Até parece mal, ter deixado cair o segundo tê, Bettinha. O que diriam os seus vetustos antepassados? Com tanta modernice, um dia destes ainda assina “Adine de Vasconcelos”. Como se fosse plebeia ou ainda pior, sei lá.
O PCP considera que tal acto (ataque a Maduro )é indissociável da campanha de desestabilização e ingerência em desenvolvimento contra a Venezuela, protagonizada pelas forças reaccionárias e pelo imperialismo que está a atingir gravemente as condições de vida do povo.
Cassete pura e dura. O PCP é o partido analógico por excelência. Podem renovar os rostos no grupo parlamentar e apostar em meninas “engraçadinhas” (expressão do camarada Jerónimo): o discurso, palavra por palavra, é o mesmo de sempre. E o apoio aos regimes mais repulsivos também.
Quem diz a verdade…
… tem o olfacto “apurade”.
Os anarcas ter-se-ão dado conta do paradoxo?
Não falta aí um tê no seu primeiro nome?
Não
Até parece mal, ter deixado cair o segundo tê, Bettinha. O que diriam os seus vetustos antepassados? Com tanta modernice, um dia destes ainda assina “Adine de Vasconcelos”. Como se fosse plebeia ou ainda pior, sei lá.
Pedro, nem um reparo sobre isto:
O PCP considera que tal acto (ataque a Maduro )é indissociável da campanha de desestabilização e ingerência em desenvolvimento contra a Venezuela, protagonizada pelas forças reaccionárias e pelo imperialismo que está a atingir gravemente as condições de vida do povo.
http://www.pcp.pt/pcp-condena-atentado-c ontra-vida-de-nicolas-maduro
PS: pode abrir o link à vontade que já lhe passei o anti-vírus.
Cassete pura e dura. O PCP é o partido analógico por excelência. Podem renovar os rostos no grupo parlamentar e apostar em meninas “engraçadinhas” (expressão do camarada Jerónimo): o discurso, palavra por palavra, é o mesmo de sempre. E o apoio aos regimes mais repulsivos também.
Cá para mim é o Partido ilógico por excelência
O partido que apoia os ricos e os poderosos. Em países como a China ou Cuba.
O Pedro Correia está sempre a queixar-se de comentários de anónimos mas publicou uma fotografia em que um anónimo escreve um palavrão.
Ai Jesus, que horror. Precisa de sais de cheiros?