De que adianta querer ganhar uma fortuna e não saber o que fazer com ela? Infelizmente, a maioria das pessoas pensa que ganhar a lotaria lhes traria uma enorme felicidade. Mas em que reside essa mesma felicidade? Conquistar algo pouco provável? Rejubilar por ver os zeros a mais na conta bancária? Auto-congratular-se com a noção de riqueza? A verdade é que a felicidade está precisamente no que fazemos com o ganha pão de cada dia. A felicidade reside no fim em si mesmo e não no meio para o alcançar, se este não for um caminho lento e ardiloso, mas sim um elevador demasiado rápido para saborear a conquista.
Formalize os seus objectivos, tenha-os bem claros na sua mente.

Pensando mesmo bem. Mas mesmo mesmo bem. Ganhar a lotaria não estaria nada mal. Pronto. Defini o meu objectivo. Agora que faço? Comprar talões?
🙂
Comprar talões é um princípio, mas o que resulta mesmo é definir já onde vai investir esse dinheiro.
bom dia Joana
Eu não me importava muito de ganhar a lotaria. Nem era preciso ter um prémio de muitos milhões, só o suficiente para alguém que trabalha há quase 40 anos, merece algum descanso e merece apreciar o outono da vida junto D os filhos, dos netos e do marido de há mais de 35 anos. Alguém que apesar de não ser adivinho, tem aquela certeza fundamentada no receio lidos nos augures dos tempos de que quando atingir a idade da reforma, ou já é uma saudosa memória ou não terá condições para viver os anos dourados com dignidade.
Eu saberia onde investir o prémio. Investi-lo-ia na qualidade de vida que tantos merecem é muito poucos alcançarão.
Beijinho e um dia alegre 🙂
Já tem um objectivo, e que grande e valioso objectivo. Desejo que tenha o retorno merecido. Um beijinho e muitos sorrisos!
Joaninha,
devo confessar-lhe que nesta matéria eu não me movo por dinheiro, é o dinheiro que me faz mover.
Nas minhas meditações transcendentais fico na dúvida por qual das moedas devo optar: se pelo dólar se pelo euro. Olhe que isto não dá felicidade. Nunca chego à conclusão sobre qual delas tem menos valor.
Tenho equacionado a questão da moeda chinesa, mas isto deixa-me vesgo e quebra-se-me a meditação.
No tempo da economia fiduciária as trocas tinham outro valor, mas muitas vezes também não eram fáceis ou justas. A moeda facilitou as trocas, mas a economia põe isto tudo aos trambolhões…