Há no idioma francês (pelo menos naquele que Reggiani, de maneira sublime, entoa) algo de cálido e envolvente. Que me traz esta recordação de algo escrito há muito: “…Là se rencontre ce qui nous reste, ce qui pèse et ce qui nourrit avec le passage manifeste de la tendresse infinie….”
E para quando ” Les mensonges dùn père à son fils” ? Sublime? Maravilhosa? Alquimia mais-que-perfeita do som e da palavra? Este meu embevecido entusiasmo talvez seja de raiz geracional – já sou “sex-asnário”, particularmente receptivo , para evitar o termo sensível, àquele desencantado olhar sobre a vida. E, em simultaneo, de uma ternura que nos põe um nó na garganta… Quem teve (tem) “petits Simons” percebe perfeitamente.
Les Mensonges… essa também, JSP, o difícil é escolher. “Et rien ne passe, et rien ne casse, redonne-moi de l’eau-de-vie, à peine à peine, voilà, merci”… As letras as músicas, e a voz, única, ficam para sempre, impossível esquecer!
Há no idioma francês (pelo menos naquele que Reggiani, de maneira sublime, entoa) algo de cálido e envolvente. Que me traz esta recordação de algo escrito há muito: “…Là se rencontre ce qui nous reste,
ce qui pèse et ce qui nourrit
avec le passage manifeste
de la tendresse infinie….”
(je vous remercie les mémoires…
)
De rien, Fernando, de rien!
É a tendresse infinie, sim senhor.
A nota sobre essa específica “nourriture” estava na tag e nunca lá estaria por acaso.
Este homem tem uma voz… humm, como dizer?… vasodilatadora. 😉
bouleversante,je dirai…
sans doute…
… avassaladora.
E para quando ” Les mensonges dùn père à son fils” ?
Sublime? Maravilhosa? Alquimia mais-que-perfeita do som e da palavra?
Este meu embevecido entusiasmo talvez seja de raiz geracional – já sou “sex-asnário”, particularmente receptivo , para evitar o termo sensível, àquele desencantado olhar sobre a vida.
E, em simultaneo, de uma ternura que nos põe um nó na garganta…
Quem teve (tem) “petits Simons” percebe perfeitamente.
Les Mensonges… essa também, JSP, o difícil é escolher.
“Et rien ne passe, et rien ne casse, redonne-moi de l’eau-de-vie, à peine à peine, voilà, merci”… As letras as músicas, e a voz, única, ficam para sempre, impossível esquecer!