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RIO ALVIELA
Nascente: Gruta do Alviela, freguesia da Louriceira, concelho de Alcanena
Foz: Rio Tejo, perto de Vale de Figueira, concelho de Santarém
Afluentes: Ribeiras de Carvalhos, Gouxaria, Amiais
Extensão: cerca de 100 km
«Em 1886, já tinham sido introduzidas em Lisboa algumas das inovações que facilitavam a vida urbana: em 1848, tinham aparecido os primeiros candeeiros a gás e, em 1878, tinham sido instalados, no Chiado, seis candeeiros eléctricos. (…) Apesar de a recente captação do Rio Alviela ter permitido instalar uma rede de distribuição de água ao domicílio, o benefício chegava a poucas casas.»
Maria Filomena Mónica, revista Prelo (1986)

O que são os tempos : o meu Pai e alguns amigos caçavam, habitualmente, patos, no Alviela, tanto a partir das margens, junto às marachas, como a partir de um barco. E por mais de uma vez bebiam água tirada directamente do rio, com uma caneca ou um cocho de cortiça…
Início dos anos 60. Onde já vai a pureza dessas águas.
Abraço
Há uma enorme diferença, de facto, meu caro Fernando.
Forte abraço.
Infelizmente só conheço o Alviela de passagem e não o vi com “olhos de ver”.
Sem querer imitar o comentador Lavoura (mas imitando) vou deixar aqui um pedido:
– Está? É do programa “Por estes rios acima”?
Posso pedir um rio?
É o Ocreza!
Tenho recordações tão maravilhosas dos meus tempos de criança passados nesse rio que muito gostaria de o ver figurar nesta série.
Vou esperar pela letra O com uma certa esperança…
Obrigada!
O seu pedido vai ser atendido, Maria Antonieta. Naturalmente.
Muito obrigada, Pedro, fico feliz.
Quanto ao Maria Antonieta, não acertou, mas andou lá perto…
Já há muito que não comentava por aqui e agora que voltei reparei que havia uma comentadora com um nome muito próximo do meu.
Então armei-me em Prince e “criei” um símbolo para não gerar confusão de nomes. Nunca lhe chamei Mr. Correia nem ganhei nenhum comentário da semana, e nem sempre concordo com o que ela escrevre, pelo que vou continuar a usar o sol sorridente
p.s.: o meu “tablet manhoso” morreu em Junho e não ressuscitou, pelo que tive de comprar outro e agora já consigo voltar a comentar (embora ande aqui às aranhas com este smart, demasiado smart para mim).
Mas segui sempre as suas séries aqui no Delito.
Ora seja muito bem reaparecida. É um gosto voltar a vê-la por cá. E com sol após estes meses de nuvens carregadas.
O belo do Ocreza que nasce na despida
serra da Gardunha e que atravessa o Louriçal do Campo na sua origem. E que tantas e tantas vezes atravesso nas pequenas pontes nesta freguesia.
Um rio que merece ser mais cuidado. A autarquia parece ter agora acordado. Veremos o futuro!
Acontece com o Ocreza o que tem acontecido com muitos outros dos nossos rios, infelizmente.
Temos muito mais vocação para sujar do que para preservar os espaços públicos. Sejam espaços verdes sejam espaços de outras cores.
Curioso Pedro, é que falo tantas vezes com os Sapadores da aldeia por causa das árvores que nascem dentro do rio mas eles remetem-me sempre para a autarquia.
Obviamente que esta não tem meios (financeiramente falando) para chegar a todo o lado. Mais… houve alturas em que eu próprio avancei com dinheiro antes do trabalho feito pois os sapadores nem tinham crédito (tal seria a dívida) para a gasolina das máquinas de trabalho.
O Ocreza é um dos belos rios lusos, ainda pouco explorado.
Grande abraço!
Abraço, meu caro. E, se for o caso, boas férias.
Olha, olha o rio onde tantas vezes tomei banho.
A sua nascenteé um local quase paradisíaco que conheço tão bem!
Abraço.
Que privilégio, meu caro amigo.
Forte abraço.