Os momentos são vivências únicas, pessoais e intransmissíveis. Se tentarmos, por exemplo, captar um momento através de uma fotografia nunca vamos conseguir absorver a sua essência.
Viva os momentos em vez de os fotografar.
Os momentos são vivências únicas, pessoais e intransmissíveis. Se tentarmos, por exemplo, captar um momento através de uma fotografia nunca vamos conseguir absorver a sua essência.
Viva os momentos em vez de os fotografar.
Excelente recomendação.
Tanto mais que “o futuro muda a cada segundo”.
Muda, e o que vale a pena recordar são as emoções que sentimos.
Um aplauso especial a este pensamento, Joana. Contra as vidas virtuais, que procuram substituir as vidas verdadeiras. E que, por isso mesmo, transformam qualquer sentimento genuíno em sentimento virtual.
E muitas vezes, demasiadas até, essas vidas virtuais são doentiamente falsas.
Viver o momento, intensamente, sofregamente, calmamente, sempre! Guardar o momento para que nunca se apague da memória, sempre também!
Eu fotografo todos os momentos de luz que posso, mesmo aqueles em que a luz já se foi e resta apenas a luminosidade postiça.
Para os meus filhos, para os meus netos, para mim… daqui a uns tempos, quem sabe não necessito de um avivar de recordações ?
A essência de um momento fotografado estará sempre latente na memória, desde que possamos recordar. Acreditar no poder das lembranças que nos trazem texturas, sons , cheiros, sabores e imagens do passado, é acreditar no futuro enquanto vivemos o presente.
Beijinho e boa semana.
Esse é o propósito da fotografia, o que aqui refiro tem mais a ver com o fenómeno actual que falseia os momentos para fazer uma foto bonita. O exagero é um mal desnecessário.
Beijinhos e uma boa semana!
Mas uma fotografia antiga pode espoletar uma série de sensações que pensávamos ter esquecido: sentimentos, sabores, cheiros, com quem estávamos quando tirámos essa foto, e tantas outras coisas.
🙂 Antonieta
Claro que sim, Antonieta. Claro que sim.