Placas giratórias centrais


Rui Rocha,

 

A forma como os portugueses conduzem em rotundas é a prova evidente de que alguns problemas do país são insolúveis. E não é por falta de oportunidades. O que mais há por aí  são rotundas para podermos treinar.

25 comentários em “Placas giratórias centrais”

  1. A forma como os portugueses conduzem em rotundas são (é) a prova evidente de que alguns problemas do país que (?) são insolúveis.

    Assim também não, chiça!

  2. Ainda bem que o João Carvalho não leu isso antes de mim.
    Mas V. não é o ministro da Saúde, claro…

  3. Cum camano, nunca tinha reparado que a placa, vulgo rotunda, era giratória! Quer dizer, que girava.
    A bem dizer, pensava eu que o meu “cabriolet” é que girava adequando-se à placa, tal qual no mastigar.
    Mas prometo que vou estar atento da próxima vez.

  4. Vá o Rui conduzir nas rotundas do tio Alberto e depois vai ver que afinal, no Continente, até se sabe conduzir nas rotundas… Aquilo lá é um autêntico abuso. Vi bem visto, com estes dois que a terra há-de comer e mais do que uma vez indivíduos que deram a rotunda toda por fora para sair na mesma estrada em que tinham entrado…

  5. A forma como os portugueses conduzem em rotundas é também resultado duma legislação omissa que só foi corrigida em 2005. Até essa altura o código da estrada dizia, de forma implícita, que as rotundas deviam ser circuladas pela via do lado direito. Assim de facto não é fácil criar bons hábitos.

    1. Para quem como eu tirou a dita em 74, não deixa de ser um pouco complicado fazer uma rotunda pela faixa interior. Será por isso que se encontram uma remessa de camafeus, passe a expressão, que nas auto-estradas com três faixas e por vezes com duas também, só sabem conduzir no lado esquerdo?

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