0 comentários em “Por alto”

  1. De facto, é incompreensivel aparecer Lurdes Rodrigues, um dos cromos tamanho poster da Socretinada da Bancarrota, a barriga de aluguer de tanto mal-parido da odierna chusma da gerigonça do xuxa Costa que anda arrastar a nação mais uma vez para o estender de mão fora de portas com aqueles vendedores d’água sem caneco.
    Mas Cavaco Silva,provavelmente o mais notável servidor e homem de Estado da Nação desde o 25 de Abril, também também se pode enganar…

  2. Lá voltamos nós ao fact-check…

    No Observador:
    António Ramalho Eanes quis ser generoso quando o país dava os primeiros passos em liberdade. Aníbal Cavaco Silva seguiu-lhe os passos, mas tem sido o mais contido na hora de condecorar. Mário Soares quebrou todos os recordes entre os quatro Presidentes da República eleitos no pós-25 de abril. Mas foi Jorge Sampaio quem ficou conhecido como “rei das medalhas”, epíteto que lhe chegou a valer em 2006 uma manchete no extinto jornal 24 Horas – “Sampaio está a acabar com as medalhas a este homem. As condecorações encomendadas pela Presidência estão a entupir a oficina de Francisco Barreiro”.

    1. Fact check? Eu bem digo, o Sérgio ouve uma coisas e vem logo a correr disparar em rajada… depois dá nisto. É uma pena.

      1. O problema deve ser mesmo o número. Veja lá que nunca tinha reparado.
        Já percebi que enquanto não for ultrapassado o número das que os outros cavalheiros entregaram está tudo bem. É uma ideia excelente para o Presidente eleito poder seguir. Pode ser que ele assim possa começar pelos roupeiros da equipa “B” de futebol do Sporting de Braga. Quando começarem a faltar as medalhas, e antes que a fábrica dê de si, logo refina o critério.

        Mas olhe que um dia a contabilidade terá ser feita de maneira a abranger a discriminação por Presidente e por “seita” (nalguns casos será mais por “gangue”). Quem sabe se o Observador, ou um sucedâneo do “extinto jornal 24 Horas” (nesse país as boas fontes nunca são levadas a sério e extinguem-se), não quererá pegar nisso?

  3. Eu diria que é um dos mais formalistas e imobilistas e, portanto, um dos mais reacionários, a tentar segurar pelas pontas um regime económico-político agonizante.

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