A excepção concedida aos políticos madeirenses, permitindo-lhes acumular salários e pensões, é inqualificável (como a Teresa Ribeiro já salientou). Que Alberto João Jardim retribua prometendo um reforço da luta pela autonomia é não só típico da criatura como muito bem feito para quem lhe apara os golpes.
Pobre, nem por isso; mal-agradecido, certamente
escafandro,

jaa,
os miúdos sabem que se o ti Alberto João se passa eles levam na tromba.
Discordo.
A autonomia de que Jardim fala consiste, precisamente, em os políticos da Madeira não estarem sujeitos às mesmas restrições que os do Continente. Consiste em a Madeira se governar por leis próprias, em ser soberana.
(A autonomia difere da independência, porém, em que com independência a Madeira seria unicamente responsável pela dívida que contraiu; havendo apenas autonomia, pelo contrário, os contribuintes do Continente devem ser responsabilizados pela dívida contraída pela Madeira.)