![17202770_1309136855796331_683505883315623217_n[1]. 17202770_1309136855796331_683505883315623217_n[1].](https://delito.brucke-multimedia.com/images/2017/20314154_r2BC1.jpeg)
Manuel Monteiro e Pedro Duarte com os autores do livro na sessão de apresentação do Porto (9 de Março)
Manuel Monteiro, ex-presidente do CDS:
«Este é um livro extraordinário, tanto na perspectiva da informação como da formação. É um trabalho muito relevante, que ajuda a fomentar o gosto pela política. Gostar de política é sinal de uma sociedade culta.»
Pedro Duarte, ex-líder da JSD e ex-director da campanha presidencial de Marcelo Rebelo de Sousa:
«É um livro extraordinariamente actual e uma ferramenta útil e relevante para quem queira informar-se e formar-se sobre política. Uma obra densa mas de leitura muito acessível.»


Ia jurar que o tipo lá do fundo é o Presidente franciú!
Não me parece. Ao fundo só vejo uma parede.
Enganei-me, de facto. O seu colega tem pelo menos mais meio metro de altura do que o Hollande 😉
Nem consta que ande à pendura em motoretas.
Ontem, no programa “Leitura em dia” da RUM (rádio universitária do Minho) falaram deste livro.
É verdade, Vítor. Uma conversa muito interessante com o António Ferreira, que estava bem informado e colocou questões estimulantes.
Hei-de dar nota de todas as entrevistas aqui, aos poucos. Só ainda não o fiz por absoluta falta de tempo.
Mas as apresentações deste livro são todas assim, com toda a gente de fato e gravata? Que estranho…
Não são todas. Logo, por exemplo, vou apresentar eu próprio um livro. De facto mas sem fato.
De calções e chinelas brasileiras? Ainda não está calor suficiente para isso.
Vá ao Eros Porto e depois fale-me do calor
Gostava que se apresentassem de alpercatas e T-shirt.
Apresentar um livro faz parte da cultura de um povo.
Eu já fui a muitas apresentações de diversos livros. Em todas elas os apresentadores estavam vestidos normalmente, informalmente. Nunca de fato e gravata (traje de funcionário bancário).
Respeitabilidade. Fato e gravata e a palavra soa outra
Já vi que o Luís é adepto da Comi Con
Os condutores da Carris também andam de fatinho, mas claro está aí já não é um sinónimo de maldade como trabalhar num banco (essa ferramenta hedionda da exploração capitalista): é um sinónimo de livre-arbítrio, das virtudes do sindicalismo, dos amanhãs que cantam e da solidariedade imensa com o povo palestiniano e com a arqui-gaita do grândola vila morena, carago.
Não V. É mais uma questão de cheiro.
A televisão está cheia de bancários.
Hoje vi um deles a apresentar um telejornal. Mudei de canal e lá estava outro bancário a dizer-nos as notícias.
Agora mesmo vejo uma mesa-redonda com quatro bancários a debaterem a Operação Marquês na TVI 24.
Fazem-lhe falta os fatos de treino, à Nicolas Maduro??
Maduro parece andar sempre embrulhado na bandeira venezuelana.
Devem ser ordens do Chávez quando lhe aparece a pipilar em forma de passarinho.
A primeira vez que votei foi em Manuel Monteiro. Eu, que hoje sou, do Bloco…mas sempre pronto a mudar
Nunca percebi o MM, muito honestamente. Mas sempre me pareceu bem intencionado. Ao contrário de outro outsider de Coimbra que não vou mencionar aqui porque invocar o seu nome é o mesmo que olhar para as fuças do Sauron nos pântanos da morte às portas de Mordor.
V, é fã de Senhor dos Anais?
Aqui fica:
https://www.youtube.com/watch?v=ljaEECzY PQ0