A forma como os portugueses conduzem em rotundas é a prova evidente de que alguns problemas do país são insolúveis. E não é por falta de oportunidades. O que mais há por aí são rotundas para podermos treinar.
25 comentários em “Placas giratórias centrais”
A forma como os portugueses conduzem em rotundas são (é) a prova evidente de que alguns problemas do país que (?) são insolúveis.
Cum camano, nunca tinha reparado que a placa, vulgo rotunda, era giratória! Quer dizer, que girava. A bem dizer, pensava eu que o meu “cabriolet” é que girava adequando-se à placa, tal qual no mastigar. Mas prometo que vou estar atento da próxima vez.
Vá o Rui conduzir nas rotundas do tio Alberto e depois vai ver que afinal, no Continente, até se sabe conduzir nas rotundas… Aquilo lá é um autêntico abuso. Vi bem visto, com estes dois que a terra há-de comer e mais do que uma vez indivíduos que deram a rotunda toda por fora para sair na mesma estrada em que tinham entrado…
A forma como os portugueses conduzem em rotundas é também resultado duma legislação omissa que só foi corrigida em 2005. Até essa altura o código da estrada dizia, de forma implícita, que as rotundas deviam ser circuladas pela via do lado direito. Assim de facto não é fácil criar bons hábitos.
Para quem como eu tirou a dita em 74, não deixa de ser um pouco complicado fazer uma rotunda pela faixa interior. Será por isso que se encontram uma remessa de camafeus, passe a expressão, que nas auto-estradas com três faixas e por vezes com duas também, só sabem conduzir no lado esquerdo?
A forma como os portugueses conduzem em rotundas são (é) a prova evidente de que alguns problemas do país que (?) são insolúveis.
Assim também não, chiça!
Canelada recebida com um agradecimento. Frase escrita a pressa e alterada sem revisão é no que dá. Obrigado.
* à pressa (como se comprova).
Ainda bem que o João Carvalho não leu isso antes de mim.
Mas V. não é o ministro da Saúde, claro…
Sem saber bem a que se refere, sempre lhe digo que as caneladas do João são sempre bem dadas.
Dá Deus nozes a quem não tem dentes, não é Rui?
É um bocado isso, é, Eduardo.
E os que insistem em rodar na faixa do meio em auto-estradas com 3 faixas?
Bem visto, Berto. É claro que vai sempre aparecer quem os ultrapasse pela direita.
Ele há tantas rotundas que a austeridade nos orçamentos autárquicos caiu como uma bênção.
Continuo à procura do capítulo em que o Keynes defende a construção de rotundas.
Chama-se marygoround…
Poor Mary…
http://www.merriam-webster.com/dictionar y/merry-go-round
Cum camano, nunca tinha reparado que a placa, vulgo rotunda, era giratória! Quer dizer, que girava.
A bem dizer, pensava eu que o meu “cabriolet” é que girava adequando-se à placa, tal qual no mastigar.
Mas prometo que vou estar atento da próxima vez.
Embora esteja capaz de jurar que esta é a designação oficial, não encontro argumento lógico para opor à sua tese.
podiamos tentar circular ao contrário……
se os problemas fossem as rotundas
Ou substituir as rotundas por passagens desniveladas.
Vá o Rui conduzir nas rotundas do tio Alberto e depois vai ver que afinal, no Continente, até se sabe conduzir nas rotundas… Aquilo lá é um autêntico abuso. Vi bem visto, com estes dois que a terra há-de comer e mais do que uma vez indivíduos que deram a rotunda toda por fora para sair na mesma estrada em que tinham entrado…
Ou seja, Hugo, conduzem com a mesma destreza com que o AJJ controla a dívida…
Exacto!
A forma como os portugueses conduzem em rotundas é também resultado duma legislação omissa que só foi corrigida em 2005. Até essa altura o código da estrada dizia, de forma implícita, que as rotundas deviam ser circuladas pela via do lado direito. Assim de facto não é fácil criar bons hábitos.
Para quem como eu tirou a dita em 74, não deixa de ser um pouco complicado fazer uma rotunda pela faixa interior. Será por isso que se encontram uma remessa de camafeus, passe a expressão, que nas auto-estradas com três faixas e por vezes com duas também, só sabem conduzir no lado esquerdo?
Portugal é um país de esquerda, Singularis. Pelo menos nas auto-estradas.
É verdade, Tiago. Mas, se bem me lembro, também poucos cumpriam a regra antes de 2005.