A mente é poderosa, capaz de nos elevar a estados de consciência absoluta. Porém, a mente é igualmente adversa, usando esse poder para nos subjugar aos seus próprios interesses, que lhe foram implantados por outras mentes obscuras. O exercício da mente deve ser um equilíbrio entre ginástica e paragem, sendo esta última caracterizada ainda pela abstracção. Se por um lado exercitar a mente a torna mais produtiva, as grandes criações surgem quando se esvazia a mente de qualquer pensamento. As camadas do medo dissipam-se e deixam vir à tona o que de mais puro e belo existe no cérebro de cada um.
Comece hoje mesmo, 5 minutos de meditação diária e vá aumentando até se sentir confortável.

Dale Carnegie
Estados Unidos
24 Nov 1888 // 1 Nov 1955
Escritor/Orador
Somos aquilo que Pensamos
Os nossos pensamentos determinam aquilo que somos. A nossa atitude mental é o factor X que determina o nosso destino. Emerson disse: «Um homem é aquilo em que pensa o dia inteiro». Como poderia ser outra coisa qualquer? Estou convencido, sem qualquer sombra de dúvida, que o maior problema que temos de enfrentar – na realidade, trata-se praticamente do único problema que temos de enfrentar – é a escolha dos pensamentos certos. Se conseguirmos, estaremos no caminho certo para resolver todos os nossos problemas. Marco Aurélio, o grande filósofo que governou o Império Romano, resumiu esta questão em onze palavras — onze palavras que podem determinar o seu destino: «A nossa vida é aquilo que os nossos pensamentos fazem dela».
Para mim faz tudo sentido. Pensamentos positivos criam verdadeiros milagres.
E que outras mentes obscuras terão sido essas malvadas?
Cada um tem as suas.
A nova palavra de ordem da neurociência é a plasticidade do cérebro, a noção de que o cérebro sofre mudanças constantes como resultado das nossas vivências, quer estabelecendo novas ligações entre neurónios, quer gerando mesmo neurónios totalmente novos.
Se não tivermos vivências positivas, há neurónios que não se desenvolvem.
Sabemos hoje que as partes emocional e racional do cérebro dependem uma da outra.
E sabemos também que é fulcral a investigação sobre os estados emocionais destrutivos, porque são respostas do cérebro que têm, em parte, moldado a mente humana, talvez tenham mesmo desempenhado um papel crucial na sobrevivência da espécie humana, mas hoje representam um grave perigo para o nosso destino individual e colectivo.
A ciência tem-se dedicado à criação de fármacos, de compostos químicos, que ajudem quem não consegue enfrentar as emoções destrutivas.
O que fazer? Recorrer aos químicos, à cirurgia, às terapias psicológicas, à meditação? Podem ser métodos complementares. Cada caso é um caso.
Cada um de nós tem a capacidade de alterar o seu estado de espírito. A mente é flexível e maleável.
A meditação está hoje muito mais divulgada, através de métodos mais práticos e mais adaptados às nossas vidas de ocidentais, como por exemplo, o método mindfulness, introduzido noutros países nos sistemas de saúde, como método para saber viver melhor com a dor crónica.
Não precisamos de estar no topo da montanha, em posição de lótus perfeita, nem de atingir o nirvana, experiência que será só para um muito reduzido número de monges.
Não temos de ser budistas, podemos meditar sentados numa cadeira, por pouco tempo, em qualquer situação do dia a dia.
A meditação proporciona a calma mental que permite tomarmos conhecimento, entrarmos em contacto, com os nossos pensamentos, imagens, sensações e emoções que, de outro modo, nos escapam na voragem da dispersão diária.
Acalmar a mente e dissolver as emoções destrutivas, não significa ficar apático e indiferente e viver numa bolha, significa, ao contrário, tornarmo-nos mais conscientes e conhecedores de nós próprios, dos outros, do mundo, da vida.
Excelente! Gostei imenso desta reflexão e concordo em absoluto. Obrigada por ter focado o tema central: a meditação.
Gosto do silêncio. Tem alturas que é imenso e chega a doer.´
Convida à valsa dos pensamentos, tranquilamente, em paz.
Dura pouco. Dura sempre pouco.
Mas há silêncio e paz, felizmente. E pensamentos bons também.
Depois do Verão, quando as tormentas e as correrias da minha Bat Life me deixarem descansar, voltarei a procura-lo e a conversar com ele, só os dois, sem palavras.
Beijinho.
Experimente não pensar, nem coisas boas, nem coisas más, apenas sentir a sua respiração, ou os sons exteriores, ou os aromas. É maravilhoso!
A meditação é um método valioso, se pensarmos que as pessoas em situações difíceis, de dor física, stress e sofrimento psicológico, recorrendo apenas à respiração, ao relaxamento alerta, à concentração, à visualização, etc., sem fármacos e sem os seus efeitos nocivos, conseguem, em muitos casos, excelentes resultados.
Para as pessoas que felizmente não passam por situações tão complicadas (mas todos nós temos de lidar com elas, mesmo que em graus mais leves), a meditação e outros métodos, são uma aventura para descobrirmos a nossa verdadeira natureza, encontrarmos a estabilidade, a auto-confiança e a auto-estima, indispensáveis para sabermos viver e morrer.
Obrigada por postar estes pensamentos a que, em geral, se dá pouca atenção.
Obrigada eu por os ler e também pelo seu comentário.
People should strive for inner peace while participating in life. In the best teachings it is clearly indicated that one can be at peace even in the batlefield.
Agni Yoga
Supermundane- The inner life.
That’s it!