Por estes rios acima (36)


Pedro Correia,

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RIO CEIRA 

 

Nascente: Serra do Açor, perto da aldeia de Piódão, concelho de Arganil

Foz: Rio Mondego, à entrada de Coimbra

Afluentes: Rios Arouce, Dueça e Sótão

Extensão: cerca de 100 km

 

«O rio Ceira, em apertos, apesar de fundo é óptimo para tomar banho e é uma experiência sensorial única atravessar o canhão fluvial olhando para a imponência dos penedos da Senhora da Candosa, que nos mitigam e nos fazem restringir a nossa verdadeira importância.»

Orlando Ribeiro, Finisterra – Revista Portuguesa de Geografia (1968) 

5 comentários em “Por estes rios acima (36)”

  1. O rio Ceira também é óptimo para molhar os pézinhos quando já estamos cansados de conduzir por estradas cheias de curvas e contracurvas. Fiz isso em Góis, num cenário deslumbrante, a 150kms de casa.
    Já tinha estado em Arganil, Avô e Coja e vinha com a alma lavada: tanta beleza, tanta, o nosso país é mesmo uma maravilha e a maior parte das pessoas nem sabe.
    Ah, e só não dei um mergulho porque estávamos no início de Março…

      1. De tal maneira que agora se vê tudo o que está no chão desde a serra do Carvalho (Coimbra) até Tondela e para o lado de Arganil até à serra — onde se vê agora a zona industrial que antigamente estava tapada pelas árvores.

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