Peter Michael Falk teve muitos papéis no cinema, mas a minha geração (e não só) há-de continuar a lembrar-se dele com simpatia, por ter sido o impagável protagonista da premiada série televisiva norte-americana Columbo.
Como Columbo, fica a figura do peculiar inspector que conduzia um velho Peugeot 403 cabriolet dos anos 50 e do seu companheiro Dog, um inseparável Basset. Como Peter Falk, fica a memória de um homem que sofria de Alzheimer há cerca de dez anos e que morreu ontem, 23 de Junho, com 83 anos. Muito estimados entre nós, Columbo e Falk.



O chato Columbo, com a sua mais que amarrotada gabardine, que tinha sempre mais uma perguntinha a fazer, sempre inocente, a caminho da resolução do crime.
Uma figura impagável, a nota duma geração.
Houve séries muito boas, esta era, sem dúvida, uma delas.
Sem dúvida. Merecidamente duradoura e premiada.
É o que acontece por estar em férias e longe dos circuitos informativos, compadre: acabo de saber por ti que morreu um dos meus ídolos de telespectador adolescente. Vou desenterrar um textinho que publiquei em tempos sobre ele, no Corta-Fitas, inserido numa série a pretexto dos 50 anos da RTP.
(Já nem me lembrava do Dog e do Peugeot – ambos ajudavam a caracterizar aquela inesquecivel personagem…)
O teu textinho é óptimo.
Obrigado, compadre. E até muito breve.