![rio_alva[1].jpg rio_alva[1].jpg](https://delito.brucke-multimedia.com/images/2018/21080782_bZHTq.jpeg)
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RIO ALVA
Nascente: encosta sudoeste da Serra da Estrela
Foz: Rio Mondego, em Porto da Raiva, concelho de Penacova
Afluentes: Ribeira de Folques, Rio Alvoco
Extensão: cerca de 105 km
«Deixem passar o Rio Alva. Deixem-no / deixem-no passar. // Com suas pedras cantadas / de queda em queda.»
Mário Castrim, Conto Estrelas em Ti

Parabéns pelas imagens. Nas fotos surge muito bonitinho o rio Alva, mas suponho que também dará guarida a muito mosquito e outros insectos incómodos que não cabem nas fotos. Não há bela sem senão.
Não há mosquitos nenhuns. Matei-os quase todos em 1995.
Eu matei os restantes em 2003.
Cf perguntei ao V….
Já prescreveu
Isso é para desinfestação de carraças e outros artrópodes…
Não havia nada melhor para fazer em tais paragens??
Haver havia, mas tivemos de abrir o caminho à força.
Ai c’orror!!!
É pessoal triste….
Trocaram oxitocina por queratina…
🙂
E que belo banho eu tomei no Alvoco, num pego fundo que ele tem pouco acima da Barriosa.
Parabéns por esta série. Fotografias de locais a visitar.
A fotografia de baixo parece-me ser das piscinas fluviais na aldeia de Avô.
Obrigado, Luís! Anda a Prozac?
A de cima é em Côja, a segunda na Ponte das 3 Entradas. P3E prós amigos.
Exactamente, caro V.
O caro Pedro Correia podia ter inserido uma da Moura morta!!
Na Moura Morta ardeu rigorosamente tudo em Novembro.
[Pedro, vejo estes rios muito ladeados de poesia na margem esquerda e ainda mais à esquerda… se a novel série não fosse tão bonita, quase lhe chamaria parábola.]
Muito boa, a ideia da série. Rios e Poesia não nos faltam.
Sugeria apenas, se e quando possível, identificação dos pontos fotografados – algo que nos permita localizar onde se podem avistar tais paisagens.
A segunda fotografia é, salvo erro, na aldeia de Avô.
No rio Águeda, a primeira fotografia é na cidade de Águeda (que há uns anos instalou uns belos espaços de lazer à beira-rio), a segunda será, creio, numa praia fluvial que fica lá muito perto, uns dois quilómetros a montante.
Obrigada 🙂
Aprendi a nadar no rio alva em Côja ( Concelho de Arganil). Na bela vila de Côja a caminho do Piódão. Memórias da infância.
Côja: recomendo sempre visita urgente a quem ainda não conhece.
A princesa do Alva, sempre recomendável!!
Esteve cercada pelo fogo, o ano passado. São ainda, e serão, evidentes as marcas do fogo!!
Um bem haja,
Pode continuar com esta série, por esses rios acima, abaixo e por onde lhe aprouver, Mr. Correia! Vai muito bem lançado. Rios e poesia sempre se deram bem…e me agradaram.
Vou continuar, Maria Antonieta. Vai prolongar-se pelo menos até ao fim de Julho. Todos os dias.
Subscrevo, sem acrescentar uma vírgula mas acrescentando um bem haja!!
Está é tudo queimado, agora. Agradeçam ao PS, aos seus muchachos na Prot. Civil e aos Bombeiros (que são mansos e não desobedecem).
Nem quero pensar nisso. Não voltei lá nos últimos meses.
Também não tive coragem de ir até lá mas de Poiares e Arganil para a frente pelo vale do Alva até Côja estava tudo miseravelmente queimado. Vê-se logo que ninguém o apagou, extinguiu-se sozinho quando chegou ao que tinha ardido no ano anterior. Uma vergonha — que também ninguém vai apagar.
Bela série: Se “o barco vai de saída” “por este rio acima” é “navegar navegar” ou “voar por cima das águas” porque “grande grande é a viagem”.
Doce e salgada…E a verdade é que eu te amo, ò pátria lusa, ò minha musa! O teu génio é português!
Grande hino a Lusitana
Grande hino essa “Lusitana”.
… em vez de “A minha casinha”