8 comentários em “Piano Bar”

  1. Há no idioma francês (pelo menos naquele que Reggiani, de maneira sublime, entoa) algo de cálido e envolvente. Que me traz esta recordação de algo escrito há muito: “…Là se rencontre ce qui nous reste,
    ce qui pèse et ce qui nourrit
    avec le passage manifeste
    de la tendresse infinie….”

    (je vous remercie les mémoires…)

  2. E para quando ” Les mensonges dùn père à son fils” ?
    Sublime? Maravilhosa? Alquimia mais-que-perfeita do som e da palavra?
    Este meu embevecido entusiasmo talvez seja de raiz geracional – já sou “sex-asnário”, particularmente receptivo , para evitar o termo sensível, àquele desencantado olhar sobre a vida.
    E, em simultaneo, de uma ternura que nos põe um nó na garganta…
    Quem teve (tem) “petits Simons” percebe perfeitamente.

  3. Les Mensonges… essa também, JSP, o difícil é escolher.
    “Et rien ne passe, et rien ne casse, redonne-moi de l’eau-de-vie, à peine à peine, voilà, merci”… As letras as músicas, e a voz, única, ficam para sempre, impossível esquecer!

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