‘Política de A a Z’


Pedro Correia,

17202770_1309136855796331_683505883315623217_n[1].

 Manuel Monteiro e Pedro Duarte com os autores do livro na sessão de apresentação do Porto (9 de Março)

 

Manuel Monteiro, ex-presidente do CDS:

«Este é um livro extraordinário, tanto na perspectiva da informação como da formação. É um trabalho muito relevante, que ajuda a fomentar o gosto pela política. Gostar de política é sinal de uma sociedade culta.»

 

Pedro Duarte, ex-líder da JSD e ex-director da campanha presidencial de Marcelo Rebelo de Sousa:

«É um livro extraordinariamente actual e uma ferramenta útil e relevante para quem queira informar-se e formar-se sobre política. Uma obra densa mas de leitura muito acessível.»

 

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0 comentários em “‘Política de A a Z’”

    1. É verdade, Vítor. Uma conversa muito interessante com o António Ferreira, que estava bem informado e colocou questões estimulantes.
      Hei-de dar nota de todas as entrevistas aqui, aos poucos. Só ainda não o fiz por absoluta falta de tempo.

      1. Eu já fui a muitas apresentações de diversos livros. Em todas elas os apresentadores estavam vestidos normalmente, informalmente. Nunca de fato e gravata (traje de funcionário bancário).

        1. Os condutores da Carris também andam de fatinho, mas claro está aí já não é um sinónimo de maldade como trabalhar num banco (essa ferramenta hedionda da exploração capitalista): é um sinónimo de livre-arbítrio, das virtudes do sindicalismo, dos amanhãs que cantam e da solidariedade imensa com o povo palestiniano e com a arqui-gaita do grândola vila morena, carago.

        2. A televisão está cheia de bancários.
          Hoje vi um deles a apresentar um telejornal. Mudei de canal e lá estava outro bancário a dizer-nos as notícias.
          Agora mesmo vejo uma mesa-redonda com quatro bancários a debaterem a Operação Marquês na TVI 24.

  1. A primeira vez que votei foi em Manuel Monteiro. Eu, que hoje sou, do Bloco…mas sempre pronto a mudar

    1. Nunca percebi o MM, muito honestamente. Mas sempre me pareceu bem intencionado. Ao contrário de outro outsider de Coimbra que não vou mencionar aqui porque invocar o seu nome é o mesmo que olhar para as fuças do Sauron nos pântanos da morte às portas de Mordor.

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