Não, Laurinha. Toda a sua música introduzida no DO é de excelência. Disse que era a sério porque só vejo blogues a introduzir música horrível, pimba ou de “partir” os ouvidos. E depois há outra particularidade, é que certas músicas fazem o favor de nos reencontrar com as boas recordações… :). Igualmente bfs.
Estava a brincar consigo… Ainda bem que gostou. Tinha-a guardada com entrada incerta para os primeiros sinais do Outono. (Autumn Leaves? No. Autumn comes!)
Olha, Sérgio, isso é uma provocação involuntária… porque sempre que posso, prefiro as versões dos franceses!Também gosto muito das “les feuilles mortes”, claro, (et la vie sépare ceux qui s’aiment, tout doucement sans faire de bruit, et la mer efface sur le sable les pas des amants désunis. Inesquecível. Mas o que eu gosto nesta versão não latina que escolhi é que, para além de ser muito boa, nem parece o Clapton… 🙂
Isto é música a sério, Laura. Bom fim-de-semana.
João Severino, isso é alguma boca às minhas anteriores escolhas musicais?!?! ;))
Bfs!
Não, Laurinha. Toda a sua música introduzida no DO é de excelência. Disse que era a sério porque só vejo blogues a introduzir música horrível, pimba ou de “partir” os ouvidos. E depois há outra particularidade, é que certas músicas fazem o favor de nos reencontrar com as boas recordações… :). Igualmente bfs.
Estava a brincar consigo… Ainda bem que gostou. Tinha-a guardada com entrada incerta para os primeiros sinais do Outono. (Autumn Leaves? No. Autumn comes!)
É uma excelente versão, Laura, mas não há nada como ouvir esse tema cantado pelo Yves Montand.
Olha, Sérgio, isso é uma provocação involuntária… porque sempre que posso, prefiro as versões dos franceses!Também gosto muito das “les feuilles mortes”, claro, (et la vie sépare ceux qui s’aiment, tout doucement sans faire de bruit, et la mer efface sur le sable les pas des amants désunis. Inesquecível.
Mas o que eu gosto nesta versão não latina que escolhi é que, para além de ser muito boa, nem parece o Clapton… 🙂