Tudo o que damos espontaneamente ao universo, volta para nós. Se desejarmos mal aos outros, vamos sofrer dissabores. Se por outro lado formos generosos e alegres, a vida brindar-nos-á com abundância e felicidade.
Dá aos outros o que gostavas de receber em troca.

Karma…
Como tive uma educação Católica Apostólica Romana rigorosa com o inferno sempre a espreitar em cada esquina, sempre tive medo de desejar mal a alguém. Aquilo do” pensamentos, palavras e obras” sempre mexeu muito comigo.
Mas infelizmente nem todas as pessoas são intrinsecamente boas, por isso, e sabendo o que sei pela aprendizagem dos anos, dei comigo a desejar àqueles cujo santo não se toca com o meu, que possam receber em triplo tudo o que me possam desejar. 🙂
Assim sendo, dou positivismo e reciprocidade. Não tem funcionado mal 🙂
Beijinho e um bom dia.
As pessoas até são muito más… Contudo, quem tiver discernimento para ver o quadro todo deve tentar compreendê-las e desculpá-las. Só os que andam no caminho da luz conseguem de forma altruísta emanar felicidade para todos.
O mundo é um espelho: se sorrires para ele, ele sorrirá para ti.
(Gustavo Le Bon )
Por isso temos de sorrir, sempre que possível.
A teoria budista do karma apresentada por uma cristã.
Note-se porém que o karma budista é muito diferente do inferno e do paraíso cristãos. Enquanto que os últimos se aplicam a uma alma individual e num tempo bem definido (após a morte), o karma aplica-se ao universo em geral, não forçosamente a uma pessoa em particular (até porque, no budismo, o conceito de pessoa individual não faz sentido), e num tempo indefinido (que tanto pode ser daqui a dez minutos como daqui a um século).
Quem é a cristã?
Quem disse que o karma se confina ao budismo?
Quem associou o karma ao inferno ou ao paraíso?
Quem disse que a causa e o efeito são apenas karma?
Quem disse que os cristãos se focam apenas numa pessoa em particular?
Há leis que são universais, comuns a todas as religiões e raças, que defendem condutas virtuosas e que prometem apenas o bem estar geral. Associarmos conceitos a rótulos é reduzirmos o seu significado. A lei do dar e receber é universal, não tem carimbos, mas somente o ímpeto de conferir a cada um e ao todo a felicidade plena.
Quem é a cristã?
Você, Joana. Penso eu de que…
Eu é que não, certamente.
E porque pensou achou por bem fazer o comentário depreciativo que fez. Sabe que na escrita não conseguimos apreender o tom, mas quando se rotula alguém de cristão ou budista, ou isto ou aquilo, já estamos a julgar os outros não pelo conteúdo, mas pela aparência. Mas vá, não lhe levo a mal, tenho de ser compreensiva, se almejo compreensão.
Qual comentário depreciativo? Eu não depreciei nada nem ninguém.
na escrita não conseguimos apreender o tom
Pois deve ser esse o seu problema, estar a apreender na minha escrita um tom que não está lá.
quando se rotula alguém de cristão, já estamos a julgar os outros […] pela aparência
!!!
Quer isso dizer que ser cristão não passa de uma “aparência”?
Eu penso que nenhuma pessoa religiosa toma a sua religiosidade como uma simples aparência!
Concordo consigo e espero que nenhum praticante de qualquer religião a viva como uma aparência.
Porém, logo de início não foi clara a observação que fez. Fosse em tom de admiração ou de crítica, será sempre tido como um julgamento, do cristão que faz alusões a teorias budistas. Gostava que as pessoas no mundo fossem julgadas pelas suas ideias e não por serem isto ou aquilo. Quando se passa para o campo dos rótulos, estamos então a ligar às aparências.
Procura os caminhos. Mas, ó Lanu,sê puro de coração antes que comeces a tua jornada. Antes que dês o primeiro passo, aprende a separar o real do falso. o transitório do eterno.
Aprende sobretudo a separar a ciência da cabeça da sabedoria da Alma, a doutrina dos olhos da doutrina do coração.
Sim, a ignorância é como uma vasilha fechada e sem ar; a Alma uma ave dentro dela. Não canta, nem pode mexer uma pena; mas jaz num torpor e morre de não poder respirar.
Mas mesmo a ignorância é melhor do que a ciência da cabeça sem a sabedoria da Alma para a iluminar e guiar
Caro João, qual é a fonte? Gostei!