Por outras palavras


Pedro Correia,

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«Where I’m going, you can’t follow. What I’ve got to do, you can’t be any part of.» 

Rick Blaine, Casablanca

 

A História, a todos os níveis, não se escreve com ses. Mas é possível, com uma simples pergunta, fazermos uma análise contrafactual a uma história de amor para testar a sua solidez. Até que ponto os seus protagonistas sofreriam se perdessem quem amam? Por outras palavras: o amor não se alimenta apenas da felicidade que há, mas da infelicidade que se deseja desesperadamente que não exista.

8 comentários em “Por outras palavras”

        1. Se a sátira involuntária pagasse imposto, ele já estava falido.
          E talvez gostasse por defender tanto o governo que impôs aos portugueses a maior carga fiscal de que há memória.

    1. Premio al tonto, diriam os meus parentes da outra banda da raia.
      Você nunca desilude, balio, Deus o guarde por muitos e bons anos, para nosso divertimento.
      P.S. para obviar ao alegado – por si – embaraço dos chapéus, tem o nosso corpo, bi-lateralmente, o músculo imortalizado pelo Vasco Santana, o esterno-cleido-mastoideu.

  1. O balio está a fazer bluff, ele sabe perfeitamente que umas matrizes 3×3 bem escolhidas resolvem o problema.

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