Pensamento para hoje


realmagic,

Os animais domésticos ensinam-nos a ser mais generosos e tolerantes. Cuidar de um animal de estimação requer tempo, paciência e dedicação. É necessário, também, investir no conhecimento, pois cada espécie é única e tem exigências muito próprias.

 

Adopte um animal de estimação. 

0 comentários em “Pensamento para hoje”

    1. Permita-me que discorde. Os animais de estimação não são substitutos dos filhos, nem o contrário. Aliás, sabe do que é que as crianças gostam muito? De animais de estimação!

    2. Nada como a ignorância para nos (lhe) dar certezas… E seguramente uma desmedida visão antropocêntrica, dessas bem egoístas que tudo reduzem à capacidade utilitarista de servir os interesses humanos. Algo que me diz que adormeceu os seus filhos, mais do que uma vez, cantando-lhes que atirara o pau ao gato, mas ele (que maçada) não morrera. Ou pérola afim…

      Os animais de estimação não substituem os filhos. Porque são um valor em si mesmo. Se alguma afinidade têm com a paternidade e a maternidade, ela está no facto dos animais de estimação nos ajudarem preciosamente a educar os nossos filhos. Revelando-lhes desde logo muito sobre a fragilidade da vida, a amizade e a responsabilidade pelos seus actos.

      Mas são mais, muito mais, do que uma espécie de auxiliares de educação ou sucedâneos de filhos. E ainda que o sejam, quando o forem, que sejam tratados dignamente. Como escreve a autora, com tempo, paciência e dedicação. Com responsabilidade.

      Que lhes seja reciprocada a amizade e dedicação que nos devotam. Como bem pouca gente o sabe fazer.

      Soa-lhe a lugar comum, Lavoura, desses que você se apressará a desconsiderar breve, lapidar e sobranceiramente como é seu estilo? Se é lugar comum é por ser na substância uma verdade repetida muitas vezes (nunca sendo de mais repeti-la, contudo, tão vastas, aflitivas e impunes, continuam a ser as barbaridades praticadas ).

      Costa

      1. “seguramente uma desmedida visão antropocêntrica,”
        “a amizade e dedicação que nos devotam.”
        Duas frases que se contradizem. Os animais não dedicam nem devotam nada, salvo se pensarmos que eles são como nós.

        1. Como nós: animais. Que sentem e sofrem. Não são, afirmamo-lo nós, dotados da “Razão”, coisa superior que só ao Homem estará reservada. Seja a Razão o que for, detenhamo-nos um pouco a pensar onde nos trouxe ela.

          Você é desses a quem a Razão tudo permite, tudo justifica, tudo decide dogmática e aprioristicamente a favor do Homem, conferindo-lhe direitos sem fim sobre tudo o que o rodeia. E isso sem dúvida o enche de orgulho.

          Mas o espectáculo não é bonito.

          Costa

  1. Entre irmãos muito mais novos, filhos, neta, cágados e gatos em casa , sempre tive e se Deus quiser continuarei a ter. Nada nem ninguém poderá substituir o outro, nunca.
    Senti a perda dos meus felinos que se foram como senti a dos amigos que perdi.
    Os nossos bichos são companheiros fabulosos. Oferecem companhia e carinho em troca de comida e um afago, sem nunca nos criticarem. Amam-nos incondicionalmente .
    O meus gatos foram todos salvos da rua ou adoptados de ninhadas vadias.
    São uns queridos. Ouvem-me sempre, pacientemente, até ao último desabafo.

    Um bom dia é um beijinho.

    1. “Senti a perda dos meus felinos que se foram como senti a dos amigos que perdi.” Entre felinos e amigos vai uma distância incomensurável.
      ” sem nunca nos criticarem.” É qualidade para uns, defeito para outros.
      ” Amam-nos incondicionalmente .” É isso, não põem condições. Se fossem racionais…

        1. E é daqui que me vem um profundo sentimento de que prefiro sempre as pessoas aos animais. Mas sempre, mesmo quando dizem coisas irracionais.

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