No meu tempo da tropa havia um companheiro que cantava isto: O abade de Serzedo , escreveu ao de Grijó, que lhe nasceram dois tomates, dois tomates num pé só.
Por falar em tomates, e passados três dias da publicação deste poste, vou usar este espaço, não só pelo tema mas, fundamentalmente, por não se passar, por aqui, o mesmo que tenho constatado relativamente a alguns autores deste blogue, em que a noção de moderado é notoriamente esticada por falta do ingrediente principal 😉 dessa receita da felicidade. Felizmente são poucos e, pessoalmente, sou contra comentários moderados, tenho um blogue que está parado há mais de dois anos e, mesmo assim, está completamente aberto a qualquer comentário. Concordo em deixar comentar anónimos mas, responsabilizando-os, com a introdução obrigatória do seu email, de que só terá conhecimento o dono do blogue. É compensatório os comentários não serem moderados porque, mesmo que não tenhamos tempo, os próprios comentadores vão, entre eles, debatendo o tema. Como tudo na vida, há riscos… de entrar a má educação, a pobreza de espírito, coisas muito próprias de quem não tem ideias, argumentos ou sentido de humor… mas, como há sempre a hipótese de posteriormente apagar, considero mais saudável a publicação imediata dos comentários, porque, para mim, a credibilidade de alguém aumenta, muito, quando não usa de meios que tenham o mínimo odor a censura. Até ver, nem sequer me queixo por algum dos meus comentários não ter sido publicado mas isso, não é sinónimo de absoluta transparência e liberdade de opinião. Há aquele velho ditado… “Há muitas maneiras de matar pulgas” e uma delas, será a manipulação do tempo que demora a publicação desse comentário e, num caso muito especial, até reparei que o comentário ao comentário, (que só comecei a constatar por mero acaso), era feito só passado muito tempo ora, como o comentador nem sabe que teve resposta, a pessoa que editou o poste, pode rematar o assunto com uma baboseira e ficar na ilusão de que o silêncio do outro lado, é a prova de ser detentora da suprema verdade… ou pior… aquela mesquinha satisfação de poder dizer a última palavra, nem que seja sem pés nem cabeça… o meu conselho seria, não escrever em blogues e, simplesmente, se dedicar a… falar com as paredes. O interesse ou a importância de um blogue está no debate, na apresentação de argumentos e na troca de ideias ora, se for só para masturbação do ego do seu autor, faria mais sentido escrever um diário pessoal, de frases ocas com uns bitaites à mistura. Mas… NO ProblemO 😉 hoje, já coloquei ao lado do teclado, uma lista, onde irei escrever os nomes dos autores onde nem por lapso, me darei ao trabalho de comentar porque, quando fico “Com a pulga atrás da orelha”, tiro a prova dos nove 😉 e, quando algo se torna repetitivo, acabará por confirmar que não é só, uma simples, nem mera, coincidência. É pena que, por vezes, baste um tomate podre, para afastar os interessados dum grande cabaz cheio de lindos tomates Lol Quanto ao Rui não é, na minha opinião, dos que “esticam” o conceito de moderado e, exatamente, por isso, peço desculpa por estar a abusar do seu espaço para deixar reclamações, das quais não tem culpa nenhuma, no entanto, sei que aqui os comentários são publicados num espaço de tempo aceitável para que, pelo menos, quem comenta não sinta que é apenas um meio para atingir fins menos transparentes. No entanto, também sei que para alguns comentadores isso não tem a mínima importância, sentem-se bem no seu papel… de simples verbos-de-encher lol
Excelente.
Esclarecendo que “tomates” não implica que “tu mates”.
No meu tempo da tropa havia um companheiro que cantava isto: O abade de Serzedo , escreveu ao de Grijó, que lhe nasceram dois tomates, dois tomates num pé só.
Não deixes que te os cortem.
Então e se for receita de compota de marmelo da avó?
Por falar em tomates, e passados três dias da publicação deste poste, vou usar este espaço, não só pelo tema mas, fundamentalmente, por não se passar, por aqui, o mesmo que tenho constatado relativamente a alguns autores deste blogue, em que a noção de moderado é notoriamente esticada por falta do ingrediente principal 😉 dessa receita da felicidade.
Felizmente são poucos e, pessoalmente, sou contra comentários moderados, tenho um blogue que está parado há mais de dois anos e, mesmo assim, está completamente aberto a qualquer comentário. Concordo em deixar comentar anónimos mas, responsabilizando-os, com a introdução obrigatória do seu email, de que só terá conhecimento o dono do blogue.
É compensatório os comentários não serem moderados porque, mesmo que não tenhamos tempo, os próprios comentadores vão, entre eles, debatendo o tema. Como tudo na vida, há riscos… de entrar a má educação, a pobreza de espírito, coisas muito próprias de quem não tem ideias, argumentos ou sentido de humor… mas, como há sempre a hipótese de posteriormente apagar, considero mais saudável a publicação imediata dos comentários, porque, para mim, a credibilidade de alguém aumenta, muito, quando não usa de meios que tenham o mínimo odor a censura.
Até ver, nem sequer me queixo por algum dos meus comentários não ter sido publicado mas isso, não é sinónimo de absoluta transparência e liberdade de opinião. Há aquele velho ditado… “Há muitas maneiras de matar pulgas” e uma delas, será a manipulação do tempo que demora a publicação desse comentário e, num caso muito especial, até reparei que o comentário ao comentário, (que só comecei a constatar por mero acaso), era feito só passado muito tempo ora, como o comentador nem sabe que teve resposta, a pessoa que editou o poste, pode rematar o assunto com uma baboseira e ficar na ilusão de que o silêncio do outro lado, é a prova de ser detentora da suprema verdade… ou pior… aquela mesquinha satisfação de poder dizer a última palavra, nem que seja sem pés nem cabeça… o meu conselho seria, não escrever em blogues e, simplesmente, se dedicar a… falar com as paredes.
O interesse ou a importância de um blogue está no debate, na apresentação de argumentos e na troca de ideias ora, se for só para masturbação do ego do seu autor, faria mais sentido escrever um diário pessoal, de frases ocas com uns bitaites à mistura.
Mas… NO ProblemO 😉 hoje, já coloquei ao lado do teclado, uma lista, onde irei escrever os nomes dos autores onde nem por lapso, me darei ao trabalho de comentar porque, quando fico “Com a pulga atrás da orelha”, tiro a prova dos nove 😉 e, quando algo se torna repetitivo, acabará por confirmar que não é só, uma simples, nem mera, coincidência.
É pena que, por vezes, baste um tomate podre, para afastar os interessados dum grande cabaz cheio de lindos tomates Lol
Quanto ao Rui não é, na minha opinião, dos que “esticam” o conceito de moderado e, exatamente, por isso, peço desculpa por estar a abusar do seu espaço para deixar reclamações, das quais não tem culpa nenhuma, no entanto, sei que aqui os comentários são publicados num espaço de tempo aceitável para que, pelo menos, quem comenta não sinta que é apenas um meio para atingir fins menos transparentes. No entanto, também sei que para alguns comentadores isso não tem a mínima importância, sentem-se bem no seu papel… de simples verbos-de-encher lol