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RIO DÃO
Nascente: No Planalto Beirão, freguesia do Eirado, concelho de Aguiar da Beira
Foz: Rio Mondego, na barragem da Aguieira
Afluentes: Rios Carapito, Sátão, Pavia, Criz
Extensão: cerca de 90 km
«A Foz do Dão tinha grande manancial de água. Se outro não houvesse, bastavam os dois rios que banhavam a aldeia. A água para uso doméstico provinha de uma fonte de chafurdo que ficava no meio do areal do rio Mondego. Água boa! No Verão, fresca como que saída de um frigorifico. De Inverno, tépida.
Sempre que havia enchente a fonte ficava submersa mas a mãe natureza não nos deixava sem água de boa qualidade, pois, logo que a fonte submergia, brotava uma bica na barreira do encontro do lado esquerdo da ponte.»
Do blogue Foz do Dão

Pedro, e um guia gastronómico com a ajuda dos comentadores profissionais do DO?
Bem pensado, Gajo. Vou tratar disso.
Por exemplo eu sou da Maia, cabendo-me a tarefa de elaborar uma lista daqui. O Luís Naves julgo que é do Pópulo, Aljijó. O V parece-me ser da Serra da Cabreira, o Lucklucky, quase de certeza que é uma invenção dos laboratórios da Bial e assim sucessivamente.Que tal?
Você é da Maia?
Então começamos pelo Machado. Tiro e queda.
Olhe quando cá vier bem a minha casa. Combinado?
Tem vários. O D. Lurdes. O Claudino (tem um Rosé de Celorico de trás de orelha). O Adega do Braga (tem um Espadeiro de cortar a respiração )…..e então em Matosinhos?
Da Maia ou alentejano? Você defina-se, homem…
Costa
Nasci em Lisboa. Criado em Beja. Estudante em Lisboa. Trabalhando por Lisboa, Leiria e Porto. E mulher da Maia. E por cá estou.
Cidadão do mundo… da gastronomia! Já viu que hoje só fala em comida?!
Hei-de trazer aqui Delitos Gastronómicos.
Ideia deliciosa
Até chegarmos ao Rio Zêzere, ainda vamos ter muitas fotografias e sugestões gastronómicas de fazer crescer água na boca…
Antes ainda vem o Zambeze…
Mas esse já não nos pertence.
Ainda aprendi esse rio na escola primária. E o Geba. E o Cunene. E o Zuari.
Eu aprendi num Atlas das Selecções do Reader’s Digest… ainda o mundo não sonhava com o www, quanto mais com a google…
Ainda a lavoura era o sector primário…
E ainda é.
Nascente: freguesia do Eirado, concelho de Aguiar da Beira
Olhando para o Google Maps, vejo que o rio começa uns bons quilómetros a jusante desta freguesia. Questiono: será o Google Maps que é impreciso? Serão as fontes do Pedro Correia que o são? Ou será que o rio outrora nascia a montante de onde atualmente nasce (devido ao esgotamento dos lençóis freáticos?
(Note-se que já é o segundo rio em que verifico esta discrepância.)
Alguém me arranja Sheltox? Dum-Dum também serve.
Enviei Ezalo por e-mail
Também serve, Dulce. Muito grato.
E eu enviei uma ligação que não sei se chegou… mas considere-se convocada 🙂
O Pedro também foi, que eu sei… e grande favor me faria se enviasse um telegrama ao editor d’O Flávio pois uma coisa é a auto-desconvocação, outra é a falta de comparência por desconhecimento 🙂
Se consegue ver que nasce fora da freguesia de Eirado é porque o Google Maps indica os limites das freguesias; nunca tinha reparado. Há algum botão especial??
Sim, quando eu escrevo “google maps eirado”, aparece-me um mapa com a freguesia do Eirado sombreada.
Quero dizer: eu não conheço Eirado nem os limites da sua freguesia. Mas experimentando isso com uma aldeia cujos limites de freguesia conheço bem, verifico que o sombreado coincide de facto com a freguesia.
Andam melgas por aqui, Mr. Correia?
Anda um zangão.