
Já está nas livrarias o meu mais recente livro: Política de A a Z, em parceria com Rodrigo Gonçalves e com prefácio de José Adelino Maltez.
Um dicionário enciclopédico com 333 entradas que se apresenta como um “guia para compreender o sistema político português” neste ano que será dominado por eleições autárquicas e movimentações de toda a ordem nos tabuleiros partidários.
Como aperitivo, transcrevo aqui parte do texto que condensa a obra, impresso na contracapa:
«O que tem o positivismo a ver com a política? O que foi o Gulag? E a ANP? O que é uma distopia? Um conservador pode ser liberal? E as diferenças entre centro, centrão, centralismo e centralismo democrático? Existem, mesmo, barões na política portuguesa? E caciques? Qual a diferença entre comentador e comendador? E entre Estado-nação e Estado de Nações? Leninismo e estalinismo são a mesma coisa? O que é a inflação e porque é que ela também é perigosa? O que é o jiadismo? O MRPP foi importante? E o PRD? E o PREC? E o PIB? Qual a diferença entre liberalismo e neoliberalismo? Ainda há miguelistas na política portuguesa? O que foi o Conselho da Revolução e o que o distingue do Conselho de Estado?
É a estas e a muitas outras questões relacionadas com o dia-a-dia da política que este livro responde – sempre com clareza, distanciamento, inteligência e às vezes ironia. Fundamental.»
O livro, que resultou de seis meses de escrita intensa, tem o selo Contraponto – nova chancela editorial do grupo Bertrand-Círculo de Leitores, já responsável pelo lançamento de Vida e Morte dos Nossos Bancos, de Helena Garrido.
A sessão de apresentação decorrerá a partir das 18.30 da próxima quinta-feira, no último piso do Corte Inglês, em Lisboa. Espero ver por lá muitos dos leitores deste blogue, vários dos quais acompanham os meus textos desde o aparecimento do DELITO DE OPINIÃO, em Janeiro de 2009.

Esta manhã na Livraria Bertrand da Avenida de Roma, Lisboa

Explica lá quando os jornalistas quando devem usar a palavra Social e quando devem usar a palavra Populista, apesar de quererem dizer a mesma coisa?
Se ler o livro garanto-lhe que fica com essa dúvida desfeita.
Social é procurar soluções dentro da possibilidade. Populista, é perder soluções na impossibilidade.
Você já leu?
O que lhe parece?:)
Em política, o que parece é.
Boa sorte, Pedro.
Obrigado, meu caro José Manuel. Um forte abraço.
Acredito que vai ser um sucesso.
Há em Portugal uma certa iliteracia política.
Creio que muita coisa será, desta forma, esclarecida e esclarecedora.
Grande abraço e muitos sucessos.
PS: posso falar do livro no meu humilde espaço?
Muito agradeço que o faças, meu caro amigo.
Grande abraço.
Comprei-o ontem e fez parte do cafézinho ao final da tarde …
Vou gostar!
Gostei muito de saber, Ana.