A China comunista, que prometia o “homem novo”, nada mais tem a oferecer – 70 anos depois da implantação do regime de partido único – do que os mil pecados do homem velho, ampliados pela extensão do território e pela enorme dimensão populacional.
Racismo, xenofobia, intolerância e força bruta. Tudo velho como o mundo.

O racismo chinês confunde-se com a sua história ( o Império do Meio, como era conhecida a China,mais o seu isolacionismo histórico). Contudo o fechamento chinês foi bom para o Ocidente, caso contrário, no séc. XIII-XIV, a Europa e a África tinham caído nas suas mãos.
Por outro lado o comunismo chinês tem destruido totalmente a cultura popular chinesa (a sua filosofia de fluxo com o mundo natural, e o tempo).
Sugestão de leitura: d/asia/hong-kong-china-handover.html
https://www.nytimes.com/2019/07/01/worl
Pergunta:
Em nome da Segurança ( ex: terrorismo internacional), da Economia (ex: Mercados) poderá a Democracia, como a conhecemos, estar ameaçada?
Pergunto:
Saberá a juventude o valor da Liberdade, associada à Privacidade? (Ex: com estas politicas de cookies, e o diabo a quatro).
Pergunto:
Desviar-se-á o foco da Politica (“todos são iguais”) para o Ambiente, para áreas ideologicamante neutras? – delegaremos as nossas decisões no Directório dos Especialistas?
Voltaremos às preocupações imediatas, de sobrevivência, desligados do Poder, por falta de tempo (aumento da alienação, do escapismo, previligiando uma realidade virtual – inovações tecnológicas nesta área da informática(Google, Facebook, Amazon) – como compensação de uma realidade frustrante. Na realidade, do dia, um empregadeco, para à noite, diante do monitor, sermos donos de uma Sin City?
Será Matrix um vislumbre do futuro?
https://www.google.com/amp/s/techcr unch.com/2019/02/13/facebook-mulled-mult i-billion-dollar-acquisition-of-unity-bo ok-claims/amp/
São restos de vícios burgueses num país cercado pelo imperialismo.Também houve erros do Partido mas a crítica e a autocrítica tudo superarão.Mas grandes progressos se esperam do povo unido em torno da linha do Comité Central e agora com a vigilância electrónica depressa derrotarão a burguesia e suas taras.
O oriente é vermelho.
Ora viva, Durão Barroso.
Como está a paisagem aí, em 1975?