Desde 2004 que os relatórios do PNUD vêm divulgando a existência, em Portugal, de cerca de 2 milhões de pessoas no limiar da pobreza.
Ontem, o Banco de Portugal revelou um estudo que concluiu existirem, em 2006, 300 mil crianças pobres. Talvez seja oportuno pedir a opinião de Maria Cavaco Silva sobre o assunto, para não nos deixarmos abater com a esmagadora crueza dos números.

Quem é Maria Cavaco Silva? Temos Primeira Dama?
Se seguiste o link, não te devem restar dúvidas, Andre…
Pelo amor da Santa (para o caso serve mesmo a da Ladeira). Nem sei como se dá ao trabalho! Pois se a dama nem lê o relatórios ocupada que anda com a manutenção da marquise!
: )))
Não lê, mas mesmo assim opina e dá-se ao luxo de dizer qe não acredita!
Mas porque não foram antes pedir a opinião da douta Fernanda Câncio????!!!
desde Maria Barroso que não temos uma 1ª dama em condições. Deixem-na terminar o “mandato com dignidade. Que venha rapidamente a próxima.
Esperemos bem que sim, mas se Cavaco não se divorciar, ainda teremos muitos anos de espera.
2 milhões num país com 9 milhões e tal, não está mal não senhora! Quantos países africanos não gostariam desta estatística? Gimme a break!
Nove milhões Blonde? Onde meteu o outro milhão e meio?
Nem é bem um “ver para crer”, é mais um “não ler para não ter de crer”. Uma estratégia a seguir, sem dúvida.
A estratégia da avestruz. Muito utilizada pelos políticos portugueses quando visitam a Madeira…
Diz o Banco de Portugal que são dois milhões os portugueses que vivem abaixo da linha da pobreza, número que devia envergonhar-nos a todos, mas, de maneira especial, este Governo socrático que só tem preocupaç~es com a sua descarada propaganda. Este numero do BdP peca por defeito, uma vez que todos os indicadores apontam para números infelizmente muito mais elevados.
Tendo em conta que o indicador de pobreza é fruto de uma relação aritmética entre o que cada um ganha e o produto per capita, há que ter em conta que sobre pobreza este indicador diz nada, sobre distribuição de riqueza e grau de igualdade económica diz muito. Logo, é um indicador ideológico que tem os seus méritos, mas serve de pouco para aferir realmente como vivem as pessoas.