Política positiva


Sérgio de Almeida Correia,

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“posso não perceber muito (ou nada) de política mas, sou uma mulher do povo e sei muito bem das necessidades de quem me rodeia ….por isso aceitei este convite apenas pensando em ajudar algumas famílias trazendo lhes conforto, esperança e algumas alegrias.”

 

Ora, aqui está alguém que garante uma política positiva ao nível das autarquias e seriedade q.b. nas decisões que vierem a ser tomadas em Castanheira de Pêra.

Naturalmente que concorrendo a um cargo de vice-presidente, tendo já ardido quase tudo, não é necessário perceber muito (ou nada) de política.

Sim, estou de acordo, convém confessá-lo desde logo. Não é necessário perceber nada de política. Nem de nada. Aliás, não se percebe por que raio há-de um candidato a autarca, que pode vir ser chamado a substituir o presidente de uma câmara, ter necessidade de conhecer o regime jurídico das autarquias locais, saber qual a diferença entre órgãos deliberativos e executivos, distinguir atribuições de competências, ter uma ideia, ainda vaga que seja, do que são poderes delegados ou do que é uma delegação de competências, perceber para que serve o regime financeiro das autarquias locais ou ter uma noção do que sejam os princípios da legalidade e da estabilidade orçamental ou uma tutela inspectiva. 

Compreendo que Assunção Cristas tenha ficado sensibilizada depois de Ágata lhe ter perguntado “se ele também te mentia”. E se havia promessas que ele não tivesse cumprido. Escusado seria, pois, perguntar, obviamente, se “essas lágrimas que choras, são iguais às que eu chorei”, “se o odeias, se o adoras”.

Pois não há nada como uma conversa de mulher para mulher. Depois, Assunção, não haverá mais nada a fazer se os eleitores vos fizerem o mesmo que eles vos fizeram. “Não se pode viver num clima de traição, nesta mentira cortante“.

 

Última hora: “Para mim, a política é zero, não existe. Pode vir a fazer parte do meu dia-a-dia porque eu preciso de entender como funciona – depois de lá estar, é diferente. Até agora, não vivo da política.”

4 comentários em “Política positiva”

  1. Azar da senhora não ter nascido na família do César.
    Azar da senhora não saber como se arranja um posto na ANPC.
    Azar da senhora não residir em Macau, para se dedicar a exercícios gratuitos de humilhação.

      1. E se deixarmos os eleitores de Castanheira de Pêra pronunciarem-se?
        Ou está mesmo preocupado com os dois pinheiros que ainda não arderam?

  2. Admiro a Dr.ª Assunção Cristas como Política, mãe e esposa. Tem tocado nos pontos/assuntos, que mais afetam a sociedade. Preocupa-se em resolver os problemas, que muitos dos candidatos (passo a expressão), estão- se "borrifando", porque só procuram satisfazer o seu ego, esquecendo-se que, não tarda muito, a estarem num lar, ou sós!
    Dá exemplo com a sua própria vida, sabe e conhece o que defende, não mente, nem é uma qualquer!
    Se houvesse muitas mulheres com o tipo de caracter da Dr.ª Assunção Cristas, com certeza que o mundo estaria melhor.
    Tem o meu voto.

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