pelo sse comentário o Sr. anda distraido como Futebol.
Já agora o meu caro não terá uma pequena dor de cotovelo
por não sêr jogador da bola?…- Olhe faça como eu agarre-se à bonboca.
Errado, não percebeu nada do que escrevi , primeiro porque não estou com qualquer espécie de dor, depois o futebol para mim é mais uma modalidade do desporto, porque gosto de todas. O que escrevi foi, tão só, para fazer reflectir o Sr. , Pedro que não são só os jogadores de futebol que ganham balúrdios , que na realidade é um atentado, não só há pobreza, como a todos nós, que são os bodes expiatórios , mas todos aqueles que há largos anos nos andam a afundar tirando-nos aquilo que é nosso, esses tubarões não paguem por isso. Está mais que claro que fiquei muito irritado com a notícia que li no Correio da Manhã sobre o Sr. . António Borges, tal qual como a Sr.ª Leonor Barros o ficou.
Não pense que fiquei chateado com o seu comentário, Sr. . do projectvib “, a minha resposta foi só para esclarecer, pois, que por vezes, as palavras exacerbadas misturadas com as ideias, em certos momentos de irritação, traiem-nos .
Aplaudo o bom senso.
Ok, desculpe, mas fui da opinião que o seu comentario estava fora do contexto, é claro que eu concordo com o Marcelino no que concerne aos ganhos que os jogadores e dirigentes de futebol usufruem, mas sinceramente, não era a a hora para o referido comentário.
Ainda hoje saiu uma noticía, nas ultimas noticías do J.N. online, em que dá conta de que o governo Português, vai enviar um milhão de euros para a ajuda das forças Afegãs. É um caso sério, pois é dinheiro da nossa nação, que muitas familias Portuguesas estão a abrir mão, pese embora o facto de estarem a passar fome. Não é que se o meu caro fizer a leitura aos comentários, vai constatar os mais incriveis comentários sem nenhuma noção da realidade?!
Deixem os jogadores da bola fora disto, pois são vedetas, tal e qual como os artistas de cinema, musica, etc… ou seja, ser figura publica e trabalhar para milhões de pessoas que vêm os seus “concertos” dá muito dinheiro!
Nem que seja 1 Euro de cada espectador, dá milhões! À minha custa não é pois não gosto de futebol.
Pois, alguns jogadores ganham milhões e à volta deles anda uma quantidade de gente que também se aproveita bem dos dinheiros do futebol e só vai à bola quem quer, mas coloco duas questões: os clubes que pagam tanto aos “craques” e dirigentes têm as contribuições à Seg. Social e todos os impostos em dia? Os ordenados e todo o dinheiro desses clubes é declarado ao fisco, ou recebem milhões e pagam impostos sobre ordenados mínimos?
Acho um insulto que a selecção ‘gaste’ 33 mil euros por dia para ir ao Euro, muito mais que outras selecções europeias. Numa altura destas seria aconselhável mais contenção.
Vão roubar para outro pais como Angola que vão ver o que lhes acontece, cuidado com o pescoço…
Já agora, CLASSE POLÍTICA E SEUS SEGUIDORES, façam um favor a vocês mesmo, desapareçam do mapa, pois sem vocês o pais seria como um prado verdejante, bando de gatunos.
BOA ANÓNIMO! Em poucas palavras você disse tudo. Apetece-me dizer-lhe obrigado.
Apetece-lhe um prado verdejante? E depois quem tomaria conta do gado, assim à solta e sem pastor? Os heróis do mal ou as papoilas saltitantes?
Se Camões fosse vivo ele escreverei assim:
I
As sarnas de barões todos inchados
Eleitos pela plebe lusitana
Que agora se encontram instalados
Fazendo o que lhes dá na real gana
Nos seus poleiros bem engalanados,
Mais do que permite a decência humana,
Olvidam-se do quanto proclamaram
Em campanhas com que nos enganaram!
II
E também as jogadas habilidosas
Daqueles tais que foram dilatando
Contas bancárias ignominiosas,
Do Minho ao Algarve tudo devastando,
Guardam para si as coisas valiosas
Desprezam quem de fome vai chorando!
Gritando levarei, se tiver arte,
Esta falta de vergonha a toda a parte!
III
Falem da crise grega todo o ano!
E das aflições que à Europa deram;
Calem-se aqueles que por engano
Votaram no refugo que elegeram!
Que a mim mete-me nojo o peito ufano
De crápulas que só enriqueceram
Com a prática de trafulhice tanta
Que andarem à solta só me espanta.
IV
E vós, ninfas do Coura onde eu nado
Por quem sempre senti carinho ardente
Não me deixeis agora abandonado
E concedei engenho à minha mente,
De modo a que possa, convosco ao lado,
Desmascarar de forma eloquente
Aqueles que já têm no seu gene
A besta horrível do poder perene!
Luiz Vaz Sem Tostões
Não posso dizer que estes senhores que alimentem a crise, que depois de saciada vai poder descansar e deixar sossegados os que mais sofrem, tenham razão.
No entanto é bom que tenhamos estes comentários para poder analisar e adicionar mensagens ao nosso conhecimento.
Se todos cumpríssemos os nossos deveres fiscais e se todos respeitássemos os nossos outros contribuintes, provavelmente não estaríamos nesta situação que é grave e penosa.
Como podemos exigir de um governo que tem mais (segundo as estatísticas) de 60% da população que não paga impostos, porque aufere o salário mínimo e muito bem não paga impostos, que os sistemas de saúde, as escolas, etc sejam gratuitas ou quase.
Será que algum de nós é capaz de imaginar uma casa com quatro pessoas em que apenas uma trabalha e as outras estão isentos de trabalhar e pagar as despesas (comem, estudam e dormem gratuitamente) sem que haja dificuldades extremas?
Isto é o nosso governo, que eu não aprovo, mas que sou obrigado a dar o benefício da dúvida.
Se até finais de 2013 recuperarmos eu darei os meus parabéns a este governo, se não …
David Gomes
60% da população portuguesa não paga impostos?
Eu Imagino muitas coisas e, uma delas é que somos um país de imorais e ladrões, se houvesse honestidade não havia tanta miséria.Andamos nós os avós a dar de comer aos netos e pais, porque este país só tem quem nos roube. O que eu lamento é que agora não foi minguem que os pôs lá, foi tudo obra da Sra de Fátima, quando os senhores da politica fazem jantara-das lá estão os ignorantes a baterem palmas.
Alguém os lá pôs e não foram nada poucos, mas olhe que desta vez até a mim me enganaram, João. Não votei PSD, por princípio não voto PSD mas ainda assim achei que depois de Sócrates não nos fariam ‘isto’.
Não acredito nesta corja de políticos, quando estão na oposição não aceitam maiorias, fazem tudo para ir para o poleiro, em campanha é, um governo,uma maioria e um presidente.Como já cá ando desde o tempo do Salazar, já os topo, então não foram estes tipos que nasceram com o cavaquismo? então não foram estes tipos que bradavam aos céus que a crise era só em Portugal? e agora o que dizem? pois a crise é internacional, então estes políticos que só vão para lá para fazerem negócios para os amigos, o que se espera deles. Como foi que nasceram os do BPN e afins. Até temos um tal de frasquilho que no parlamento só fazia oposição ao governo, ia para as instituições internacionais dizia que Portugal estava bem governado. Foi-lhe dito na cara tal infame, respondeu que tinha que defender o seu emprego, onde? BES, são estes os nossos políticos, não obra do acaso que são todos da mesma área politica.
Aqui temos a maioria e está à vista no que tem dado, embora neste caso actual da TSU as vozes dissonantes se façam sentir de todos os quadrantes políticos. Há uma crise de líderes em Portugal, gente honesta que respeite os eleitores acima de interesses pessoais e de outra ordem.
É UMA AUTÊNTICA VERGONHA ANDAR GENTE DESTA ESPÉCIE POR AÍ E NINGUÉM OS POE NA CADEIA.
Claro que não. Há que ter amigos bem colocados e eles ‘andem’ aí, ai ‘andem’, ‘andem’…
Não se calam porque lhes pagam para falar:)
E que bem que lhes pagam 🙁
Todos deviam ser como eles.
Já não haveria dinheiro dos Estados para pagar Organisações Internacionais. Coisas perniciosas na maioria dos casos.
Leonor Barros, não me leve a mal, nem precisa de me responder mal, mas esta sua tirada fez-me lembrar uma outra do Louçã quando se dirigiu a Paulo Portas e disse que ele não podia falar de filhos e da IVG porque não era pai…
Não lhe levo a mal e não costumo responder mal a quem me trata com respeito, mas obviamente não concordo. Não concordo que alguém que ganha como ganha, não paga impostos, porque lhe é dada essa benesse, tudo bem, tenha a arrogância de exigir dos outros o que não faz.
O exemplo que dá não tem nada a ver. Louçã esteve muito mal aí evidentemente.
Leonor, vamos por partes:
1. O não pagamento de impostos por parte dos funcionários do FMI não é uma «benesse», constitui uma não obrigação intituída desde 1961 por todos os países membros do Fundo;
2. O sr. Borges não teve a «arrogância» de exigir nada. Emitiu a sua opinião como economista. A Leonor acha que pelo facto de não lhe ter sido exigido o pagamento de impostos no passado já não pode opinar de acordo com as suas convicções técnicas…?
3. O exemplo bizarro que lhe dei tem, de idêntica forma, a ver com a liberdade de expressão pela qual se rege a nossa Constituição. O sr. Borges não pagou impostos, não pode opinar sobre ordenados; Paulo Portas não é pai, não pode ter convicções políticas sobre a IVG?
Também não concordo com a diminuição generalizada dos salários, mas não me viro contra quem o defende só porque ganhou muito numa instituição que lhe concedeu isenção tributária. Quando muito, argumento o contrário e até peroro pela injustiça social que essa ideia acarreta. Pronto, era só isso.
Paulo, o ‘por que não se calam’ é evidentemente uma apropriação da expressão com que o Rei Juan Carlos respondeu ao Hugo Chavéz.
O meu ponto é que deve haver mais pudor naquilo que se exige dos outros quando as pessoas que opinam auferem o que auferem e estão livres da obrigação de pagar impostos. Obviamente, e digo isso no post, não foram eles que se auto impuseram essa lei que, obviamente considero absurda, o que está em causa é o que exigem dos outros quando estão sujeitos a outras condições diametralmente opostas. Tendo em conta o momento actual não acha que seria desejável mais pudor e mais respeito por quem está a passar tantos sacrifícios? Não acha que Lagarde esteve muito mal naquela intervenção?
Quanto ao resto, opinar podemos sempre. Não é preciso entender tudo de forma tão literal. É por isso que estamos aqui a conversar.
Quanto à sra. Lagarde (já tinha comentado no blogue da Helena), acho que ela esteve mal não por ganhar o que ganha, não por não pagar impostos, não por não ser verdade que na grécia quase 50% das pessoas não pagam impostos, mas porque como representante de uma das três instituições que assinaram o memorando de assistência financeira com a grécia, não ter exigido a retirada das regalias da Igreja, dos armadores e de outras classes que não contribuem pela sua quota-parte no esforço requerido da mesma forma que os outros 50% da sociedade que não conseguem fugir aos impostos.
Mas por acaso terei dito que o problema é ela ganhar o que ganha? A questão das quantias auferidas vinha a propósito de António Borges, esse é que acha que é uma urgência reduzir salários. Reduzir salários com a miséria que se ganha em Portugal e com as necessidades que as pessoas estão a passar? Vão viver de quê? Claro que quem ganha como ele não tem de fazer contas para pôr os filhos na escola, pagar-lhes o passe e comprar-lhes os livros. É fácil reduzir os salários dos outros. Será assim tão estranho? Lagarde usou um exemplo abjecto ao dizer que tem mais pena das crianças do Níger. Crianças são crianças e se estão numa situação de desprotecção todas elas deviam ser alvo da nossa preocupação. Falam de poleiro, os dois.
O problema está ou continua a estar na incapacidade de uma distribuição justa e equitativa da riqueza, o que tem como conseguência, as assimetrias de rendimento individual que verificamos e que se têm agravado nos últimos anos. Aliás o sistema alimenta-se disso, enquanto alguém persegue o sonho de ser rico e à medida que o vai conseguindo vai crescendo à sua volta uma mancha de pobreza e isto por que a renda nunca é infinita e por isso não chega para todos. E se uns ficam com mais (ou demasiado) vai faltar a outros. Será que não conseguimos um melhor sistema de organização social, com melhor distribuição da riqueza produzida, com mais bem estar e sem… pobreza?
Nada, rigorosamente nada tenho contra os ditos ‘ricos’ mas concordo em relação à equidade. Li algures que Portugal é dos países onde há mais assimetria salarial. O salário mínimo é vergonhoso e vergonhosos são os cortes em abonos que as famílias sofreram. Não sei como acham que se pode viver com um mínimo de dignidade.
Eu não ouvi as declarações de António Borges, mas penso que ele se referiu aos vencimentos exageradamente altos, e aí tem razão, eu concordo com ele, não devia haver salários mensais superiores a 5000 euros, será que uma pessoa não consegue viver com este rendimento?
Totalmente de acordo consigo.
Nao sei porque se espantam todos que só 50% dos gregos paguem impostos!
Em França também só 50% dos franceses pagam impostos sobre os salários pois têm salários muito próximos do salário mínimo e estão oficialmente isentos! (claro que pagam IVA e todos os outros impostos ‘indirectos’)
O problema se complica pois com a crise os salários baixam e cada vez mais pessoas estão isentas…
O 50% saiu de onde?
caro Paulo Abreu e Lima cara Leonor Barros, que os dois já estão pegados que está a vir á tona aquela quesilia tradicional já deu para perceber mas deixemos as quesilias e vamos aos factos,a Leonor expressou e a meu ver muito bem a sua opinião, nos( Estados Unidos) foram precisamente aqueles que mais ganham que pediram ao tesouro Norte Americano que lhes cobrasse mais impostos,(atitude louvavel)em Portugal os que mais ganham lutam e fazem birras institucionais e politicas para baixar o ordenado dos miseros 500€ que Zé ganha,eis aqui a diferença, concordo com a leonor, já o Paulo! parece-me, pelo que escreveu, ser mais um bota de elastico que não deve ver mais do que o proprio umbigo,concerteza que vive muito bem (talvês seja empresario) por isso não aceita muito bem que se diga certas verdades(elas incomodam)quanto ao teor do artigo Porque não se Calam, tenho uma unica expressão para todas as situações lá mencionadas e mais algumas que existem no dia a dia de Portugal e que estão a por o país na ruina, ACTIVEM O ANTIGO TARRAFAL ENVIEM-NOS TODOS PARA LÁ E METAM-OS NO PARQUE, A CHAMADA FRIGIDEIRA, só assim esta gente teria tempo de pensar no que estão a fazer ao povo Português, e ali poderem apreciar o sofrimento que causaram a tantos milhares de portugueses que por ali passaram, é obvio que possivelmente nenhum de vocês sabe do que estou a falar,apenas sabem se é que sabem pequenas historias que se contaram por alguns que quiseram evidenciar algum pretagonismo mas que nunca lutaram por nada na vida,o que falta a muito boa gente é passar tal como eu passei 4 anos da minha vida a sofrer por defender um pedaço de pão para o povo do meu País e mais grave defende-lo dos mesmos vilões que hoje voltam a tirar o pão da boca desse mesmo povo, meus caros não estou a querer ofender ninguem, se sentem ofendidos desde já pesso desculpa não é essa a minha intenção apenas chamar a atenção para que se dediquemos mais a causas nobres e deichemos de apoiar estes corruptos que existem em portugal para se encherem ás custas dos sacrificios pedido ao povo,como ultima nota faço uma pergunta?isto está tudo tão mau os politicos, empresarios e patrões todos se queixam quando é para pagar o que devem aos outros, mas assim que sai um automovel topo de gama vão logo a correr comprar assim como telemoveis, os pacotes de férias de Cancun, Riviera Francesa, Mónaco Etc.estão sempre esgotados, afinal isto está mau para quem? pronto é tudo.
Está mal para muita gente. Em Portugal há um quinto da população que vive abaixo do limiar da pobreza:http://tv1.rtp.pt/noticias/inde x.php?article=355966&tm=6&layout=121&visual=49
Se era assim em 2010 imagine-se agora.
Paulo, está a esquecer que a mesma pessoa é paga principescamente para assessorar o governo? Para além dos cargos detidos no privado, na Jerónimo Martins, por exemplo? Chutar a bola para “o exterior” como se isso eliminasse princípios mínimos de pudor e respeito pelos concidadãos não altera em nada a questão que a Leonor levantou.
Obviamente que o sr António Borges não explicou convenientemente o que quer dizer com reduzir salários e portanto está longe de ser uma opinião técnica, mas uma opinião política.
Obviamente que este benefício de isenção de impostos deve ser revisto, porque a sobretaxa aplicada em 2011 por exemplo também lhe deveria ser aplicada.
Adicionalmente, privatizar a REN é um escândalo porque num país pequeno sem um regulador forte a REN desempenha o papel mais forte que a ERSE e o valor dos dividendos para o Estado é muito inferior ao valor da venda.
Esta afirmação sobre salários visa continuar a amendrontar os portugueses e é uma afirmação política que omite a descida necessária nos subsídios ao sector da energia.
Adicionalmente, todo o Estado Social deve ser revisto porque quem tem menos de 50 anos não vai ter reforma e está a descontar, continua a existir acumulações de reformas e o modelo de isenções como a deste senhor obviamente que tem que ser revisto.
Ser cidadão de um País é não só usufruir de direitos, mas também de deveres.
Perde a moralidade e a ética quem assim não procede.
Aliàs é esta conduta burlesca (não pagamento de impostos) que está a levar à falência a Grécia. Não é a Sr.ª Merkel que acumulou um déficit e uma divida em Portugal astronómica.
São os pelintras dos políticos portugueses da última década que se servem do povo (no poder) e não servem o povo (quando no poder).
Totalmente de acordo com a última frase exceptuando a parte dos ‘pelintras’. Pelintras somos/estamos nós.
o FMI respirou de alivou qd se viu livre deste Borges – acharam-no imcompetente – vem ele agora “tratar” das privatizações” portuguesas…
Enquanto o POVO não acordar e perceber que tem de sair à rua com os foicinhos, garfilhas, cacadeiras (o que tiver à mão) e limpar o sebo a estes autênticos bandido,s este pais nunca mais sairá do buraco!
Sim, acho que o povo devia sair à rua mas não dessa maneira. Sou contra a violência. Violência só traz violência mas acho que devia haver manifestações apartidárias para mostrarmos o nosso descontentamento e desespero. Esta caixa de comentários prova-o muito bem.
Como pode haver gente capaz de defender gente sem o senso do ridículo, sem respeito pelos outros e sem o minimo de espirito solidário.
Por causa dessas situações aberrrantes e dessa classe parasita que não se vê ao espelho é que Portugal chegou onde chegou e a Europa caminha a passos largos para o abismo. Não podemos calar afrontas dessas. Essas que apenas vêem o seu próprio umbigo é que deviam emigrar e para bem longe. Queremos Portugueses de boa fé, esses é que fazem cá falta.
Como podem defender também me ultrapassa e como não entendem que é imoral que alguém que não paga impostos e ganha daquela maneira venha ‘propor’ a redução de salários, idem.
Pronto, já cá faltava alguém a bater no Louçã…
Até achei estranho não terem metido o Louçã ao barulho logo na primeira resposta!
Quer dizer, o homem nunca esteve no governo, o partido que representa tem uma sempre uma percentagem irrisória nas eleições mas mesmo assim há sempre alguém a bater no homem…
Era bem feito que diminuissem os ordenados para metade pois a MAIORIA do povo português ou vota sistematicamente na porcaria dos partidos que têm levado este país até à miséria em que nos encontramos ou então nem sequer vota, permitindo que os outros decidam por sí!!!
Passam a vida a queixar-se dos governos mas votam sempre nos mesmos e depois ainda falam do Louçã… Ahahahahah
Enfim, isto é mesmo um país de tristes…
caro Senhor, é pena que assim continue,… com tanto medo do comunismo… preferimos ser torturados por este bando de saqueadores….
Acho uma certa piada também ao medo do comunismo. Caramba, como dizem os anglófonos ‘get over it’!
Há uma regra de ouro para os proletários: ganhar tanto quanto haja alguém disposto a pagar!
O Borges consegue que lhe paguem muito bem. Parabéns!
Quem não consegue quem lhe pague, ainda que pouco, tem um problema a resolver.
Mas as ‘boas almas’, comovem-se com as diferenças, e até a vanguarda dos proletários não os querem muito diferenciados. Uma confusão!
Uma confusão, o seu comentário. Não percebi nada. Os proletários? Voltou o marxismo?
Proletário – pessoa que só tem seu salário para viver, isto é, a remuneração da sua força de trabalho.
Acho que percebeu!
Personagens como António Borges não vendem força de trabalho, vendem conhecimentos, contactos e posições. Não é honesta essa definição.
Ah bom, o jgMenos acha que o Borges é um proletário? Valham-me os deuses.
Note que não falei em latim!
E para vender isso, herdou? Ganhou na bolsa? Roubou? Foi a votos?
Ninguém quer ver que quem se dá ao TRABALHO de aprender, e de lutar para ganhar posições, e de se afirmar ao ponto de poder gerir contactos ( o que não é pouco trabalho), pode legitimamente anbicionar um retorno.
E isso é válido para todos os trabalhadores sem excepção.
Há uma outra regra, mas essa económica, pagar bem para haver circulação de dinheiro na economia. Algo que em Portugal começa a não haver.
Claro que não e ainda vai ser pior.
Não li ninguém dizer que o senhor ganha demais.
O que li foi que devia pagar impostos.
Penso que estamos de acordo que é um bom exemplo para o sentimento das desigualdades no tratamento fiscal dos contribuintes.
Exactamente. O salário dele só é importante tendo em conta as afirmações do dito.
Livre de impostos NÃO é isento de impostos!!!
Seja o que for. É um abuso.
Será que a remuneração que o Sr. Borges aufere lhe retira a capacidade ou legitimidade em opinar sobre o rumo que o país deve tomar? Não me ocorre quem se irá apressar em seguir tais recomendações?
Será que o Xico, o meu vizinho que vive há cinco anos à conta do Estado Social e apenas paga iva dos bens que adquire (tal como o Sr. Borges), tem mais legitimidade para vociferar atuardas que envolvem tiros de espingarda e de canhão, sobre o rumo que o país deve tomar?
A fulanização das notícias é um excelente entretenimento de uma certa casta que se mobiliza por valores tão nobres como a inveja. Somos um país de invejosos e mobilizamo-nos mais facilmente contra quem ganha mais do que nós do que em assumir mudanças de comportamento.
Já esclareci acima o que penso. Tanto defensores de António Borges…
E quem lhe disse que eu acho que o seu vizinho Xico tem mais legitimidade do que António Borges? Ver a vida a preto e branco e assumir logo determinado ponto de vista apenas porque se critica alguém que pelos vistos tem tantos advogados de defesa é um problema. Calma, é só a minha opinião. Não vale a pena tanto fervor.
Depois de voltar a ler o meu comentário, reparei que de facto entrei com os pés. É fácil e sabe bem entrar com os pés contra um nome escrito a preto e branco algures num blog. A Leonor merece uma vénia pelo esforço de responder a todos os comentários, mesmo aos pouco agradáveis. Não é ao acaso que faz parte deste blog.
Continuo a achar que a fulanização nos tira distância e frieza na avaliação das notícias, mas apesar disso vai daqui uma chapelada à Leonor.
Muito obrigada, Paulo. Esta nossa troca de opiniões é o que considero saudável num blogue e no resto da vida. Seria óptimo que fosse sempre assim. Discordar não tem de ser ofender e o facto de criticar uns não implica que estejamos obrigatoriamente a defender de forma subliminar algum partido. Detesto partidarite.
Bom resto de Domingo
O Xico e o Estado Social… Ora aqui está outro bom exemplo de como os portugueses falam muito mas exigem pouco de quem elegem para governar.
Toda a gente fala mal do cigano que vive do rendimento mínimo, não paga impostos e ainda trafica droga ou armas mas a verdade é que os governos têm-se sucedido e alternado entre PS e PSD (e aquele outro partido que vai sempre a reboque!) e nenhum deles faz nada para acabar com essa pouca vergonha do rendimento mínimo.
Por algum motivo que me escapa à compreensão, o povinho queixa-se dos problemas mas continua a votar sempre em quem não lhes resolve os problemas…
Depois ainda se admiram que vos queiram reduzir os ordenados!
Conta-se que num sqqueles encontros entre chefes de governo europeus, Olaf Palm ou Willie Brandt, não me lmebro qual, terá perguntado a Vasco Gonçalves “como vão as coisas em Portugal?”, ao que este respondeu: “Estamos a acabar com os ricos!”.
Comentário do autor da pergunta: “É curioso, nós estamos a tentar acabar com os pobres…”
Tenho a convicção de que Louçã e Jerónimo de Sousa seriam outro Vasco Gonçalves: acabavam com todos os ricos, incluindo aqueles que por terem inciativa e por serem empreendedoresm, criam empregos e pagam ordenados à esmagadora maioria da população.
Por isso, se mais razões não existissem, jamais os portugueses elegerão para governar gente daquele calibre. Podemos não gostar que tantos ricos se safem a roubar, mas sabemos que sem ricos não há economia que sobreviva.
Ó Miguel – Alenquer, essa do “acabar com os ricos” versus “acabar com os pobres” é uma anedota muito gira, que por acaso eu até já tinha ouvido, mas sinceramente já está um pouco gasta.
De certeza não queres que alguém leve isso a sério, pois não???
Se quiseres falar em acabar com as desigualdades eu já te levo mais a sério e nesse caso não precisas meter ao barulho nem os ricos e nem os pobres que, como deves saber muito bem, hão-de existir sempre, quer se goste ou não.
Eu não sei em que país vives tu, se calhar até vives no país do Sr Olaf (que a malta da direita tanto admira mas parece ser incapaz de nos proporcionar a qualidade de vida que eles têm) mas no meu, a malta anda cada vez mais espremida enquanto que os grande grupos económicos continuam a ter lucros obscenos.
Sim, vai lá pesquisar quais foram os lucros da EDP no ano passado (e já agora quanto vais pagar de aumento na conta da luz no próximo ano)…
Vai lá pesquisar quais foram os lucros da Mota Engil no primeiro trimestre deste ano…
Já agora aproveita e vê lá quem está à frente dessas empresas e que cargos políticos ocuparam no passado!
É só gente de “calibre”, deve ser por isso que as empresas são tão bem sucedidas!!!
É uma questão de fiscalização. Falha em muitos sectores da sociedade portuguesa. Em tempos idos, havia quem fosse levar e buscar o filhinho à escola em grandes carrões, ostentasse grandes vidas e declarasse o ordenado mínimo. Na escola pagavam a taxa mais baixa pela refeição das crianças. Neste caso são dois os problemas: gente que não tem vergonha e que anda descaradamente a roubar-nos a todos e ausência de fiscalização por parte do Estado e dos sucessivos governos.
Tem mais legitimidade. Sabe pq? chama-se vergonha na cara. Esse António Borges era ou é um dos directores do Goldman Sachs. Um dos tais bancos “beneméritos” que manda no mundo e nas finanças dos povos. E como diz a Leonor só não lhe chamo animal por respeito aos animais.
Concordo plenamente com o seu post. Falar de barriga cheia é fácil. Que o Estado lhe proponha cortar o valor das suas “consultadorias” para 1/4 e veremos então se ainda mantêm a mesma vontade em aconselhar o Estado. Que procurem no “le monde”, uma reportagem sobre esta personagem e talvez algumas coisas fiquem mais claras.
Exactamente. Comecem por dar o exemplo.
Não pagar impostos no país de origem e, por regra, de residência, constitui uma benesse garantida a todos os funcionários de uma organização internacional. Ao bom salário que refere e o não pagamento de impostos, acrescem as horas de viagem, a ausência da familia e dos amigos, a ausência de raízes… Nem sempre é fácil ser funcionário de uma organização internacional e falo por experiência própria….Não compreendo como uma vantagem associada à situação profissional pode retirar a alguem a capacidade/habilidade de comentar a situação económica de um país…
Sim, eu sei, já referi isso algures nos comentários e no post. Não é um problema apenas do FMI. São opções de vida, quando se abraça uma carreira assim devem ponderar-se os prós e os contras, como qualquer outra, certo?
Vamos ver se nos entendemos de uma vez por todas e vou-me repetir: eu não disse que não podiam comentar. Mandar os outros pagar impostos e dizer que os ordenados devem ser reduzidos quando se ganha como se ganha em Portugal e da forma como as pessoas estão desesperadas vindo de gente que nem sabe o que é pagar impostos e que ganha como ganha é capaz de não ser muito respeitoso, digo eu.
Leonor, tive o cuidado de ler os seus comentários e na verdade defende-se sempre dizendo que podem comentar a situação atual do país, mas não é respeitoso….então e como ficamos??
Na verdade, parece-me que considerações que são feitas relativamente aos salários auferidos por todos os outros, menos por nós, me faz lembrar aquela lógica do salário do jogador de futebol…
A política salarial que é atribuída a cada funcionário de uma OI está de acordo com critérios que nós enquanto cidadãos dos Estados-membros ratificámos. Parece-me absolutamente despropositado criar analogias recorrentes entre declarações destes funcionários com os seus próprios rendimentos. Entenda-me, eu não conheço o sr. António Borges e não estou a defendê-lo, mas parece-me coisa de invejosos…
Preocupa-me muito mais a possibilidade que ele esteja a este nível salarial e que seja do conhecimento geral nos bastidores que o seu papel enquanto líder de um fundo como o FMI tenha sido vergonhoso…..
A questão é ainda mais simples que isso. Estes senhores entendem que tudo se aplica aos outros, e que a sua (deles) situação é apenas uma gota no oceano; que não causa nenhuma desgraça. O problema da moral nunca está no que se prega, mas como se aplica.
Margarida, é claro que podem comentar a situação do país, vivemos em liberdade e democracia, é por isso que estamos aqui todos a conversar, mas acho uma falta de respeito declarar uma urgência a redução salarial quando se ganha pessimamente em Portugal, as pessoas com rendimentos baixos perderam subsídios que fariam a diferença na educação dos filhos e está tudo aflito para sobreviver: o povo porque paga impostos em excesso, as empresas idem, pelo que sei. Não lhe parece que alguém afirmar algo assim perante as pessoas que estão a passar mal é um abuso? Pois eu acho. Já disse por aí algures, desculpe-me mas são muitos os comentários, não é o ordenado dele em absoluto que está em causa, estou-me nas tintas para o que ele ganha, desde que não venha com estas tiradas. Como acha ele que as pessoas vão viver se lhes reduzirem os salários?
Sim, a questão que refere é pertinente, mas nada de novo. Constâncio não fez bem o seu trabalho e ainda teve bónus. Uma tristeza.
Não é verdade que seja garantido para todas as organizações internacionais.
Na Nato, que é uma organização internacional, não é assim, porque há pessoas a pagar os seus impostos no país de origem.
Acrescento que foram estes economistas bem pagos que nos levaram para onde estamos. São todos excelentes e bem pagos mas não conseguiram evitar a crise internacional. Deveriam esmo estar muito calados!
Olá 🙂 Obrigada pelo esclarecimento, Rosa. Na notícia que linko fala-se também dos funcionários das Nações Unidas.
Os economistas e outros que se andaram a governar ao longo destes anos todos.
Esse Sr. António Borges é mais um elemento do banco goldman sachs , dos espalhados na Europa, com o intuito de
acabar com a moeda europeia , e de tentarem acabar com o estado social europeu .
Devíamos fazer como os árabes!!! eliminá-los da terra porque cá não fazem falta! só que chulos são de todos os partidos! depois da política vem
os tachos e por tal ninguém devia votar para eleger estes filhos da p…………, eu já não voto!
Um amigo do ambiente.
Não votas porque és preguiçoso ! Eu não quero provocar, mas dizer que não voto é derrubar todas as afirmações que possas fazer aqui! Votar é usar a liberdade deixar de o fazer é confirmar as as más politicas feitas……
Mas devia votar. Abster-se é passar ao lado da situação do país, não que tenhamos muitas alternativas.
Estou totalmente de acordo com a Leonor.
Nào se pode exigir reduçào dos salàrios e ao mesmo tempo, pagar impostos , enquanto muitos senhores ganham milhoes e nào pagam impostos. Quer dizer: os pobres é que enriquecem os ricos…(mas isto jà se sabia! Vejam là, voltamos à Idade Média! Falta-nos é um Robin dos Bosque…).
E quanto aos economistas…jà se sabe que eles so esperavam por uma bela crise como a que estamos a passar para enriquecerem mais ainda!
Precisamente.
Na NATO cada um participa enquanto funcionário das forças armadas do país de origem. É uma situação que, nesse respeito, não tem nada de comparável ao FMI.
Enfim, uns sacrificados, ao pé dos quais um tal Francisco de Assis faria figura de frio e malvado egoísta. Até porque “funcionário de organização internacional” deve ser a única profissão em cujo desempenho são exigidos tão dolorosos sacrifícios! Tão tão qu’inté perturbante lágrima m’assoma ao olho! Com’é possível que se demande, sem pudor nem dó, a um desvalido ser humano, só d’osso e carne feito, qu’aceite tais titânicos labores?! Ó crua e desumana gente, que assi pede! Ó indómita comitiva de os que d’aberto peito aceitam!
Eu é que – ingénuo – pensava conhecer um ror de profissões, funções e missões que, exigindo sacrifícios bem maiores e, até, riscos – incluindo o da própria vida – que estes mártires não conhecem nem de longe, não são beneficiadas com tão elevadas remunerações nem tão caritativas benesses… Talvez porque quem as desempenha (bombeiros, polícias, socorristas, médicos e enfermeiros – e não só os de organizações de voluntários -, missionários – e não sou religioso… -, correspondentes de guerra e outros jornalistas, militares e tantos outros, menos óbvios ou “visíveis”) não faça parte da “elite” social a que estes sacrificadinhos acreditam pertencer?…
O resto não comento, porque, confesso, a minha devoção à hipocrisia global a que usa chamar-se “boa educação” é nula – vale o que valem as sociedades organizadas pelos homens e a sua história, mais triste que louvável -, mas já percebi que é cousa de monta para assaz frequentadores do blogue e eu estou por aqui só mui de passagem, porque calhou encalhar nesta excessiva tonteria e não consegui quedar-me assisadamente no conchego da indiferença. Pelo que não valerá a pena desassossegar tão bem pensante companhia…
Fez muito bem em nos vir visitar. Eu gosto de opiniões assertivas.
Plenamente de acordo em relação aos ‘sacrificados’.
Seria impróprio, de acordo com os meus princípios – e não com os da hipócrita “boa educação” que referi – não abrir uma excepção à breve passagem, parando um pouco para lhe agradecer o bom acolhimento. Até por saber que em todo o lado e circunstâncias há quem não se abandone à remansosa “corrente principal” e se dê ao (difícil) trabalho de pensar.
Muito obrigada, Paulo. É muito bem-vindo 🙂
Parece-me que tudo isto é um caso de extrema HIPOCRISIA! Direito a opinião toda a gente tem concerteza, o problema é que gente desta, quando opina, fá-lo com uma leviandade atroz, própria de quem não sabe do que fala, das dificuldades das pessoas, e não fazendo nada…repito, nada para alterar essa situação. Não queiram vender a conversa de ter uma profissão muito desgastante e fora da família etc porque isso é uma afronta para quem trabalha em condições piores e com vencimentos no limite de sobrevivência! E como esta gente não tem culpa de não pagar impostos se são eles os autores das leis que os tornam isentos!? Fico triste de ver que anda um punhado de gente a brincar ao monopólio, e ainda há peões que não se importam de participar no jogo…até quando?
E que sabem eles das dificuldades reais das pessoas? Essa é a questão.
Caro Sr. ou Cara Senhora;
Acha então que, “as horas de viagem, a ausência da familia e dos amigos, a ausência de raízes…” devem ser razão suficiente para não pagar impostos? Muito bem. Comparemos então a situação que descreve com a de um Português emigrante:
-Horas de viagens – por vezes dias só para passar uma semana ou 2 com a família e uma vez ao ano…
– Ausência da família e amigos – durante 95% do ano…
– Ausência de raízes -a situação é a mesma…
Mas paga impostos, e ainda envia o pouco que consegue amealhar para os “bem geridos” bancos portugueses, em vez de um qualquer banco numa off-shore que lhe permita não pagar mais qualquer coisa… O não pagamento de impostos é um factor de diferenciação, que é desajustado. E pode haver alguém que me diga ” Os que ganham o ordenado mínimo também estão isentos.” É verdade, e é também uma desigualdade, e está mal. Mas é causada por uma má avaliação do trabalho. Em Portugal a diferenciação do tipo de trabalho leva a estas desigualdades. Reparem que nos países desenvolvidos a diferença entre salários mais altos e mais baixos é muito menor que no nosso caso, referindo-me aos cargos da função publica (os privados são livres de pagar o que entenderem aos gestores e administradores). Isto torna-se gritante no caso de pagamentos de reformas. 4 anos de trabalho num cargo politico da direito a uma reforma maior do que 30 anos noutro trabalho? Em que cabeça pode esta medida parecer justa e igualitária?
Não seria mais sensato haver uma harmonização de salários e reformas? Não haveria uma maior receita fiscal, e uma segurança social estável e solida? Não seria o Sistema de Saúde mais sustentável?
E quantas outras pessoas não sofrem o mesmo, são colocadas fora de casa sem abonos extra e ninguém se importa com isso?
«A diminuição de salários não é uma política, é uma urgência, uma emergência». Quem poderá falar com mais probidade que António Borges? Na verdade, só uma pessoa que ganhou a enormidade que ele ganhou poderá chegar a tal conclusão. É curioso que Christine Lagarde criticou os gregos por fuga aos impostos. Quem poderá falar com mais probidade do que uma pessoa que aufere milhares de euros livres de impostos?
Se moral e justiça estão intrinsecamente ligadas, nos casos presentes só o estão pelo lado mais negro e negativo. Não há aqui qualquer laivo de justiça ou sequer de moralidade, quando se pretende exigir aos aos outros aquilo que sabemos que não nos tocará.
É injusto! É imoral!
Esse é o meu ponto. Nada disto seria assunto se ambos não viessem doutrinar o ‘povo’ mas praticando o oposto.
Assino por baixo o seu post.
Este Senhor, como muitos outros em Portugal, gostam imenso de opinar sobre questões que, sabem muito bem, NUNCA lhes hão-de tocar..Talvez pudesse dar um exemplo…e aceitar a redução dos seus múltiplos salários…e talvez devesse falar menos, como sugeriu esta noite o Prof. Marcelo Rebelo de Sousa. Receita que deveia aplicar-se a todos os outros muitos comentadores de “bancada” que por cá pululam.
Obrigado
Antonio borges devia presendir do ordenado +e uma vergonha para o pais ele ganhar esse ordenado e ainda por cima não padar impostos com tanta gente apassar fome ?
Deixe lá que o Marcelo também fala pouco fala…
O que eles deviam era dar um tiro na cabeça e fugir para a China!
Não falam menos porque se estão nas tintas para as pessoas e as suas necessidades reais.
Porque A Borges vive numa meio pequeno, todos conhecemos a sua vida.
É mais fácil acreditar num sound bite jornalístico do que na verdade.
não sou defenser de A Borges, mas devo aqui esclarecer o seguinte: A Borges está isento do pagamento de impostos referente à remenuração auferida no FMI, como os eurodeputados, os funcionários da UE, do FMI, etc.. Se toda a gente sabe isto, porquê ir pegar no assunto do a Borges que é igual ao de todos os outros?
Mas acontece que A Borge auferirá outras receitas em portugal, e aqui paga os impostos referentes a essas remunerações.
Mas mais, não quantos ainda criam empresas na área da agricultura, criam riqueza e postos de trabalho. a Borges terá a responsabilidade de cerca de uma centena de postos de trabalho, grande parte deles numa região depauperada e num sector onde muito pouca existe (agro-alimentar).
Porque não forma os outros que disseram que era urgente baixar os salários em Portugal, é simples.
As pessoas deviam pensar um pouco nas coisas antes de terem opiniões sobre elas. De entre quem fala contra o não-pagamento de impostos pelos funcionários do FMI &c, já alguem se perguntou *porque* existem impostos? Os impostos sobre rendimentos são um modo de os estados capturarem uma parte do valor do trabalho aos seus residentes. Só existem impostos porque existe sector privado e a possibilidade de se terem rendimentos públicos e privados. Se apenas houvesse rendimentos públicos, não faria sentido haver impostos – para quê o Estado pagar um valor e depois ir buscar uma parte do mesmo? Ora, o FMI é uma organização internacional num contexto onde não existe actividade privada. Seria completamente absurdo pagar uma remuneração X e reter parte da mesma como ‘imposto’. Imposto para entregar a quem? O dinheiro recebido do FMI apenas poderia legalmente ser pago como ‘imposto’ ao próprio FMI. Pelo que obviamente o que sucede é que o FMI paga aquilo que considera dever ser o salário líquido dos seus funcionários. Não se trata de uma ‘isenção’ ou de um ‘bónus’ ou um ‘privilégio’. Trata-se da lógica mais elementar. E não… as pessoas que trabalham nesses organismos não são um peso nos serviços sociais do país de residência, até na medida em que não costumam ter *um* país de residência, e mesmo que o tenham, todos e quaisquer outros rendimentos que tenham ao longo da vida pagam os impostos que forem devidos. Não se trata de defender este ou aquele, trata-se de pedir um mínimo de atenção nos temas discutidos.
Li o seu comentário. Retenho sobretudo a primeira parte, cuja releitura lhe aconselho vivamente: de facto, é fundamental pensar antes de opinar.
É mto frequente “passar” por aqui,e identifico-me c mto do q aqui se escreve,mas leio tb os comentários q ,se deveriam ser para troca de ideias são apenas a “cara” de Portugal(não)democrático em estamos literalmente afundados,mtas das vezes apenas sorrio pq nem vale a pena responder,são tão básicos q até mete “dó”,como é o caso do Exmo.Sr.Paulo Abreu e Lima,então a lei está instituida para aqueles SRS.não pagarem impostos desde 1961,então diga-me lá onde está na nossa constituição q podem tirar subsidios para os quais as pessoas fizeram descontes e ou trabalham ou trabalharam???’Qts atropelos neste momento se está fazendo à nossa Constituição????Pq será q quem não passa por determinadas situações(desemprego,doença,….)não consegue por um bocadinho se colocar no lugar do “OUTRO”,defender o indefensavel é cobardia e não saber viver com o conceito solidariedade ,nesta sociedade consumista e desanumanisada ,q futuro se esperará de quem passa estes conceitos para as gerações vindoras???Parabéns Leonor Barros precisamos de mta gente como você,para ver se conseguimos desviar-nos do abismo.
Obrigada, Fátima. Volte sempre 🙂
para mim o busílis do problema é apenas este: a sociedade está de tal maneira distorcida que os lucros são cada vez mais retirados aos “proletários”, como alguém chamou lá em cima, para serem atribuídos a algumas pessoas que conseguem estes cargos muitas vezes porque são egoístas, prepotentes, imorais e totalmente desprovidos de ética. Um cidadão com todas estas características não conseguiria movimentar-se no meio sem que a repulsa lhe atingisse constantemente o estômago, além de que seria imediatamente crucificada pelas restantes ovelhas negras do rebanho. como costumo dizer: cada vez mais se arranjam formas, esquemas e até leis para que se mantenham os salários mínimos de maneira a que se aumentem sempre e cada vez mais os salários máximos. é aqui que está o desequilíbrio, não se tratando apenas de uma pura questão de diferenciação pelo mérito, pela inteligência ou conhecimentos, pois essa barreira já foi transposta há long time ago.
Sim, também já comentei que a assimetria de salários em Portugal é das maiores da Europa. E não precisamos de estudos e sondagens, nós sabemos.
Gostei de ler a sua opinião sobre os salários gordos sem impostos que esses funcionários topo de gama de organizações internacionais recebem, independentemente da competência. Também li na comunicação social que um deles foi “dispensado” por não ter competência.
Carla Nóbrega
Seria o mesmo? 🙂
Leonor Barros, O senhor é o mesmo. Li na entrevista dada por Marc Roche à revista Visão de 24 a 30 de Maio de 2012, nas páginas 24 e 25. Se quiser ler e não conseguir a revista, posso digitalizar e enviar-lhe por mail. Carla Nóbrega
Muito obrigada pela atenção, Carla, estava a ser irónica :)) Se não encontrar, peço-lhe.
Faço minhas as palavras da Leonor Barros e acrescento que estes seres que de humanos não têm nada, deviam ter vergonha de existir. São uns espécimens sem nenhuma pinga de vergonha ou de humanidade. E não há quem lhes cale o bico???
Incomoda-me muito a falta de respeito pelas pessoas e no momento presente há quem devesse ser mais comedido, a começar pelos governantes.
Cara Leonor,
A economia talvez seja a disciplina mais científica das ciências sociais. Só que é mais social do que científica. Está, como Hicks disse, na fronteira entre a ciência e a história. É ciência porque recorre a métodos científicos ou quase científicos. É história porque os fenómenos que analisa, assentes em dados, são irrepetíveis e reportam-se ao passado. Isto para dizer que a capacidade prescritiva da economia é uma anedota, quando se compara com qualquer ciência natural, como a física ou a biologia.
O problema grave é que muitos dos economistas dizem o que dizem por disporem da posição de privilégio que dispõem. E o problema não é o de dizerem é o fazerem. Não há um enviesamento cognitivo de economistas como o António Borges por disporem de uma situação de privilégio?
A economia é um mistério para mim. Sou mulher de letras e palavras, Rui.
Tenho muita pequena que os cidadãos não percebam que esquema tenebroso está por trás das nossas vidas para as controlar, para nos roubar a liberdade, para nos subjugar, enfim, para nos escravizar.
Às vezes chego a pensar que nem estes Borges sabem bem ao serviço de quem estão e quais são os seus planos. Só sei que esta gentalha não tem valores de espécie alguma e apenas vê a sua carreira, o seu ordenado obsceno face às condições miseráveis de milhões de seres humanos. São pagos para serem os títeres ao serviço dum neonazismo imposto desta vez pela miséria dos povos que não pela força das armas. Que não se privam de usar quando houver que subjugar quem lhes descobre os fins e não se deixa submeter.
O que está a acontecer está planeado há mais de um século e a sua imposição já custou à humanidade mais de 200 milhões de mortos.
Leonor, deixe que lhe diga que concordo plenamente consigo, chamar animais a este tipo de gente seria um desrespeito por estes seres que eu respeito muito. eu diria que se parecem mais com vermes samesugas ” e Paulo , a questão não é a liberdade de expressão, mas sim o bom senso, a coerência e principalmente o respeito por quem faz um enorme sacrifício para manter esta gentinha. sinceramente não venha com tretas imoralistas e demagogas do neoliberalismo porque o que se passa na sociedade actual perante a crise diria eu de falta de vergonha na cara desta gente que parece ser a sua é simplesmente bárbaro e nojento. esta gente ganha milhões e ainda vem dizer barbaridades destas. tem razão Leonor . este tipo de indivíduos não tem o mínimo de moralismo de dizer o que diz. apesar de tudo o que me deixa mais feliz é que mesmo com todo o dinheiro que possuem acabarão como os mais pobres, sete palmos abaixo de terra.
Muito obrigada, Ricardo. É mesmo uma questão de bom senso e respeito. Se ele não tivesse dito o que disse o salário dele e o não pagamento de impostos nunca estaria em questão.
Porque será que o Sr. Antonio Borges não acerta,
uma que seja ? será pelo cargo que ocupa actualmente ou pelos que exerceu no passado,
é que milagres só mesmo em Fátima.
Sr.Paulo Sousa , se o sr. descontasse durante mais de 30 anos , pagasse todos os seus impostos a tempos e horas e ao ficar no desemprego lhe dessem uma mensalidade de 300 e poucos euros . Eu queria ver se o sr. falava assim ! O sr. é daquelas pessoas que não percebe nada da vida !…
Desculpe discordar. O problema não é só o facto de estarem sujeitos ou não a impostos. Ganharem o ganham, pequenas fortunas mensais, por vezes obscenas, é uma vergonha que eles não sentem porque não têm carácter. É preciso ter uma cara de pau para ganhar centenas de milhares de euros por mês dizer a alguém que ganha 485 euros que ganha muito. Infelizmente há muita gente que compreende estas situações, resta saber porquê.
Discordar de quê, Jorge? É isso que estou a dizer desde o início. Era pô-lo um mês a ordenado mínimo.
Discordar em que o problema é só o facto de estas remunerações estarem isentas de impostos. O facto de serem elevadíssimas também é uma falta de respeito para quem trabalha.
Este animal racional chamado de António Borges, se a tiver, deveria de pôr a mão na consciência, deixar de olhar para o seu umbigo e estar calado. Que falta de moral esta escumalha da sociadade tem. O que vale, é que morrem como os comuns mortais. Gente deste calibre devria de ser irradicada da sociadade, não tem moral nem bons exmplos para dar.
Este senhor Só ganha o que recebe 450 pessoas a 500€ cada mês não sei se ganha muito apliquem a lei do desempenho receber pela produtividade só recebia se tivesse uma ideia nova com resultados bons reais agora receber por receber porque tem um nome por amor de Deus aplicar as leis administrativas; è o que faz um funcionário um administrativo e o ordenado´é 500 euros acabem com estas descrepâncias NAO LEVANTEM O POVO são só meia dúzia mas estão a desgraçar o país. estão a acabar com a classe média CUIDADO não vai haver € para os que nada fazem nem para aqueles que recebem sem trabalhar.
Não seja tão radical. Acho é que deviam ser desmascarados por quem de direito.
Portugal mete nojo ! politico corruptos “incondenaveis ” apos desvios de dinheiros publicos que ridiculamente nunca se prova nada ……banqueiros que roubam o povo e as empresas como entendem , sem que o banco de portugal limite os roubos descarados aos portugueses . Salários milionários para gestores publicos que sao tao incompetentes e inuteis como o zé borrabotas da esquina .
Portugal afundou como o Titanic e vai demorar 100 anos a recuperarem as peças preciosas como aconteceu com o Titanic .
Portugal mete nojo , somos porcos , inuteis e corruptos !
Tem remedio ?
Há alturas em que acho que não e a presente é uma delas.
«Se não têm pão, comam brioches.» – dizia Maria Antonieta antes de ficar sem cabeça. «Os salários devem ser reduzidos em Portugal.» – diz António Borges a pedir que lhe cortem a cabeça da…
A minha opinião sobre os defensores, é só uma , se foram eles que criaram as leis que lhes permite não pagar impostos está tudo dito….
Porque não se calam??????
Cuidado nas afirmacoes nao va o homem emigrar e ficamos ainda mais pobres em perder tao admiravel craneo!!!
Estamos entregues a esta CORJA.
O problema é que…..dizem mal mas….votaram neles…AGORA AGUENTEM-SE
No Borges?
É fácil falar quando se está fora do problema. Concerteza o Sr. António Borges não tem problemas económicos. Estamos a viver um tempo em que o dinheiro arrogante e com um poder inimaginável tomou conta das nossas vidas. Temo pelo futuro, porque crises económicas como estas foram sempre precedidas de um grande conflito e a capacidade de matar atingiu proporções inimagináveis. Penso que a linha de pensamento será, COMO SOBREVIVER? Sobreviver à crise e aos conflitos. Meus amigos, acabou-se o sossego.
Gente assim está completamente desajustada da realidade.
Mas o pior é que o palerminha do nosso coelho ainda lhe deu um emprego com responsabilidade, mas isento de prestação de contas perante os portugueses.
Um nojeira das mais mal cheirosas.
O sr Borges pode achar que os portugueses não podem ganhar tanto. Pode-o sugerir com o poder que tem, até porque acha que é o melhor para endireitar as finanças.Mas só poderá ter credibilidade no que diz, se começar por exigir com convicção,que lhe reduzam o ordenado dele, e exigir que lhe cobrem impostos. Até porque ele ganha por trabalhar cá neste país.
Ele não é um zombie doutro satélite.
JM
Mas com o que ele diz até parece doutro mundo.
Perguntem a este senhor a sua ligação com Goldman Sachs (Rothschild`s). Lembro que no dia 30.06.1963, Kennedy promulgou a Ordem Executiva número 11.110, retirando do FED o poder de emitir e emprestar dinheiro a juros ao governo federal norte-americano bem como a qual outra entidade. Lembro ainda que o papel nota emitido não tinha e não tem valor algum correspondente e que o FED é privado Goldman Sachs (Rothschild`s). Isto é quase a mesma coisa de eu ter uma tipografia em casa, fazer notas e emprestar a juros.
Cinco meses depois, em 22.11.63, Kennedy foi assassinado, coincidência ou não. As notas depois da morte de Kennedy continuaram nas mãos do FED.
Eles tem medo só de ouvir falar o nome de Hitler.
A técnica deles já vem do tempo de Napoleão, põem pessoas e Países na falência com trapaças, para comprar os seus bens por tuta e meia para os vender a seguir aos mesmos a 10 vezes mais.
Este tipo devia ter vergonha na cara. Vir dizer que os ordenados têm que baixar com urgência, está a referir-se aos ordenados miseráveis dos portugueses, quando não paga impostos, é no mínimo um descaramento inconcebível Foi corrido do FMI e agora vem assessorar o governo, sabe-se lá a que preço!!! E cá estamos nós para pagar tudo a estes ch ….. Já agora, sabem quanto pagaria de IRS? Cerca de oitenta mil euros.
Descaramento, diz bem. Talvez fosse mais fácil sair desta maldita crise se os sacrifícios e as obrigações fiscais fossem equitativas. Nem todos pensam assim.
Obviamente que os que não pensam assim, são os que tiram, de qualquer forma, benefícios de pensarem ao contrário.
Concordo com Borges. A diminuição salarial tem-se vindo a verificar desde à pelo menos 2 anos, vai continuar e é uma inevitabilidade no médio prazo, porquê? Porque para as empresas os outros custos são quase inalteráveis. Deixem-me acrescentar que ao contrário do que para aí dizem, uma modernização e melhoria de competitividade das empresas portuguesas não irá gerar inicialmente mais emprego, mas talvez mais desemprego. Menos gente empregada. Temos de encontrar soluções inovadoras para o desemprego. Vai demorar muito tempo recuperar o emprego e o poder de compra. Essa é a consequência de termos sido governados por irresponsáveis durante tanto tempo.
Quanto aos ordenados sem impostos, é assim nos organismos internacionais desde sempre. Não é culpa de Borges que tem uma carreira brilhante desde o INSEAD.
Compreendo a raiva da esquerda quando encontram alguém de direita tão assertivo quanto Borges. Dá-me muito gozo vê-los impotentes. Faltam em Portugal orgãos de comunicação social de direita.
Ninguém disse que era culpa do Borges. Também não é culpa da Assunção Esteves estar reformada desde os 42 anos com uma reforma de dois mil euros. O Borges devia era ter mais respeito por todos nós.
Muito bem, esta gente não dá pareceres técnicos nenhuns, mas ao invés dá recadinhos via governo. Este senhor não sabe mesmo o que diz, vive num fora da realidade portuguesa. Opiniões técnicas de folha de cálculo qualquer um dá, o que se espera é que seja minimamente adequado à realidade.
Parece que o governo também não achou grande piada, pelo menos o CDS-PP.
Leonor,
Só passei aqui para dizer te isto, bendita seja a tua opinião, eu que sou liberal já estou farto desta gente!!!
Bem haja.
Obrigada, Nuno.
Isto é uma ofensa à maioria dos portugueses que tentam sobreviver com ordenados considerados “limiar” da pobreza….
Deviam pagar a esses senhores o mesmo que nos pagam
a nós….e ainda temos te levar com bocas dessas…
Até quando?
Boa pergunta. Parece-me que até sempre. Esclarecer estes casos devia fazer parte das ‘reformas estruturais’ da Troika.
Troicas ou não trucas?
«Quem sai aos seus não é ‘de Genebra’»
Este senhor antes de ser a promessa política para o psd e Portugal já era! É como um coito interrompido! PQP…
Carneiro amigo, andamos todos ao mesmo! (como diria o nosso grande Vasco Santana) mas eles abusam, caramba! (*^*)
Abusam e ninguém lhes chega.
Pois a mim não não faltam. GAMELEIROS. Enquanto a populaça quando encontrar homenideos destes, na rua numa pastelaria num restaurante e não lhes der um estalo de mão aberta, esta gente não tem medo de falar e sair á rua……Já sei educação etc…Uma galheta a tempo nunca fez mal a ninguem
” Animais “. Com uma enorme diferença. Os meus animais, quando estão saciados, deixam os outros comer. A grande maioria dos animais humanos. Come, come, come …
Com raras excepções , todos querem maximizar os rendimentos, com o mínimo de esforço ou investimento. Somo todos iguais. Basta olhar o Mundo.
Dr. Borges não informou qual salário é que deve ser reduzido, isto é, o mínimo, os da classe média ou os de gestores nomeadamente os gestores públicos.
É necessário que estas figuras públicas sejam mais claras na sua opinião… tanta coragem para dizer o que diz e não conclui o principal…
Pois, isso não sei, não faço ideia o que se passa nestas cabeças, só leio o que dizem e é o que é.
O Srº Iss esquece-se que existem milhares de emigrantes desenraizados , sem tempo para a família , etc. ) por todo o Mundo e muito poucos têm as benesses desse (s) senhor que está cá só para vender a pataco o pouco que resta do património do País aos interesses que se escondem por trás de inúmeras cadeias de offshore e afins.
Entendo que o mérito , o profissionalismo e a dedicação a um trabalho devem ser recompensados dentro de certos valores proporcionais aos ganhos tangíveis e intangíveis mas este tal como os políticos , os banqueiros que se amontoaram com bónus á custa de resultados martelados que originaram a crise (É PRECISO NÃO ESQUECÊ-LO) ganham mais do que devem!
Os políticos não defendem o interesse das populações , mentem quanto podem para conseguir o poleiro (se dissessem a verdade acho também que não ganhavam e essa é a (r)evolução de mentalidades que tem de ser feita) para eles , para as entourages e para os interesses que os financiaram e financiam!
Os banqueiros e os empresários sem escrúpulos que são avessos ao risco e estão sempre a queixar-se da burocracia mas que na 1ª oportunidade se encontram ao estado social que tanto criticam!
Como o texto já vai longo fica um link elucidativo (para quem consiga traduzir ou perceba italiano) do que actualmente se passa – http :/ http://www.youtube.com /watch?v=x6Gc2ATeCCk – a partir dos 2 min.
Um comentário à altura do seu nick 🙂
Creio que o Sr Borges, os Senhores como Relvas, as Lagardes e outros da especie, perderam o respeito pela “Human Race”.
Apesar de se terem criado alguns parametros algo liberais no que concerne a salarios ou regalias, há deteminados principios que deixaram de se respeitar. Existe de facto uma falta de pudor e decencia que é lamentavel.
Tratar os desempregaods por “danos colaterais”, traduz uma linguagem que se apoio numa iodeologia desrepeitadora das pessoas. Quem mais ganha deveria ter responsabilidade, decencia, principios e tambem alguma ideologia respeitadora..
Bah…, Mas a “ideologia” ganancia está mais acima, como se pode ver.
No Bloco Central perdeu-se a vergonha e ganhou-se impunidade. Querem dinheiro, muito dinheiro, regalias. É evidente que os outros grupos politicos tambem nada tem a aportar de melhor e a (boa?)sensiblidade das pessoas nessa materia nao permite essa viragem. Mas os Senhores do poder tem de começar a pensar que um dia as pessoas podem zangar-se. Já sao muitos não só a pensar, mas tambem a sentir as feridas provocadas por esta “rapaziada” sem dó nem piedade das… pessoas.
Pode ser que um dia o povo acorde e chute nos fundilhos desta gente e os mande para onde merecem estar, na lixeira da história. Deixem-se de “Fátima, Fados e Futebol”, sem ofensa para nenhum quando honesta e ludicamente praticados, e comecem a lutar activamente pelos seus interesses, pessoais e colectivos.
O futebol já aí vem e fado também temos tido bastante.
Desde que os sinos da crise começaram a tocar a rebate a febre da caça aos vencimentos e prémios chorudos só tem comparação com o tempo do Torquemada e as suas torturas e fogueiras. Hoje aferir de um bom rendimento é igual a ser um criminoso. Por acaso alguém se lembrou que este senhor pode ser um excelente profissional? Que pode fazer as escolhas acertadas, escolhendo os melhores dirigentes, sem olhar a amigos e afilhados? Posso estar enganado, mas acho que nos custa muitíssimo mais dinheiro ter bastantes incompetentes na A.R. a ganhar 2.500€ com infindáveis ajudas e subsídios do que só ter uma mão cheia de deputados com um C.V. apropriado à função, com um plano de acção e objectivos e responsabilidades bem definidas. Acho que o culto da aposta na mediocridade não vai tirar o nosso belo Portugal da cratera sem fundo em que se encontra metido. Ordenados medíocres chamam profissionais medíocres, excelentes ordenados provocam uma prejudicial emigração das nossas melhores cabeças para o estrangeiro.
Se tiver paciência releia tudo o que foi dito. Nada tem a ver com autos-de-fé porque o homem ganha muito.
…reli… e tornei a ler… e o fulcro da questão continuou a parecer-me ser “…o homem ganha muito…” Permita-me que lhe conte um caso verídico: Há uns bons anos atrás, ainda a SIC dava os seus primeiros passos, vi uma reportagem em que a dado momento se via um típico Alentejano a espumar pela boca gritando: “…os ricos que paguem a crise… comem tudo e não deixam nada…” Passado, mais ou menos, um ano o dito Alentejano ganhou a Lotaria e se a memória não me atraiçoa eram 67.000 contos. A jornalista reconheceu a figura e lá foi ter com ele. A determinado momento perguntou-lhe: …então agora que o senhor é rico vai ajudar a pagar a crise?… O Alentejano: Não minha senhora, eu já não tenho dinheiro nenhum… acabei de pagar a minha casa… ajudei a minha filha que vai casar e estou a pagar os tratamentos à minha mulher… não sobrou nada… sou tão pobre como era há 6 meses atrás. A moral desta história verdadeira é por demais evidente. Outro assunto com muitas semelhanças: Sabia que se acabassem com todas as reformas “milionárias”, para as quais as pessoas muito descontaram durante dezenas de anos, e distribuíssem o dinheiro pelos idosos que têm reformas de miséria cada um deles só veria aumentada a sua reforma em 7€ (sete Euro)? É MUITO FÁCIL ser-se populista e apregoar chavões…mas depois falta o substrato… Parabéns pelo seu Blog é a prova que ainda temos liberdade.
Assim é difícil, porque já expliquei muitas vezes aqui que o ‘meu problema’ não é Borges ganhar muito, é ganhar muito e achar que se devem reduzir os salários dos outros com a agravante de nem pagar impostos, pelo menos parcialmente. Não lhe parece que do ponto de vista ético é reprovável? Pois eu acho que sim.
Quanto às reformas, se descontaram devem recebê-las evidentemente. O problema é reformarem-se aos 42 anos ou com dois mandatos na Assembleia da República, oito míseros anos na vida contributiva, enquanto um cidadão ‘normal’ que não pertença à casta política tinha e tem de trabalhar até aos 65 anos, como acontecia antes, esse é que é o problema. Chame-me populista, se quiser, e quanto ao substrato só se for para as flores.
…é evidente que os seus pontos de vista são pertinentes. Mas se me permite a imagem acho que ambos estamos a olhar, e bem, para o problema com uma lupa só que de perspectivas opostas. Explico: O problema não é este senhor ganhar muito…etc… o problema é ele não ter competências para o ganhar… e a prova provada é que está sempre a dizer bacoradas… este senhor vive no irreal social… A meu ver nem devemos ser populistas nem elitistas pois os extremismos criam sempre muitas injustiças. Agora, que me dói ver reformados que só podem LITERALMENTE comer duas sopas por dia, que não conseguem pagar os medicamentos, que um lar com as condições mínimas é uma miragem e que a cada mês vêem o custo de vida a aumentar, na elctricidade, nos transportes, na saúde, etc… DÓI…DÓI MUITO… Para mim um bom País é aquele que trata bem os seus idosos e os seus jovens… nós os que estamos no meio, mal ou bem, sempre temos mais hipóteses de fazer qualquer coisa. Sempre houve ricos e pobres e sempre os haverá, o que NÃO PODE acontecer são os “BPN”s… É execrável, repugnante e criminoso que o capitalismo SELVAGEM para ter mais uns milhões tirem uns tostões a muitos que nada têm. Uma curiosidade contra populista: Já reparou que o ataque ao capital não é uniforme? Muito raramente ouvimos comentários sobre os jogadores de futebol que ganham escandalosas fortunas com a agravante de quase nunca nada produzirem com esse dinheiro? … é comum ver o Povo com um sorriso nostálgico e de adoração patética com olhos cintilantes a referirem-se aos “Ronaldos”: …ele ganha, de ordenado, x milhões por mês… e mais x milhões de publicidade e mais x de… enfim… uma profissão de desgaste rápido com todas as benesses que isto quer diz€r…
Continuo a achar que não discordamos muito. É mais semântica que outra coisa.
Á conta de Bandalhos como este, que falam de barriga cheia, é que vamos estando cada vez pior.
Nem mais! Apoiadíssimo!
Deviam era ter vergonha na cara!
Mas também era bom que mais pessoas se insurgissem assim. Está um pouco (ou muito) nas nossas mãos deitar essa gente abaixo e erguer o mundo que queremos.
E viva o direito ao delírio!
Abraço!
Abraço, Michelle.
antonio borges auferiu,em 2011, 225 mil euros livres de impostos. Qual foi a contradição que ele cometeu ao dizer que em Portugal é necessário baixar os vencimentos? Se o que está estipulado pelo FMI para o lugar que desempenha é aquele? Do FMI até devia receber 10 vezes mais, o que era bom para Portugal. Agora os vencimentos em Portugal deviam, sim, baixar para aqueles que recebem vencimentos chorudos e penso que era isso que ele queria dizer. Como se compreende os vencimentos que se pagam a certas classes sociais, dignos de países ricos? O que Antonio Borges não disse é que se deviam baixar os salários àqueles que pouco recebem mas sim os que tem mordomias a mais e é por isso que esta polémica veio à tona tentando lançar confusão para o ar
Está tudo explicado nos comentários acima. Não me vou repetir.
Tem toda a razão. Não há pachorra para esta gente.
Não há mesmo.
São pessoas destas que sugam a produtividade dos outros e recusam melhorar a qualidade daqueles que lhes proporcionam uma vida de qualidade superior. Qdo se sentam á mesa e consomem uma refeição, nunca equacionam o esforço desvalorizado que alguém fez para lhes saciar o apetite.
Pobre país , pobre povo, tão nobremente escravizado, mas sempre submisso ao amor pela Pátria “dos outros”.
E eles pensaram nos outros, por acaso?
Todos os senhores que falam nas televisões, jornais e revistas, deviam estar calados quando dizem que é preciso baixar os salários, porque a maioria desses senhores esta a ganhar dinheiro para dizer essa e outras barbaridades e já diz o ditado, muito bem se fala de barriga cheia.
Sr.Borges, era bom que desse melhores exemplos de solidariedade, pagando os seus impostos como qualquer cidadão comun, e assim poderia ajudar as gentes que abundam neste País e vivem na mais degradante das misérias!!!…O dinheiro não dá Felicidade, simplesmente ajuda!!!…Então para quê tanta ganância!?….
Solidariedade? Isso só para lhe aliviar a consciência. Pode até adoptar alguns pobrezinhos. Há um texto excelente do António Lobo Antunes sobre os ‘pobrezinhos’ que tanto aliviam outros com a bendita caridade.
Quando esse senhor diz que se deviam baixar os salários, deve estar a referir-se ao dele com toda a certeza porque esse devia baixar sim e muito!!!
Ora aí está, podiam começar por cima e dar o exemplo.
Que méritos é que alguém poderá ter – que muitos outros não tenham – para auferir somas que dariam para pagar mais que 30 ordenados mínimos.
Aceitar-se-ia de alguém com capacidades únicas postas ao serviço da comunidade, mas não de quem não demonstra ser portador de qualidades de nível superior às de muitos milhares de concidadãos seus, à custa de quem aufere um salário “milionário”.
Não se trata de inveja – não consigo ver o problema por esse prisma; trata-se de reclamar por justiça social.
Alguém me sabe explicar a razão por que um mineiro, que não teve a ventura do sr. borges, mesmo que disponha de capacidade intelectual superior à deste (o que me parece não ser difícil…), há-de ganhar um ordenado de miséria, pese embora a natureza brutalmente penosa do seu trabalho e o carácter essencial que o mesmo reveste para a sociedade?!
Sempre fui votante do PSD, o que jamais voltará a acontecer.
Como o PS não me merece a mínima confiança, passarei a ser, definitivamente, do partido da abstenção e tentarei, em organizações civis livres, influenciar as consciências para a necessidade premente, ou, na expressão do visado por este comentário, “emergente”, de maior justiça social, sob pena de virmos a enfrentar convulsões sociais que destruirão os sonhos de um desenvolvimento económico e social sustentável e universal.
Também não entendo o argumento da inveja, não é isso que está em causa, nunca esteve. Começo a achar que ‘justiça social’ caiu em desuso.
Sempre ouvi dizer que existem duas certezas nesta vida: 1) a morte 2) os impostos. Este conseguiu livrar-se da 2ª mas há-de morrer como todos os outros.
Lamento que seja possível num pais livre não existir o respeito pelo alheio, e que sejam dadas oportunidades de emitir opinião a individuos como esta senhora que além de ofenderem quem quer que seja, não terá lido a totalidade das palavras proferidas pelo Dr. António Borges, e portanto fala sem conhecimento de causa.
A senhora não deverá conhecer que noutras épocas se subiram salários a todaa gente que fazia greve, para níveis que nem a europa pagava na altura,e que os encargos gerados ás empresas as sufocam hoje.
lamento sim que a senhora nessa hora em que subiram os salários, reivindicasse, possivelmente um aaumento para si e não temesse as consequências.
Hoje e amanhã vamos ter de pagar por esses atrevimentos e Deus queira que não seja tarde demias, que possamos corrigir atempadamente.
Quero sim mais justiças nos cortes que se fazem não estamos a ser equitativos nos cortes que fazemos, ou seja as consequencias não são iguais para todos. Ai sim, agora que temos factores económicos de produção demasiado altos é verdade, por isso as empresas têm de continuar a despedir, porque não têm o suficiente para pagar.
Não existir o respeito pelo alheio? Se não existisse o respeito pelo alheio nem podia vira para aqui com esse tipo de argumentação que abomino. Não me conhece de lado nenhum para tirar conclusões em relação à minha pessoa. Devia estar a dormir nessa altura em que aumentaram salários aos que fizeram greve ou então não vivemos no mesmo país.
Sr.A.Borges, finalmente tambem é dos que não parece, mas é!!!…É mais um a enganar-nos, não faz mal,está perdoado!!!???…
Sr. Paulo os seus comentários são completamente desprovidos de sentido da igualdade social. mas faço a pergunta mais directa, acha que se devia mudar o sistema de impostos para uma igualdade social, ou seja todos a pagar de forma proporcional ao que se ganha?
Como podemos observar estamos rodeados de oportunistas sem sentido de estado mas com um apurado faro para se apropriarem de tachos bem remunerados. Concordo quando diz que já não sabe o que chamar a esta gente, é que de facto a sua desfaçatez é tanta que amiudadas vezes nos surpreendem com mais uma tirada de cara de pau.
Sacrificamo-nos para manter estes pançudos que ainda se acham no direito de opinar sobre algo que não sabem o que é.
Sem violência é varrê-los todos para um canto qualquer fechá-los lá todos e que se chulem uns aos outros.
Estamos piores do que no tempo da ditadura. Nesse tempo sabíamos com o que contávamos e lutava-se para fugir das garras dos opressores, agora escudados na democracia com legislação feita á medida criou-se um geração de opressores que comparativamente com Salazar pouco se diferenciam e o povo desiludido parece anestesiado ou esmagado por essa desilusão e vai comendo as migalhas que lhe vão dando sendo que para alguns essas migalhas já começam a escassear.
Ou varremos esta gente toda ou eles nos torturam permanentemente para manter as suas principescas vidas.
Não concordo com ditaduras, nem de esquerda nem de direita nem de coisa nenhuma. Pelo menos podemos vir aqui livremente criticar o Borges, mas concordo consigo na parte dos sacrifícios. Não me importo de os fazer mas assim não!
A Sra. jornalista, se é o que o é, devia ler com mais atenção o que o Dr. António Borges DISSE!
E não foi aquilo que a Sra. ESCREVE !
Qual senhora jornalista? Saberá, por acaso, o que faço na vida?
O direito de expressão, esta na constituição da republica, e ninguém disse que o Sr. Borges não devia ter dito nada, antes pelo contrario, e ainda bem que o disse, porque todo o ladrão tem o direito de dizer não se deve roubar. E para quem esta no desemprego, estes comentários são vergonhosos.
Exactamente. Só não entende quem quer distorcer o que aqui é dito desde os primeiros comentários.
Para reflectir, sobre a manipulação.
http://www.shtareer.com.br/ (Anjos Caídos)
Comecem por reduzir-lhe o salário ao ordenado mínimo nacional e obriguem-no a fazer serviço cívico para ver se pelo menos faz alguma coisa de útil…
Nada como uma experiência radical.
Se tivesse um empregado a cavar que me gasta-se o dinheiro do adubo e me menti-se,mandava-o dar uma volta.Será que os nossos governantes não sabem que são empregados de quem paga os impostos?
Haja boas maneiras senhor António.
Como é que é possível num pais que está quase no limiar da pobreza haver tanta gente a defender o senhor António Borges? Não sou contra o facto dele ganhar muito ou pouco dinheiro. Sou contra o facto dele brincar com a miséria alheia que é muita. Esse senhor não quer experimentar viver um ou dois meses com 500 euros?
Concerteza que ele fala como fala porque ter dito bem do PSD durante a campanha eleitoral levou-o a estar onde está A esta hora já está inclusivamente a tratar de resolver o problema de emprego para os filhos e afilhados. Já agora, quando conseguir resolver esse “problema” ponha-os a trabalhar num emprego onde ganhem o salário mínimo que é para ver se les depois tem a honestidade intelectual de pedir ao “padrinho” qque não continue e dizer as bacoradas que disse.
Também não entendo, mas pronto, há gente para tudo e muita gente desfasada da realidade.
À Leonor Barros. Gostei.
Pode continuar, mas já deve ter percebido de que há aqui muitos Lagard’s ” e António’s Borges”.
Ninguém tem culpa, defendem uns, de aceitarem ordenados elevados sem impostos, porque a natureza humana leva a que 99,9% o aceitassem. Não é isso que está em causa. O que está em causa é o despudor de quem, com capacidade de discernimento possa ter tais comentários. É que além de economista o referido tem capacidade para saber o impacto de tal afirmação.
Quanto ao vizinho Xico ou Zé dos anzóis o comentário vale o que vale e se recebem o que não deviam é porque a situação também beneficia muitos dos que falam de poleiro, a confusão interessa mais aos que falam de poleiro dos que aos que pagam os seus impostos.
Estão esquecidos dos impostos da quinta da coelha e similares?, interessa ao vizinho xico ou ao zé dos anzóis?
Leonor, eles atacam por todos os lados até nos blogs
Obrigada, Joana, ainda bem que percebeu o meu ponto.
Leonor, não se cale, pf! Eu também ouvi a entrevista desse senhor e fiquei chocado.
A defesa da redução de salários e, por consequência, o empobrecimento de um pais, já de si pobre, revela uma enorme falta de visão e de ideias, fruto, com certeza, de uma crença, inexplicável, em estratégias comprovadamente erradas.
Não sabia ainda que não pagava impostos, mas penso que isso é outra conversa. Acho que não devia haver ninguém que não contribuisse para o desenvolvimento e a melhoria das condições de vida do seu pais ou onde trabalha. Porque não acabam com esse direito? Está mais que justificado, face à perda generalizada de direitos pela restante população.
Resumo: esse senhor e quem o acompanha ideológicamente, deviam sair rápidamente de cena para que possamos voltar a ter esperança num futuro melhor.
Nesse caso, podiam continuar a não pagar impostos.
Calar-me nunca!!!!
Venham até Alter do Chão e perguntem sobre este Sr. Esmifrou a Câmara com isenção de impostos, terrenos cedidos a um preço simbólico, adiantamentos de fundos por conta de um projecto…. que nunca arrancou. Quem paga? O pobre Povo!
Esta Lei datada de 1961 está completamente desactualizada! Quem defende situações destas só pode pertencer aquela classe que se dá com o poder politico e “mama” à conta dele.
Começa a ser insuportável ver o nascimento, o crescimento e o desenvolvimento de uma élite demasiado bem paga e imoral que se arroga o direito de definir e defender políticas económicas de exploração do ser humano pelo ser (des)humano, coisa que acreditei ter acabado de vez do léxico e da ação política com o 25 de Abril de 1974.
Estamos a voltar atrás. Não tenho a menor dúvida. Tudo se nivela por baixo e ainda devemos estar gratos por ter um emprego a ser explorados até ao tutano. Às vezes tenho pena de nós.
Li os comentarios anteriores sobre o sr.Antonio Borges e acho interessante os defensores da sua postura. Estamos num país dito democratico, dito porque só se ouvem as vozes de alguns, de outros que já vivem no limiar do desespero não se ouve nada com vergonha e com medo de darem azo à revolta que sentem dentro de si. O facto é que as benesses, os estatutos de isenções não deveriam existir. Esta é a prova viva que quem tanto ganha não pode ter qq tipo de isenção. Trabalha e é remunerado, ganha e paga impostos, ponto final. Pois gostava que me informassem como se explica a alguém que trabalha que ganha um salario de €700,00 por mês e portanto ganha menos de € 10.000,00/ano, que viu o seu salario liquido diminuir, viu as suas despesas aumentar mesmo diminuindo o seu consumo, não tem direito a isenção de taxas moderadoras (ganha mais de € 629!!!), paga segurança social e ainda por cima deixou de poder ter cuidados de saude na sua regiao e tem que se deslocar e pagar quando está doente, que tem que esperar por volta de 30 dias para receber o subsidio de doença se estiver doente, mas que paga comissões altissimas ao banco se se atrasar um dia a pagar a prestação da casa.E até se arrisca a penhorarem a casa se não tiver dinheiro para pagar o IMI. Finalmente para manter este emprego e para conseguir ter uma vida como a descrita que já bate no limiar da pobreza, tem que fazer o que lhe mandam – trabalhar horas extras para a entidade patronal sem receber um centimo mais, dizendo sim a tudo o que lhe ordenam – e por fim fica-se sem tempo para a familia. Com tudo isto e noticias de isenções e opiniões sobre baixar salários torana-se um atentado à dignidade humana, um insulto para aqueles que estão a sofrer estas terriveis injustiças – não estou a escrever sobre quem tem subsidios, estou a escrever sobre quem trabalha e paga, paga…
E quem governa e gere este país -politicos que usurpam, gestores que gerem danosamente um patrimonio estatal em seu beneficio proprio, prejudicando todo um país não são julgados, não são obrigados a restituirem o que roubaram e nós o povinho é que temos de pagar e ainda ouvir insultos como estes (de tem de baixar os salários em Portugal!!!!) Não o seu! Sim, o nosso o salario médio do português trabalhador (€ 700,00). Médio porque existem milhares que já só ganham o salário minimo – € 485,00!!! . Que humilhação eu sinto meu Deus!! Que vergonha senhores eu sinto em dizer que sou Portuguesa…Que vergonha!!
Ainda há pouco deu uma reportagem na TVI, muito interessante, por acaso, sobre o desemprego jovem. Uma tristeza mesmo. É triste que tenha de se abandonar o país nestas condições, mas isto vinha a propósito dos salários: abaixo dos 24 anos o salário médio são 500 e poucos euros. E ainda me falam em reduzir salários?
Subscrevo inteiramente o ponto de vista apresentado com uma ligeira excepção; tendo também respeitos pelos animais, alguns há, como as hienas, os abutres e outros necrófagos, que não me merecem nenhuma atenção e assim, podemos bem comparar estes Borges que há praí aos pontapés a estes animais que nada fazem ou produzem, alimentando-se da carne putrefacta, em que lentamente nos vamos, nós cidadãos cumpridores, transformando em cada dia que passa.
E ainda têm a lata de falar mal do falecido António de Santa Comba que, comparado com estes profissionais da politica clientelar e interesseira, era, literalmente um “passarinho”.
Tudo certo, menos o de Santa Comba. Sou liminarmente contra qualquer ditadura, de esquerda, de direita do proletariado ou do capital, que não deve existir com classificada mas inventei agora 🙂
Quanto ao texto inicial só tenho a dizer duas coisas…ipsis verbis e tenham vergonha!!!
DESLCULPE PAULO BARROS MAS O PAULO QUE EU QUERIA RESPONDER, ERA AO (Paulo Abreu e Lima), ELE SIM É O MERECEDOR DA MINHA RESPOSTA AOS COMENTÁRIOS D’ELE………..
Não sou dos criticam os salários dos gestores e políticos , desde que realmente o merecam.Mas penso que está crise se deve em grande parte a erros de gestão cometidos por muitos destes políticos e gestores. O problema não é os salários deles. É a falta de responsabilização e consequencias(economicas e ou judicuias) sobre os politicos e gestores que cometem erros groceiros movidos por interesses pessois, partidários ou grupos económicos.Se isso não vier a acontecer (e não vai..) daqui a 7/ 10 anos vamos viver novamente outra crise economica e social como esta criada pelos mesmo erros que provocou esta.
Ninguém paga pelos erros grosseiros e gestão danosa. Mais fácil é julgado um sem-abrigo por roubar um champô num supermercado.
Esta gente (ia a escrever canalha, mas perdemos a razão quando insultamos… fico com esses pensamentos para mim mesmo) que nos governa ou que gravita à volta de quem nos governa é toda excelente, por isso ganha o que ganha.
Só é pena que toda essa excelência não se reflicta numa melhoria do estado geral do País.
Pelo contrário, aquilo a que assistimos é ao aumento permanente da diferença de rendimentos entre os “excelentíssimos” e a “arraia miúda”. Esta elite vive cada vez melhor, enquanto o País vai empobrecendo.
Como diz o Mia Couto, “a maior desgraça de uma nação pobre é que em vez de produzir riqueza, produz ricos.”
Ainda por cima, parece que o António Borges foi corrido do FMI por incompetência, por isso não me parece que tenha credibilidade para estar à frente das privatizações.
Para opinar, tem, claro.
Se até eu tenho…
“O FMI disse-me que se livraram dele [António Borges] porque não estava à altura do trabalho e agora chego a Lisboa e descubro que está à frente do processo de privatização. Há perguntas que têm de ser feitas”, defende o correspondente financeiro do “Le Monde” em Londres, em entrevista à Renascença.
“Vejo gente da Goldman Sachs a aparecer por todo o lado em posições de poder, faz parte da marca do banco.”
Marc Roche é o autor de um livro, já premiado, que conta a história da Goldman Sachs e de como este banco dirige o mundo.
http://rr.sapo.pt/informacao_detalhe.as px?fid=25&did=64612
http://o-estado-a-que-chegamos.blogs.sa po.pt/16788.html
Esse senhor Borges devia ter vergonha na cara ao dizer que os salários deviam baixar em Portugal. Ele que baixe o dele e de todos os amigos (digo ladrões) que nos estão a afundar cada vez mais. Mas esperem pela volta, porque o povo portugues não é tão sereno como parece. Se tiver que ir para a rua arranjar dinheiro para comer, podem ter a certeza que esses senhores que nos roubam todos os dias serão os primeiros a pagar. Basta de hipocrisia, deixem de apresentar ideias de merda e trabalhem pois o povo continua como sempre a trabalhar para comer, agora não venham dizer que o reles trabalhador é que tem culpa da situação do País. Os culpados estão todos bem protegidos e bem identificados, só que protegem-se uns aos outros.
Um dia irá acabar, até lá, fico à espera.
Tudo isto e nem sequer tem em conta as pensoes correspondentes tambem elas ‘protegidas’ de impostos. E um ‘mamar doce’ para sempre. Imaginem o custo total para quem ja paga impostos e taxas por tudo e por (para) nada.
Estas entidades da treta até se esquecem que quem lhes paga os ordenados são os contribuintes, e eles não contribuem nada para bem da humanidade
Os contribuintes só lhes interessam na medida em que lhes pagam impostos. Como se disse algures, somos números.
E que tal começar por se aplicar os devidos impostos ao ordenado deste senhor ?
É uma boa medida para….baixar salários!
Ervas daninhas como este senhor….há muitas…e eis a principal razão para o estado actual da Europa.
Comecem por cima como em outros países. Aqui é ao contrário.
O meu comentário vai ligeiramente num outro sentido. Não li as declarações do Sr. Dr. António Borges, mas tenho lido várias tomadas de posição acerca do que ele terá dito, isto é: redução dos salários.
Ora a redução dos salários, preconizada por diversas entidades nacionais e, pelos vistos, pela própria “troika”, provoca-me alguma incompreensão. E já tenho abordado este tema, sem que receba qualquer resposta. Pelos vistos ninguém terá resposta!…
Por razões circunstanciais, que não vêm aqui para o caso, desde muito jovem que senti uma certa admiração pela língua alemã e pelo próprio país que acabava de sair de uma guerra tremenda. Já com uns vinte anos resolvi então frequentar, durante três anos, o Instituto Alemão. Não tardou muito que rumasse em direcção à Alemanha. Estávamos no início da década de 60. Mantive-me lá durante vários anos e devido aos meus conhecimentos do idioma, e devido também ao lugar que ocupava – primeiro no campo de ensaio de uma fábrica de aparelhagem electrónica para as telecomunicações e depois, numa outra empresa, na secção de engenharia para o desenvolvimento de equipamento electrónico de teste – tive a oportunidade de contactar com diversos portugueses, resolvendo-lhes até alguns problemas do quotidiano. Ora tratava-se dos portugueses da conhecida emigração dos anos 60, sem qualificações especiais e muitos deles até com uma instrução primária inacabada. Mas trabalhavam nas diversas indústrias e ganhavam bem. E o interessante é que as empresas gostavam deles, e achavam-nos bons trabalhadores. Portanto já nessa altura ganhavam muito mais do que os trabalhadores em Portugal e lá eram trabalhadores competentes e contribuiam grandemente para a economia alemã. Hoje os que emigram levam consigo um nível de instrução bem diferente do daquele tempo.
Mas diz-se hoje que os trabalhadores portugueses são pouco qualificados e dá-se isso como razão para a nossa pouca capacidade produtiva e para a nossa pouca competitividade no mercado internacional e assim, para que sejamos mais competitivos há que baixar o custo de trabalho, cortanto nos salários.
É certo que o nosso nível de qualificação não é bom, já o sabemos, sobretudo depois da destruição das escolas industriais que debitavam anualmente gente para a indústria com elevado grau de saber. Mas os portugueses, sem qualquer grau de qualificação que trabalhavam na Alemanha na década de 60, faziam o seu trabalho com competência, ganhando o mesmo ou muito próximo do que ganhavam os seus colegas alemães, e a indústria alemã era competitiva. Ainda hoje a indústria alemã tem trabalhadores estrangeiros, das mais diversas nacionalidades, e ganhando muito mais do que os trabalhadores portugueses, a Alemanha continua a ser competitiva. Onde está afinal a razão de todo este problema? – Isto é um assunto muito sério que deveria ser discutido! – A razão de tudo isto não estará na própria estrutura do nosso tecido industrial? – Não estará na pouca qualificação dos nossos quadros e até dos próprios empresários? – Quais são os factores principais que oneram exageradamente o custo de trabalho? – Não serão os custos de energia, o nosso modelo tributário, a desorganização estrural da empresa por falta de competências a níveis de quadros e até dos próprios empresários que não têm uma visão a longo prazo e apenas vêem o lucro fácil e rápido?
Gostaria imenso de ver finalmente este assunto discutido aqui de uma forma séria e honesta. Porque não são os baixos salários de miséria que podem motivar alguém para desempenhar o seu papel, seja onde for, com competência, dedicação e amor, a não ser que se institua um modelo de pressão, fortemente ditatorial, para o conseguir. De resto, nas empresas devidamente organizadas de hoje, todos os postos de trabalho têm a sua tarefa claramente definida através das prescrições de trabalho que cada trabalhador tem que seguir.
A sua questão é muito pertinente e devia fazer pensar os governantes e os empresários. Mas como é que alguém pode estar motivido e ser produtivo com o reconhecimento que não tem?
No mundo cão (sem desprimor para estes nossos amigos) da competitividade, tudo é admissível, tá bem! Como alguém já disse, certos humanos já nem são “bichos”…
e não foi este sujeito que foi mal classificado pelo FMI? realmente, estamos entregues à bicharada e engolimos a tralha com toda a gula…
Diz-se que saiu pelo pé, acho eu, isto oficialmente.
Séra que não vê pessoas a passar fome. Bom os parasitar são assim chupam o sague até há ultima gota
Claro que não.
O Sr. António Borges afastou-se/foi afastado do FMI por estar enfermo. Enquanto não for esclarecida publicamente a tipologia da enfermidade e o mesmo teimar em tornar públicas opiniões desta jaez fica sujeito à percepção de que a sua maleita envolve questões do foro psiquiátrico.
Isso não sei mas sei que estas declarações foram profundamente infelizes.
Efectivamente estes senhores, que por uma ou outra razão, chegaram a estes lugares de destaque e por via disso a funcionários destas instituições internacionais, por vezes julgam-se a ultima bolacha do pacote, ou seja acham-se acima do comum dos mortais, e para isso arrogam-se sempre como grandes trabalhadores e esforçados.
Apetece-me dizer que trabalho é a única coisa que fazem pouco, vivem de contactos e expedientes e muitas muitas reuniões, onde raramente se conclui alguma coisa, fazem grandes negócios durante refastelados almoços, com conhaques e charutos, jogam golfe e passam ferias em ilhas de milionários. Ainda assim são catapultados para lugares de destaque, para depois pagarem devidamente os favores a quem os ajuda. No caso deste ilustre troglodita, deve ter chegado à Goldman and Sachs , com o empurrãozinho de alguém , a partir daí teceu as suas teias de contactos e foi sempre a aviar, deu ajuda aos mais liberais do actual PSD a “botar faladura ” e também por isso está a ser devidamente recompensado, a gerir negócios de milhões nas privatizações, gostava de saber quanto valerá isto de comissões?
O correspondente do le monde em Londres, diz que o senhor foi despedido do FMI por incompetência , não sei se é ou não verdade, mas não me admirava.
Mandam reduzir salários e flexibilizar o mercado de trabalho, para aumentar a produtividade e reduzir o desemprego, pois o que se vê onde tais medidas estão a ser aplicadas é literalmente o inverso disso. Animais não serão, era efectivamente um insulto para os bichos, mas que são umas grandes cavalgaduras, disso não há a menor duvida.
estes senhores não têm vergonha, nem compaixão por ninguém, não merecem nem uma gota da água que bebem, é preciso eliminá-los, mas fisicamente mesmo!
Sou contra medidas tão extremas mas pelo menos que nos respeitem.
Temos que acabar com estes de uma vez por todas só assim isso vai para frente………….
Mas … este senhor é ou já foi funcionário do FMI ? O que consta é que “foi” e foi convidado a pedir a demissão por incompetência. E se já não é do FMI, não devia aplicar-se a tal clausula.
Anda aqui uma história mal contada ….
E que, ou me engano muito, ou nunca vai ser esclarecida mas isso não o impede de ofender todos nós com estas tiradas.
Eu explico:
Energúmenos como este;(já pareço o ex-presidente dos lagartos acéfalos, Cabeça de Giz) não podem estar calados, nunca!
Sim porque se fecham a fossa ninguém dá pela existência deles.Como é que ele justificaria o ordenado chorudo que lhe oferecem(outros têm que o ganhar) se não proferisse umas bacoradas deste género dignas de um verdadeiro filho da Marreca de Monsanto?
Na realidade o que ele pretende é aparecer nas noticias, ser visto, mesmo que para isso precise de passar por parvo e outros adjectivos que não me atreverei a enumerar…
Como cidadão honesto e cumpridor das minhas obrigações(sou mesmo obrigado) proponho a técnica do empalamento, tipo a que era feita por Assurbanipal da Assiria durante a hora de almoço…
E agora vamos capitalizar os bancos esses mesmos que expulsam famílias dos lares que habitam por nem terem capital para comer quanto mais pagar a casa, não conseguem pagar a escola dos filhos quanto mais irem de férias, mas vamos capitalizar aqueles que já não emprestam dinheiro a quem precisa para que eles mesmo possam continuar a ter o nível de vida que sempre tiveram.
Pois. Parece que sim.
acho muito bem.
os portugueses recebem demasiado dinheiro e não fazem um corn* durante as suas horas de “trabalho”. deviam ser reduzidos os salários aos portugueses
O melhor é passar tudo a voluntário. Resolvia um problema ao Passos Coelho. O problema é quem é que pagaria impostos depois. O António Borges?
Ordenado minimo para O BORGES já
Ora bem. Com promessa de ser reduzido.
Se fôr para baixar o vencimento dos boys para um décimo então concordo plenamente. Não acredito que este senhor se refira a outra situação, senão estamos perante um caso psiquiatrico.
Não ando muito optimista ultimamente…
Li o comentário de Leonor, que não conheço (conheço a de Camões), e estou de acordo. Li alguns dos comentários, só alguns, pois são muitos, alguns prolixos, outros fastidiosos.
É somente para dizer que, nas palavras do correspondente financeiro do «Le Monde» em Londres, Marc Roche: « O FMI disse-me que se LIVRARAM dele (o dito Borges) porque não estava à altura do trabalho e chego agora a Lisboa e descubro que está à frente do processo de privatizações. Há perguntas que têm de ser feitas».
A propósito ou a despropósito, conhecem todos os «tachos» que outro barão do PPD/PSD, António Nogueira Leite, açambarca? Parece que se trata de um «trabalhador» com dias de 48 horas…
Também ouvi o Marc Roche e ele foi explícito.
Já está tudo dito.
Só quero acrescentar que esta gentinha já perdeu por completo, qualquer pontinha de vergonha.
Também quero dizer que se este senhor se candidatar a qualquer coisa neste país é bem capaz de ganhar, pois como diz um amigo meu, somos um povo manso!…
E somos.
Porque será que todos os deputados quer de direita quer de esquerda ainda não vieram para a televisão denunciar aquele contrato de restaurante para lhes fornecer refeições da melhor qualidade, quando há portugueses e não são poucos, a passar fome?
Porque será?
Falta de carácter e de justiça. São todos farinha do mesmo saco, para se tratarem bem às custas deste povo que tanto sofre. Acordem portugueses que todos eles nos enganam. Gastar o dinheiro dos outros é tão bom e muitos deles não merecem nem o ordenado mínimo, pois apenas se levantam e se sentam.
Defendo desde sempre que os sacrifícios devem ser repartidos mas não é o que acontece:http://o-meu-pai-e-eu.blogspot.p t/2012/06/mais-do-mesmo.html
José, não é necessário ir para o parlamento, eu tenho um na minha secção que faz exatamente o mesmo; de manhã senta-se 1H15 e à tarde volta a sentar-se o mesmo tempo e ao fim do mês dá cá 1500€. O país está como está, porque estas situações acontecem milhares de vezes. Só há gente calaceira e por muito que nos custe ouvir a Frau Merkel tem razão em nos apelidar de mandriões. Eu se fosse alemão também não gostaria de ver o meu dinheiro a ser gasto por um zé camarinha, duma qualquer praia do sul da europa, sem nada fazer e nada respeitar. Os deputados são assim, porque nós assim somos.
Vamos devolver isto aos Mouros e emigramos todos para a Europa. Os calões podem e devem ficar, porque lá na Europa vão ter que dar o litro, enquanto aqui coçam os ditos.
Pela razão de que quem como eu, vive na Bélgica ou nos países vizinhos (Holanda) sabe que ganha 3 vezes mais, tem saúde e educação e etc. de graça, paga roupas, viveres e afins ao mesmo preço ou mais barato (incluo gasolina a menos 0,25€) por litro que em Portugal na zona em que resido e nalguns locais q visito regularmente em trabalho…
Em Bruxelas, às 2 da manhã compra-se 1 cerveja por 0,50€ numa loja de conveniência, e boa! A restauração, nalgumas cidades históricas aqui nesta zona da Europa central, onde também vou por necessidades laborais, já quase apanha Lisboa nos preços. Num bom restaurante, 2 pratos (bife do lombo ou vazia um deles), duas cervejas de 1/2 litro são 40€ em média!!!!
Pedro Passos Coelho foi amigo de todos os portugueses… Emigrem, que mais roubados e maltratados não podiam ser. Boa hora em que sai daí para descobrir que não há maiores vítimas na UE toda que os portugueses!
Se duvidam de mim, venham ver com os vossos olhos; convido inclusivé a sairem das capitais destes países, que poderão verificar que as disparidades ainda são maiores.
Portugal é um país caro!
Não vou falar mais que pode ser complicado…
Essa e a realidade de outros países, contudo os salários são bem diferentes dos nossos em Portugal.
Esta tudo dito mandar pagar os que não tem para pagar e tudo muito facil,ao sr BORGES PEÇA UM SALARIO DE 485.00 PARA SABER O QUE SÃO AS DIFICULDADES DE VIVER AGORA GANHAR 225MIL NÃO CUSTA NADA AMIGO ESTA TUDO DITO.
Concordo com a sua opinião mas se tivesse desenvolvido mais o assunto, provavelmente não iria levar com certos comentários que li. Creio que o problema de António Borges ter opinado em favor da redução de ordenados, não é tanto o seu estar isento de pagamento de IRS, mas é estarmos a dar demasiada importância a um individuo que quer isso mesmo: ser destacado por influenciar a opinião pública conforme lhe dá jeito (como o nosso cómico e raro ex-presidente Mário Soares). A importância que a opinião deste individuo terá, é aquela que lhe quisermos dar. Não adianta caírmos na armadilha do falso moralismo de dizer que fulano X não tem direito a opinião Y porque o seu ordenado não está implicado ou não tem autoridade para o fazer. Debatamos antes as consequências de uma hipotética redução de ordenados sem mencionar o dito cujo, pois que eu saiba não foi ele que inventou esta discussão. Uma das maiores fobias dos políticos é o anonimato. É não aparecerem debaixo dos holofotes a reivindicar feitos e monumentos. Se o povo soubesse lutar contra a sede de protagonismo dos políticos, provavelmente ter-se-iam evitado muitas austeridades.
O que está em debate não são as consequências da redução dos salários, já que, mesmo não percebendo nada de economia, percebo muito de economia doméstica e a minha profissão mostra-me todos os dias famílias em dificuldades. Essa seria obviamente a mais imediata e a que mais me interessa porque me interessam as pessoas. Não deixa de ter razão quando diz que os políticos querem protagonismo e eventualmente António Borges também, não sei, mas dizem-me que já tem influência suficiente.
Gente como esta e outros que desde o 25 de abril se tem enchido a custa do Zé, ainda não estão satisfeitos. Só se calam no dia em este País seja a China da Europa em que andemos todos a trabalhar ao preço de sopa. Já não deve demorar muito.
fala-se muito faz-se pouco
Porque ainda continuam a dar ouvidos a bandidos bem vestidos que se riem de uma maioria incapaz de acabar com a sua espécie? Ainda ando à procura de uma resposta!
Não se encontra resposta.
Os pseudo-especialistas de alguns governantes, dizem que tem de pagar um vencimento alto aos bons gestores para que eles não fujam para o privado. Será que este senhores pensam que o povo português é burro? Então eles não sabem que basta deixarem de financiar, escandalosamente, o privado com dinheiros públicos, para que os gestores não “fujam” para o privado, porque aqueles deixam de poder pagar régios salários à custa do Povo Português?
Mas a questão é que no privado está a empresa do pai, do tio, do avô, do amigo que lhe dá emprego de pois de sair da política, etc…
Este senhor António Borges, fala que o estado é mau gestor, mas é um dos que contribui para essa má gestão, se assim não fosse não abandonava o cargo que tinha na “Fundação da Máfia Internacional” (FMI), para vir ocupar um cargo público, cuja utilidade é questionável, à custa da má gestão dos governos.
Ele imbuído do espírito de “ajuda” do FMI, tal como eles veio ajudar a afundar mais este país em desgraça. É curioso a palavra ajuda externa. Agora pergunto Ajuda a quem? A Portugal? Que tipo de ajuda é esta que se cobram juros? Por essa ordem de ideias, a ajuda que dei para o banco alimentar contra a fome, vou exigir não o dobro, mas mais um pacote de arroz ou de massa como juros.
E quanto às avaliações e pedidos de cortes que a troika pede aos governantes, para continuar a “ajudar” Portugal, não os vejo a exigir o corte dos ordenados a alguns políticos e gestores públicos que, por vezes ganham mais que alguns gestores em países mais ricos.
Não, isso não, porque esses ainda são “primos” afastados, portanto família.
Como já disse antes aqui começa-se por baixo, corta-se nos mais fracos. Esta notícia ilustra-o muito bem: http://www.cmjornal.xl.pt/detalhe/notic ias/exclusivo-cm/politicos-ganham-mais-e m-salarios
Posso ser mal educado, mas já tenho nojo desta escumalh e por isso já não consigo ser educado!
Porque não existe nenhum maluco para matar estes filhos da Puta.Começando no FMI, nenhum ficava vivo e este filho da Puta, era morto aos bocadinhos e seria uma misera sobremesa para um leãozinho
Foi incisiva mas poupou bastante nas palavras! 🙂
E já agora…com tantas auditoria, boçalidades e quejandos, porque não + uma auditoria…à díiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiivida … Ou será que não nos interessa a verdade!!!!!!!!!!
Interessa a alguns.
o que mais me mete nojo é a arrogância e o ar superior com que estas aves de rapina falam. não entendo, nem nunca vou entender como um trabalhador que ganha 500€ tem de pagar impostos e alguêm que ganha por nada fazer milhares livres de impostos e ainda tem ajudas de custo, entre outras regalias.
Toda arrogância é odiosa, mas a arrogância do talento e da eloqüência é uma das mais desagradáveis.( Cícero )
Aconselhar economia ao pobre é grotesco e insultante. É como aconselhar que coma menos quem está a morrer de fome.( Oscar Wilde )
Bem a propósito, a citação do Oscar Wilde.
Será possível que agora só temos professores doutores a opinar, mas foram os mesmo que fizeram esta linda coisa, e que deixaram e continuam a deixar o pais na miséria, de facto quando se fala de legitimidade para quem muito ganha, também se tem de olhar para os muitos que ganham pouco e esses nada produzem, bem pelo contrário, são marginais, convenientes desequadrados da sociedade, homens e mulher pobres mas pouco honestos e às vezes nem assim tão pobres, porque o que muitos não sabem é que um “pobre”, que não tenha rendimentos de especie alguma, que não tenha subsidio de desemprego, pode ter RSI (fantástico) e pode ter 100.500,00 euros no banco, ter uma casinha de 500.000,00 euros, que lá venha o belo RENDIMENTO SOCIAL DE INSERÇÃO, enfim o verdadeiro pais das arábias….
Agora a culpa é dos professores doutores? Não há pobres, são todos bandalhos a viver à custa do RSI, e isto é o país das maravilhas.
É uma vergonha o que se passa neste país e muito provavelmente em todos. Os poderosos sugam-nos o tutano e vivem à tripa forra. Porque não temos nós força para os por na linha?
Não tenho resposta à sua pergunta mas gostava.
Este António é o tal que diz que é necessário, urgente e obrigatório baixar os salários.
Concordo plenamente. Mas tem de ser os salários dessa classe de pseudo trabalhadores, que mandam uns “bitaites” de vez em quando, muitas das vezes sem qualquer nexo ou contributo para o país e levam no final do mês os bolsos cheiinhos do nosso “guitinho” e ainda por cima sem impostos e naturalmente se estão isentos, não contribuirão para o rendimento global em sede de IRS.
É este tipo de pessoas que estão a governar o mundo. Fracos, falsos, incompetentes e sem qualquer pudor. É urgente desparasitar o mundo.
Boas Tardes. Começo a pensar depois de ouvir/ler este e outros economistas, politólogos, fazedores de opinião, gestores, o melhor mesmo é deixar de pagar o quer que seja, seja a quem for e prontos. Não se pagam vencimentos e prontos e de cima a baixo como de baixo a cima, trabalharemos todos de borla. Um voluntariado como filosofia nacional. Ah continuando no absurdo, não se cobra também, certo. Isso mesmo. Ficamos assim flexibilizados, disponíveis, as pessoas passarão efectivamente a ser números. Atingiremos um clímax pois tomaremos a crise (que crise?!) como forma de mudar de vida, de percurso, de história. Porca miséria. São quase sempre os mesmos que pertencem às mesmas famílias de ontem que estudaram nos mesmos lugares em conjunto, que socializam nos mesmo locais com os mesmos amigos das mesmas famílias, se reproduzem e se educam, se replicam de igual forma, com os mesmos pré-conceitos de ontem, alojam-se consoante os seus gostos (e crenças às vezes) e vão mantendo a visão e a perspectiva em relação aos outros quase tão próximos como seus avós, bisavós, tetravós. Porque haveria de espantar que este e outros digam o que têm sempre dito relativamente a este e outros assuntos, ñ ao aumento de salários, redução de benefícios direitos e aumento dos deveres. A relação estreita-se mais. Estes caramelos é que se distanciam. Falar de barriga cheia dos outros é fácil, é barato, cómodo e não sei se dará milhões. Nem nojo ou asco sinto. Começo a ganhar de forma acelerada Indiferença, distanciamento. Daqui a pouco o melhor é mesmo ser autista. Bom…. será que estes outros já não serão hummmmm falando para si mesmos….. acerca de um universo que é aquele que é só seu.
Não duvide que o voluntariado está na moda. O governo já começou com uma acção de sensibilização.
Tem toda a razão. O Antonio Borges é um individuo imoral e sem qualquer consciencia. Como pensionista, tiveram a coragem de me roubar os meus subsidios e aumentar o meu IRS . São estes velhacos nojentos que nos governam !!
E como pensionista ainda tem muitas vezes de ouvir ‘remoques’, como se não tivesse descontado a vida inteira e não fosse seu direito agora.
Esse Sr. Borges e outros Borges que por aí andam, mais não sabem fazer do que viver à grande, à custa do suor dos privados, portugueses e europeus. Esse Sr. veio não sei de onde, creio que duma instituição qualquer europeia, chegou a Portugal desempregado, mas logo tratou de se governar…claro, em instituições públicas, pois no privado é só para quem está habituado a trabalhar e não se ganha tanto. Esse Sr. Borges se tivesse vergonha não abria a boca e muito menos para dizer que os salários têm de baixar. è tempo de alguém mandar calar os Borges que graçam por este país.
Vá lá, vá lá, não briguem!!!!!!!!!!!!Eles nem ganham muito, nós é que ganhamos pouco…! E de quem é a culpa? Não se esqueçam, votem sempre!!!! Nunca faltarão panel……….ros para os panelões do governo!!!! Isto sem querer ferir susceptibilidades, existem panelões de muito boa qualidade.
A questão não é ganharem muito, é virem doutrinar-nos com esta conversa. Isso é o que está em causa.
Além do que ganha livre de impostos , aufere ainda um salário como assessor e provavelmente daqui a uns anos está com uma reforma milionária, hoje não contribui em nada para a crise que estamos a passar e “amanhã” os meus filhos para além da dívida que vão ter de pagar porque terá de ser paga , terão ainda de manter este.. este .. “senhor” que está a dizer que o ordenado dos outros tem de baixar… “porque não se calam estes senhores ” é mesmo!
Os pobres que paguem a crise.
se o sr.ganha 500 mil ou mesmo 1 milhao de euros por mes desde que nao seja o estado a pagar.lhe e que o animal pague os impostos acho que nao temos nada a ver com isso! agora nao pode é dizer as bacoradas que diz, no minimo um pouco de decencia para com aqueles que mal teem para comer! assim sendo e se muitos entenderem que sao crimes contra a humanidade—–em alguns sitios que bem sabemos teriam a( forca). nao defendo nao defenderei nunca a pena de morte mas crápulas destes nem isso mereçem.apenas o nosso mais profundo desprezo
Desde o início que digo isso: não me interessa o que ganha mas interessa-me que ‘mande’ reduzir salários quando ganha o que ganha evidentemente.
Porquê será que não há ninguém capaz de acabar com isto?!
Será que estão todos os políticos envolvidos no roubo dos contribuintes? Se assim for, temos de criar um novo partido politico com pessoas de bem…
Boa pergunta. Os últimos trinta anos são capazes de lhe responder.
Concordo incondicionalmente com esta Indecência exposta. É de bradar aos Céus, com tamanha barbaridade. São estas políticas organizadas por políticos que são eleitos por eleitores, são dramaticamente castigados.
São estes sangue sugas, vampiros que destroem este País e parte da sociedade em geral, para os deixarem na miséria. Haja Vergonha, políticos de meia tigela. Governem Portugal. um Portugal que seja Portugal para todos, não para parte daqueles,que não precisam. Haja Decência!!!!!!!!!!
Merecíamos melhor, de facto.
lamento a brutalidade mas as vezes acho que dar uso aos pelourinhos que existem por ai era muito boa ideia.já não existe nem discurso nem paciência possível para ouvir tanta gente “BESTIAL” .
Afonso Henriques, desde que bateu na mãe ficou um bocado radical, não acha? 🙂
Este Dr. António Borges devia ter vergonha da entrevista que deu dizendo que devem baixar os salários em Portugal, e o Governo português devia ter vergonha de ter gente desta ao serviço auferindo os vencimentos que se conhecem, fora o que se não conhece.
Dr. António Borges por algum motivo “deve ser falta de competência” que o mandaram para a sua terra.
‘Vergonha’ e ‘pudor’ são conceitos antiquados pelo que nos é dado a observar neste país.
…os meus caros concidadãos irão desculpar, mas é minha opinião de que nós Portugueses, temos aquilo que merecemos. Se temos um PR como temos, (até nisso somos um Povo estúpido), está lá porque a maioria do pessoal votante não se deu ao trabalho de ir votar e então reelegeram este “filho de uma cancela rangente, urubu, múmia paralítica” para o mais alto cargo da Nação; se temos tido estes (des)governos, foi porque alguém votou neles, por isso, não sei do que é que o Povo se queixa!!! Se esta canalhagem lá está, tem estado e provavelmente irá estar, deve-se única e exclusivamente ao Povo que vota é soberano e coerente na asneira que tem feito ao longo de 30 anos. Dirão as pessoas que à esquerda (já se viu o que a direita faz), não se vê ninguém à altura do cargo. Será tão linear assim? Há uns anos diziam que eram os comunas que comiam criancinhas e matavam os velhinhos (cassete abençoada pela sta igreja), vem-se agora a ver que afinal é a direita que retira os apoios e incentivos à natalidade e retira os apoios médicos aos mais velhos, para que eles morram mais depressa, deixando de ser um encargo para o Estado. Desculpem lá se disse alguma barbaridade.
Tá tudo dito, apoiadissimo.
Vejam a notícia no Sapo onde um jornalista do le Monde achou mito estranho o António Borges estar à frente das privatizações quando no FMI lhe disseram que fora dispensado porque não prestava. Este é um problema de Portugal os falsos moralistas. Passos diz que o desemprego é uma opurtinidade mas começou a trabalhar aos 30 e tal anos logo como gestor, trabalho arranjado por um camarada de partido. Paulo Teixeira Pinto defende a liberalização dos despedimentos, mas trouxe uma idemenização de três milhões e quinhentos mil euros do BCP . E mais casos se podiam relatar. Como disse Juan Carlos. Porque não te calas ?
É sempre uma oportunidade quando nunca se sentiu na pele. Isso e outras coisas.
Realmente é de lamentar que quem mais ganha, mais comentários absurdos faz.
Estes Sr’s que muito ganhão deviam era vir a público dizer que reduziam em 75% do que auferem anualmente para ajudarem o pais, mas não o que que fazem é dizer que quem equilibra a economia nacional que são aqueles que ganham entre os 500€ e os 1500€ devem ganhar menos, tenham é vergonha na cara, pois o que parece é que não são de nacionalidade portuguesa mas sim francoalemã, e não se esqueçam que é com o suor dos que ganham entre 500€ e 1500€, que vocês conseguem ganhar essas isurbitâncias, pois excepção são estas pessoas e não vocês como fazem passar a ideia.
Desde que os outros paguem, o problema não é deles.
Boa tarde D. LEONOR BARROS,
Li o seu texto e rememorei os fenómenos que estão na sua causa.
Quanto às crises, sejam elas de que tipo forem, é sempre o mesmo: o “pé-descalço” é impune porque não tem como pagar e o “poderoso” está na maior com os bens a bom recanto num qualquer paraíso fiscal que é para isso que foram criados!
Quem paga as crises? É sempre a quase extinta classe média que é aquela a quem ainda se podem esbulhar bens.
E isto tudo porque inventaram um sistema de governo chamado “partidocracia”, que é parente pobre da democracia, em que os eleitos são designados pela “click partidária”.
Quem faz as leis que regulam os Estados é essa click partidária, obviamente armadilhando-as para que continuem impunes.
Quem investiga, as polícias a quem cada vez dão menos meios e menos independência para fazer com isenção o seu trabalho.
Quem quiser julgar com imparcialidade, vê-se emaranhado numa teia de recursos e similares que só têm por finalidade provocar a prescrição dos crimes.
E o povo convencido de que está a participar em eleições democráticas, vai eleger “os já escolhidos”.
Sabe como diz o povo “quem cabras não tem e cabritos vende, dalgum lado lhe vem”.
Até um dia destes
Ai Domingos, não me trate por D. que me faz sentir muito mais velha. Tem razão são sempre os mesmos a pagar as crises. Esta não é excepção.
Salmo pela distribuição
Senhor,
na Rua nº 8
entre a 6ª Avenida e a Broadway
em Greenwich Village
há tantas sapatarias
com tantos sapatos
que me pergunto
por que há tanta gente descalça
na terra.
Senhor,
tens que despedir o Anjo
que tem a tarefa da distribuição.
Jack Agueros, versão de Lp / Blog Do Trapézio, sem rede
Beijinhos :))
Beijinhos, Ilda 😉
Este senhor devia ir para onde vão aqueles que nos roubam descaradamente .Para o xadrez!!!!!!!!!!!!! Ou então devia calar-se para não insultar quem trabalha ou trabalhou no duro durante uma vida. Vai trabalhar com uma enxada e mudas logo de discurso!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
Dêem-lhe um ordenado mínimo para gerir a vidinha durante um mês, não acha uma boa experiência?
Só uma pergunta: porque é que se preocupa tanto com a sua educação, quando é gozado todos os dias por gente sem qq educação?
Caro bloguista, mais vale uma guerra aberta, do que uma guerra surda em que fica sempre sublimado pela sua pretensa educação.
Cá para mim, as pessoas perderam a noção do rídiculo e já nem a violência sabem usar (como se ela, a violência, n tivesse smp existido).
(As pessoas perderam o raciocinio abstrato, mas ganharam bastante em sociopatia).
Não há dúvida que enquanto pagarmos os ordenados chorudos a estes indivíduos, não os conseguiremos calar.
Devemos primeiramente denunciar os que os contratam como consultores ou p/ outras funções que tais.
Quem tiver estas informações deve colocá-las na net , e mostrar quem alimenta estes “senhores”.
Quem tem amigos tem tudo neste país.
O ajustamento salarial é inevitável, e vai fazer-se seja através da moderação dos salários ou pela redução do emprego (aumento do desemprego). Ou seja, ou os custos unitários do trabalho baixam, ou as empresas despedem.
Para este governo é mais fácil ir por esta 2ª via, pois é menos erosiva sobre o ponto de vista eleitoral. Baixar salários significaria confrontos com o sector do trabalho, fechar os olhos ao desemprego, não! Desgasta, mas para já não há eleições à vista.
Mas importa trazer à coação que foi a redução salarial a via escolhida pelo patrão Passos Coelho em relação aos funcionários públicos (e pensionistas). Sem hesitação! E com o aplauso frenético daqueles que agora se atiram ao Dr Borges pela sua afirmação.
O velho princípio bem português: concordo com os sacrifícios, desde que não passem por mim.
Bem mas o que eu lamento não é que as pessoas reajam a estas declarações do Sr Borges. Lamento isso sim, e muito, é que essas pessoas tenham aplaudido os cortes na FP. O mesmo ajustamento salarial que hoje rejeitam muito justamente para si.
Bem visto. Houve quem esfregasse as mãos com os cortes da FP, o problema é que o dinheiro que os FP tinham pode marcar a diferença nas suas próprias vidas, nomeadamente no comércio. Mas primeiro houve que os diabolizar.
Fico estupefacto com a falta de vergonha, sensibilidade e humanidade, destas pessoas, que vivendo na abundância obscena, para a maioria dos portugueses, se comportam como vampiros, sempre famintos de mais e mais sangue da manada. Até quando… lM
http://www.youtube.com/watch?v=DLePUU4kK
TEMOS DE TER UMA ATITUDE MAIS PRO-ATIVA! UMA NOVA REVOLUÇÃO NESTE PAÍS ERA O NECESSÁRIO PARA COLOCAR ESTE GENTE DE UMA VEZ POR TODAS FORA DOS PODERES E FAZER UMA MAIOR DISTRIBUIÇÃO DA RIQUEZA DESTE PAÍS.
SALÁRIOS MAIS ALTOS PARA OS MAIS COMPETENTES E TER UMA ATITUDE MAIS DEFENSORA DOS MAIS CARENCIADOS E BEM QUALIFICADOS NESTE PAÍS , SÓ ASSIM SE VAI CONSEGUIR UM FUTURO MELHOR PARA NÓS OS NOSSOS FILHOS E OS NOSSOS NETOS .
Pobres dos nossos filhos!
Já estamos habituados que personagens como esta em vez de serem chamados a cumprirem obrigações que deveriam ser comuns a TODOS os cidadãos se auto defendem com BARBARIDADES como esta.
Aliás já o Dr. Silva Lopes (que tem POUCAS REFORMAS) nos tinha presentiado com este tipo de ofensas ao cidadão comum.
São sempre os mesmos que a ver se cola lançam estas perdizes para ver quém corre atrás.Por isso se vão mantendo em cargos que sucessivamente abandonam mas o TACHO esse mantêm-no sempre.
é compreensível, pois assim sempre deve ficar folga para ele continuar sem pagar impostos ou até ter um aumento no seu salário livre de imposto, isto de pagar impostos é coisa para pobres os ricos não podem pagar pois teriam que baixar o seu nível de vida e isso não está certo, coitadinhos.
Pois, coitadinhos.
Reparem agora o que o Jardim ganha por Mês à frente do Millennium, banco este que o goveno entregou uma soma astronómica dos nossos bolsos para se financiar.
Já chega!!!
Cada vez mais me convenço, que gente como AB devia ser obrigada a viver como o comum dos cidadãos. Tanto iluminado, licenciado e amigado, para nos carregar até aqui. O triste de tudo isto, é que falam muito da sua preocupação com os outros, dão remédio para tudo, no governo ou oposição, de comum apenas uma coisa: Estão todos bem de vida, aplicam aos outros as receitas que para si próprios recusam, ainda recebem para emitir opiniões. Não se contentam em mostrar os dentes, afundam os mesmos na carne de quem não se pode defender, tudo às claras, rindo-se de quem lhes alimenta a pança.
A Srª. D. Leonor Barros não podia definir melhor\as características dos políticos e endinheirados do país, não sei se a Srª. é ou não jornalista, mas se for, faço-lhe uma pergunta, porque não confrontam estes imberbes, com estas situações, quando os entrevistam em público? seria interessante, quando estes animais (peço desculpa aos animais) dizem publicamente que os salários de quem trabalha deveriam baixar, perguntarem-lhe quanto ganham eles, não têm coragem para o fazer?.
Trate-me só por Leonor 🙂
Na internet, estamos constantemente a ser surpreendidos, não será este o caso, pois penso tratar-se de uma Mulher e como tal, apenas lhe faço a deferência que me merecem todas as Senhoras, com as quais não tenho a liberdade suficiente, para tratar doutra maneira, as minhas desculpas!!
Muito obrigada pela deferência 🙂 Não sou jornalista mas há perguntas que ninguém faz.
Subscrevo integralmente.
Mais, ainda, se pudessemos enviar todas estas “individualidades” para Marte, a título definitivo, apenas teríamos a ganhar… quer financeiramente, quer em credibilidade.
Muito me espanta é que ainda haja quem lhes dê emprego.
Amigos, há que ter amigos bem colocados.
Descaramento tem (devia ter) limites. No lugar daquela sumidade (prémio Nobel em economia, da dele, pois claro), começaria a andar preocupado e a olhar por cima do ombro. É que nunca se sabe…
Blá blá blá blá…no fim vão sempre em carneirada votar nuns e noutros.
O problema somos NÓS que continuamos a aguentar sermos governados por bandidos mas “é normal” é tudo normal, os valores andam TÃO por baixo que já nem nos apercebemos?
Estão a ser e foram cometidas ATROCIDADES contra todos nós, é normal?
A mim apetece-me matar alguém!
Não mate que se desgraça, Pedro! Mas compreendo e partilho a revolta perante a nossa passividade. Não defendo a violência, mas algo deve ser feito.
Detesto esta gente com cara de pau carunchoso,a butar faladura do alto,do seu trono dourado,é gente cinzenta com mentes cinzentas,e,ideias cinzentas que fazem a nossa vida cinzenta que todos os dias nos trás uma desgraça,para quem já tem uma vida desgraçada.querem que trabalhemos por uma malga de arroz como faziam os chineses,e falam estes personagens sombrios, de direitos humanos..na china e na Africa….e a nós tiram-nos os nossos direitos e estas cabeças cinzentas que nos governam e se acham iluminados dizem ..amém…pobre povo que é governado por gente vestida de cinzento,com mentes cinzentas,que tem um Parlamento cinzento,que aprova leis cinzentas,onde se fazem audições cinzentas,onde nada se descobre porque fica tudo numa nuvem secreta cinzenta,que cada vez fica mais cinzenta de tanto nôjo que mete,como cinzenta era a pide que fez a vida cinzenta a muitos portugueses.E esta troika cinzenta, vai-nos fazendo a vida num oito cinzento,e o nosso País vai ficando cinzento….cinzento…………o paradigma é que quase todos os dias brilha o sol.
É muito revoltante, tem toda a razão.
E uma autentica vergonha, tudo isto.Pois se estes lugares dessem muito trabalho, de certeza que eles não pareciam cães a bofe para ir para lá.Em relação aos cortes, eles não sentem na pele, apenas carregam aqueles que sempre contribuíram para as contas do orcamento.Mais, informo se a divida é de todos então eles deviam de reduzir os chorudos ordenados e conseguirem viver com os míseros ordenados da função publica. Pois só assim podem sentir na pele a crise, caso contrario não passam de chulos demagogos.È uma vergonha os outros andarem de tanga e os senhores vestidos de fato e gravata.Ah, ate estão com sorte, temos o futebol e o fado, pois com isto tudo o povo vai andando entretido, deixando a eles o tempo suficiente para manobras.
Para grande sorte vem aí o ‘ópio do povo’ em forma redonda: futebol até Julho, acho eu.
Concordo:
…Por falar em empreendedorismo. Porque será que tantos bons gestores não empreendem na economia real e se exige aos que não têm meios que o sejam? Parece-me que anda por aqui uma ciência económico-financeira que me faz acreditar que não há boa gestão sem maus gestores…
Tão fácil falar …. gerir o dinheiro do estado, sem respeito.. mto fácil.. pq é q estes empreendores são funcionários,,, funcionários na veradadeira aceção…
Está na moda apelar ao empreendedorismo e à criatividade. O que me pergunto é como é que alguém com ordenado mínimo, despesas, filhos em idade escolar, sem amigos nem conhecimentos o tem de fazer. Não sei.
Caros compatriotas
Desde a nossa adesão à CEE tudo tem sido mau. A agricultura vive de subsídios, o FSe serbio muitos e estruiu a nossa economia e logo que começou com a Presidencia de Soares e o Cavaco que vai fazer vinte anos de poder é só ver. Justiça não há e é para os mais ricos fugirem . Empresas e bancos robados vejam desde 1985 a cálifa de gente que passou pelo poder político com tachos económiscos ligados a autenticas máfias e lojas. Os maiores xulos são os deputados, que fazem leis para os beneficiarem. O que resta? Emigrarem? NÂO. OS Desempregados têm que defender a Pátria de ter treino militar em qualquer parte do mundo para fazerem uma revolução a sério. Organizem-se mas cuidado não roubem os pobres. Sabem quem são os causadores destas desgraças, o inimigo é visível, está cá dentro mas já roubou o dinheiro que está lá fora, mas também est+ao em bons lugares lá fora. Criem uma empresa para destruir a classe politica e os escroques deste Portugal.
Eu também adoro bicharada. Tanto, que faço minha a célebre frase de Alexandre Herculano: “Quanto mais conheço os homens, mais estimo os animais”.
O único animal à face da Terra capaz de morrer simultaneamente de fartura e de fome é o Homem (não o mesmo homem, claro).
Em todas as outras espécies, havendo comida disponível e saúde, nenhum animal passa fome. Muito menos algum morre de fartura.
Porque, ao contrário do Homem, um animal, para se sentir bem, apenas necessita de ter a comida indispensável para viver.
O Homem, não. Tem ambição. Quer sempre mais, nunca está satisfeito com o que tem.
Há mesmo quem diga que há dois tipos de pessoas. As ambiciosas e as invejosas.
As ambiciosas são as que alcançam a riqueza.
As invejosas são as outras.
Deve ser por isso que se diz que Portugal é um País de invejosos…
Há dois tipos de ambiciosos: aqueles que alcançam a riqueza para si próprios em consequência de a terem criado para a sociedade e aqueles que simplesmente a “desviam” da sociedade, empobrecendo-a.
Estes são – e sempre foram – claramente dominantes neste desgraçado País.
São excelentes (excelentíssimos…), mas nunca criaram um tostão de riqueza que fosse.
Por exemplo, os economistas: temo-los para aí às dúzias, quase todos ostentando currículos impressionantes, com mestrados, doutoramentos, MBA, e muitos até já com livros publicados (que provavelmente ninguém leu).
Contam-se pelos dedos os que alguma vez na vida foram capazes de criar uma simples empresa. Muito menos uma empresa capaz de fabricar um produto daqueles que se exportam ou que substituem importações, criando de caminho uma série de empregos qualificados e bem remunerados. E muitíssimo menos uma daquelas que aparecem destacadas nos “rankings” de satisfação dos trabalhadores.
Economistas “excelentíssimos” desses há poucos, muito poucos.
Mas economistas que, antes de ostentarem os tais currículos impressionantes, no início das suas carreiras, começaram por se filiar num partido político, preferencialmente num dos do “arco do poder”, desses há por cá muitos.
Alguns andaram uns anos pelo Parlamento, outros “esbanjaram” o seu saber nas Universidade, até que algum iluminado se lembrou de os chamar a tarefas governativas.
No desempenho dessas tarefas queixam-se muito de que ganham pouco e que só lá estão por amor à nação.
No final das respectivas comissões – e apesar de serem normalmente rotulados de incompetentes – são invariavelmente chamados a desempenhar cargos importantes e (agora sim!) muitíssimo bem remunerados, em empresas públicas ou privadas.
É injusto dizer isto dos economistas, dirão alguns.
Até porque os advogados são os que têm pior fama, com as suas leis feitas à medida para safar clientes cheios da massa.
E os gestores?
E os engenheiros (incluindo os que acabam os cursos ao domingo)?
E os de Relações Internacionais?
E os…
E entretanto o País continua a empobrecer, a austeridade a aumentar, a Educação, que já não era grande coisa, a piorar, a Saúde, que até era das poucas coisas que nos permitiam ombrear com os países mais avançados, a piorar, a Justiça (Ah! Ah! Ah!), na mesma, que não se pode cair mais quando já se bateu no fundo, e esta cambada dos BPNs e dos BPPs e dos Freeports e das PPPs a enriquecer…
Gosto tanto da bicharada…
Eu não digo que não têm razão mas neste país há violação de direitos humanos pelo estado que não é pessoa de bem e nisto não falam. Não falam porque vivemos numa sociedade materialista e de diversões onde o ser humano passou a ser tratado como uma coisa, um numero. Alguns até dizem que esta violação de direitos humanos é normal, não é noticia. Estranho pois violação de direitos humanos noutros países é noticia cá, violação de direitos humanos cá não é noticia. Ou seja o que interessa é enganar o povo. Este é o país da palhaçada, da diversão e da hipocrisia onde há 2 pesos e 2 medidas quase para tudo de acordo com os interesses da altura.
Concordo inteiramente: somos ‘coisas’, números, para pagar impostos quanto mais melhor, para reduzir o desemprego quantos mais emigrarem melhor. Arranjar soluções, pelos vistos, é que é difícil.
Concorda mas mais uma vez fala no materialismo da sociedade. Para quem não sabe o principal problema deste país não é económico é ético, é falta de valores e de princípios. Muitos dos que agora estão com problemas económicos se não estivessem seriam como os outros dos quais se queixam. Neste país nem sequer podemos confiar nas instituições que fazem coisas assustadoras às escondidas.
Exactamente, porque é o que somos para o governo ou acha que se preocupam com as pessoas? Temos vários problemas, a falta de qualidade dos políticos é um deles, e, sim, no domínio ético têm algumas lacunas. Estou a ser simpática dado o adiantado da hora.
Este e tantos outros senhores tanto em Portugal e estrangeiro, são fruto de democracias podres, onde o Povo lhes passou o Poder para as mãos sem que estes tenham de dar prova dos seus actos e capacidade, acabam todos como ricos e corruptos, sorridentes e absolvidos pela (sua) justiça, pois defendem-se todos uns aos outros. Eu como nasci na ditadura, onde houve muita miséria mas que a pouco e pouco a vida ia melhorando infelizmente não tão depressa como no resto da Europa Ocidental, o que havia mais de chato era não poder-mos falar noutra ditadura que era o comunismo o qual não era permitido em Portugal, mas recordo-me de procurar melhor vida em França e de ouvir relatos de que durante a 2ª guerra mundial os parisienses terem de comer ratos que caçavam nas caves e subterrâneos de Paris e os aldeões fazerem pão de castanhas por falta de cereais . Mas hoje sinto-me muito mais triste e desiludido porque não há nenhum político capaz de apontar que Salazar morreu afortunado e vejo-os a eles da esquerda há direita viverem à grande, o Povo sem direito a trabalho, a uma assistência médica cada vez mais precária, mendicidade, assaltos e até parece que direito a morrer ás mãos de bandidos, tribunais cheios de processos até prescreverem quando se trata da tal alta classe claro!,parece que temos direito e dever de suportar tudo o que é de mau sem que ninguém olhe por nós. Nas campanhas eleitorais aparecem as falsas promessas e o pobre Zé povinho atrás deles a bater palmas e depois votar e, aqui está a livre expressão de um povo que passou para as mãos destes senhores todo o poder de decisão sem mais qualquer controlo sobre eles. Onde está afinal a diferença e os verdadeiros malefícios sobre uma sociedade de uma ditadura e a de uma democracia? As nossas fábricas de têxteis e lanifícios que empregavam milhares de pessoas sobretudo mulheres, fecharam quase todas, há dias entrei para comprovar numa grande loja de marca internacional e das sete peças de vestuário que observei, todas elas fabricadas em países asiáticos diferentes, como é possível uma coisa destas? As nossas companhias marítimas desapareceram todas, parte dos barcos de pesca abatidos, os nossos estaleiros navais sem barcos e afundados em dívidas, estamos de costas viradas para o mar e virados para uma Europa egoísta que nos tramou ao dar-nos dinheiro fácil que agora temos que pagar em troco de tudo isto e mais uma agricultura onde nos impuseram cotas e proibições de criar cereais, figos, carne , leite,etc . para venderem eles os seus excedentes. Muito obrigado senhores políticos pelo bem que tem feito ao nosso País. Se existisse justiça estou certo que haveria muitos menos candidatos a cargo desses. Resta ao Povo meditar por toda a Europa e talvez mais uma vez resolver a situação.
Os ricos ainda têm a lata de mandar cortar os míseros salários, dos portugueses? Este senhor ainda queria ser presidente do PSD? O Zé Povinho tem razão, toma.
DESCOBRI AGORA O QUE AQUI SE PASSA…
…O POVO É SERENO (…)
FALEM, FALEM MAS NÃO FAZEM NADA E É GRAÇAS A ISSO QUE ESTE PAÍS ESTÁ COMO ESTÁ, EU TENHO FEITO AS MINHAS GUERRAS (…).
QUANDO NÃO HOUVER MAIS DINHEIRO PARA DARMOS DE COMER AOS NOSSOS FILHOS SERÁ QUE COMPREENDEM QUE ISTO NÃO VAI LÁ COM “PANINHOS QUENTES”?!
EM VEZ DE OBRIGARMOS OS NOSSOS IDOSOS (ESSES QUE LUTARAM PARA CONQUISTAR DIREITOS EM DÉCADAS QUE SE LEVAM AGORA MEIA DÚZIA DE ANOS A PERDER) A ESCOLHER ENTRE COMER OU COMPRAR MEDICAMENTOS DEVÍAMOS MATAR TODOS OS QUE GANHAM PRÉMIOS COLOSSAIS A GERIR EMPRESAS PUBLICAS QUE DÃO PREJUÍZO AO PAÍS CUJA FACTURA TEM QUE SER A CLASSE MÉDIA POR CONTA DE OUTREM A PAGAR?!
CONTINUAM A ENGANAR E A SER ENGANADOS ATÉ AO FIM, SEMPRE OS MESMOS.
COM UM PAÍS QUE SE AFUNDA, A CLASSE POLÍTICA CONTINUA A SER UM PARASITA QUE SE ALIMENTARÁ ATÉ À ÚLTIMA GOTA DE SANGUE DO SEU POVO.
O POVO É SERENO!!…
O FIM SERÁ TRÁGICO E NÃO HÁ COMO EVITÁ-LO, DÁ PARA VER ISSO MESMO
Não precisamos de extremos, precisamos ‘só’ de gente séria.
Ó Miguel-Alenquer, permita-me corrigilo. O senhor não perguntou nada, e muito menos ao Vasco Gonçalves!. O Sr. Dr. Mário Soares, esse senhor,exilado politico em casa de um amigo de seu pai, e funcionário na embaixada, ou consulado? de Portugal na Suissa, sabesse lá a passar que dificuldades? E apos o 25 de abril regressou e tanto fez (ROUBAR) a Portugal. Este Sr. sim, é que disse ao Sr. Olof Palm, que ia a cabar com os ricos em Portugal, ao qual o dito srrespondeu, não acabe com os ricos acabe sim com os pobres. Mas ele percebeu ao contrário, grande homem, este sr. Mário Soares. Já agora, como disse alguem aqui, eu estou muito de passagem, por estas andanças, mas permitam-me: em vez de estarmos aqui sentados ao computador a trocar cromos, porque não combinarmos uma data e irmos todos para a rua,e em vez de sermos 300 ou 400 mil,sermos 1,2,3,4, milhões, a dizermos a estes ladrões: Basta
Ó J.Costa, permita-me “corrigi-lo”. É assim que se escreve a palavra, homem! E também é “sabe-se” e não “sabesse”, criatura.
Olhe, só vou para a rua consigo quando aprender a escrever bom português, pronto.
Sr. Basta, obrigado por me ter corigido, mas olhe, não sou homem e só tenho a 4ª classe. e pelos vistos o Sr. deve ser Inginheiro (perdão Engenheiro), mas obrigado. E obrigado por ter dado atenção ao que escrevi, apesar dos erros de portugês, acho que o Sr. percebeu o meu recado e tomara que outros como o Sr., tenham lido, quem sabe um dia ainda nos vamos encontrar na rua.
Se tiver a 4ª classe antiga saberá mais do que muitos licenciados que por aí andam, ao que parece…
Com o AO tudo se permite. Que não nos zanguemos pela ortografia.
Leonor só vim para lhe dizer que está certíssima quando fala destas ” coisas “, fez bem em não lhe chamar animais, isso seria um mimo.
Ainda me lembro deste senhor, falar da crise quando esta rebentou nos EUA, palpitando que não deveríamos exagerar, jamais chegaria cá. Um supra sumo pago a ouro…
Pago a peso de ouro para dizer disparates. Desta vez parece que não foram muito bem recebidos. Da direita à esquerda ninguém ficou satisfeito. Até o Cavaco se pronunciou, cr.
Agradeço a sua resposta.
Quero dizer-lhe que estou plenamente de acordo com o seu «Por que não se calam?».
Mas este desgraçado país. à beira-mar plantado, não vai lá com cravos. quando assiste, impavida e serenamente, para não dizer bovinamente, às maiores tratantadas e injustiças sociais.
Quer exemplos?
Já, no seu comentário, dá um exemplo entre muitos. Que esperar deste senhor ex-director do Departamento Europeu do FMI, actual conselheiro de Estado para as privatizações e ex-vice-presidente do Conselho de Administração do Goldman Sachs Internacional, filial inglesa do banco norte-americano, de 2000 a 2008? Também membro do clube de Bilderberg, tendo participado nas reuniões de 1997 e de 2002. Também membro da Comissão Trilateral.
Pois, à semelhança da Grécia, Itália e Banco Central Europeu. com personagens ligadas ao Goldman Sachs e Trillateral e Bilderberg, também este se apresta para ser «imposto» em Portugal como homem de confiança da banca e assim dar uma mãozinha para salvar os Estados Unidos à custa a Europa.
Parece que sim. E depois vêm falar-nos de meritocracia. Qual meritrocacia? Mérito temos nós de aguentar tudo. Ou então somos mesmos mansos.
Mansos sem dúvida. Concordo plenamente consigo porque só a nossa mansidão pode explicar que casos como este, como o de José Sócrates, como o de Miguel Relvas, como o de Paulo Campos e de tantos outros, nunca sejam sequer julgados criminalmente. Em Portugal a política serve para servir, não o povo claro está, antes os interesses particulares e corporativos. O povo que se lixe.
É verdade, Heitor. A impunidade é um cancro que corrói este país, embora aqui ainda nos fiquemos pela verbalização de disparates. Para minha enorme surpresa até Cavaco Silva se pronunciou. Deve estar com medo que lhe vão aos 800 euros da reforma da mulher, coitadinha ou dele próprio.
Tem razão, a raiva que estes casos me fazem levaram-me a colocar António Borges no mesmo saco dos outros. No entanto lembro-lhe que este senhor, cujo ordenado desconheço e nunca vi divulgado, está a ser pago por todos nós para tratar das privatizações das empresas com capital público. Ou seja, deveria ter mais cuidado com o que diz e respeito por quem lhe paga o ordenado – que imagino chorudo. Aliás parece estar na moda o disparate, a ausência de respeito e senso comum quando um secretário de Estado da Cultura se esquece do lugar público que ocupa para dar asas ao seu fervor clubístico em crónicas de opinião. Isto de governar para todos os portugueses é infelizmente uma miragem…
Ora aí está, Heitor. ele quer reduzir os ordenados dos outros para ele poder ganhar mais, mas isto são extrapolações. O problema principal é e falta de respeito por quem ganha miseravelmente, como já disse antes. Mas toda esta promiscuidade de alguém que veio do FMI, está na Jerónimo Martins e é consultor do governo para as privatizações não me parece nada saudável.
Quanto ao Francisco José Viegas, esteve pessimamente, clubes à parte, neste caso era o Benfica mas mostrou um desrespeito pelo adversário com quem o Porto se ia defrontar. Esperava-se mais imparcialidade e desportivismo de alguém que é Secretário de Estado da Cultura, tem toda a razão. E de qualquer cidadão, de resto. O Benfica ou qual outro clube que jogue com o Porto passará doravante a ser intitulado ‘aquele de que não se pode dizer o nome’ :))))
É como lhe digo, é difícil não concordar consigo. Somos um país de mansos, a prova disso é que vamos de pouca vergonha em vergonha nenhuma e continuamos alegremente a pagar estes desvarios. Aliás, a forma como nos dizem que emigrar é que é bom, que o desemprego é uma oportunidade que deve ser apreciada, que os sacrifícios merecem do “querido líder” um agradecimento sentido, mostram claramente que nós portugueses somos bons é a assobiar para o lado, caso contrário, os nossos governantes já teriam sentido o peso da indignação dos portugueses.
O PM até já agradeceu a nossa paciência e de caminho devia ter agradecido às pessoas que em desespero deixaram o país entretanto. Fizeram-lhe um favor. Não tenho presentes os números mas têm sido cada vez as mais as pessoas a quem não resta alternativa, mais os jovens evidentemente. Aproveite o Corpo de Deus, Heitor que este em nome de sabe-se lá o quê será o último. Estou para ver o aumento da produtividade para o ano com este tipo de medidas de meter a cabeça na areia.
Leonor,
Não tenha ilusões. Quem esteve por trás desta subida da segurança social que resultou numa baixa de salários?
Ilusões, eu? Se me lesse com atenção saberia que não tenho ilusões, António. Infelizmente, acredite.
Gostei muito do post. Este país vai de mal a pior. Eu acho.
Eu não só acho como tenho a certeza absoluta.
Nada de especial. Apeteceu-me apenas vir aqui deixar o comentario nº 376.
Ahahahahahah
Ainda vai aos 400 🙂
Não tenho muito o que comentar mas posso dizer com toda a franquesa,Concordo em todos os aspctos*!!!Obrigada*
Eu já terminei* obrigada
Muito bom dia minha Senhora.
A meu ver tece uma observação muito pertinente. António Cabral