Há 10 anos atrás todos eram extremistas até o Obama, a falar sobre como iria parar a imigração ilegal ou estar contra o casamento gay…
O Mitterrand tão adorado pela esquerda “moderada” hoje seria um perigoso extremista. Se alguém de esquerda se retirar para uma ilha sem contacto com a civilização durante 10 anos, quando chegar já será extremista sem que tenha mudado de ideias…
Há 20 anos quem usasse a palavra pátria era extremista, hoje o PCP usa e já não é…
O grande problema é que, de facto, e por força da gravidade e da consequente rotação terrestre e de todas as dinâmicas da mecânica terrestre, um tipo adormece ao centro e quando acorda, e dá por ela, está a um extremo!! (sem bola, e vê-se alvo do arremesso de invectivas desonrosas por defender o centro, que é agora extremo, onde havia adormecido) É chato, para além de ser a demonstração cabal de que a permanência metafísica é um puro mito!! Tsss A não ser, esperem, que o centro tenha sido empurrado para o extremo e os extremos tenham ocupado o centro!! Tenho de ir a Vila de Rei…
Ouvi o Trump, na Ass NU. A exaltação do patriotismo! O apelo à união de todos os patriotas de todas as nações para que façam das suas nações as melhores nações deste mundo! O desdém aos globalistas da transumância mercantilista e a reafirmação da soberania dos povos!! E mais meia dúzia de enunciados de senso comum. Os comentários da media de referencia y sus muchachos apontam, de forma consensual e inequívoca, que se trata de um perigoso extremista!! Eu já não sei o que é um extremista!!
P.S. (segundo alguns banqueiros, em conferencia em Lisboa, Lisboa e Porto serão já território da transumância global, mercado global. O povo, contingente e circunstante, será mera contingência. Esta é a linguagem atrevida dos extremistas)
Meu caro o apelo ao grupo conduz à desconfiança dos grupos exógenos. O apelo ao grupo conduz à beligerância a grupos de fora. A afirmação , a identidade de um grupo faz-se à custa de outros. Em economia conduz ao mercantilismo. Em política ao nacionalismo. Em sociologia à xenofobia. As políticas de grupos conduzem à agressão. Mais que estudado em biologia, em psicologia, em política
O meu caro é demasiado lesto a elaborar juízos definitivos sobre coisas que mal parece compreender!! Um extremista, portanto! Apesar do muito que haveria por esclarecer, permito-me apenas dois ou três pequenos comentários. O mercantilismo, como teoria política desenvolvida desde o sec XIX, de Hamilton, List aos contemporâneos da direita à esquerda, é um subsídio político recorrente, uma persuasão renitente na correcção às distorções do livre comércio entre nações. Uma espécie de emenda a assimetrias no desenvolvimento económico e tecnológico. Da Alemanha, EUA e Japão do sec XIX à China e India do sec XXI. É do mercantilismo e do neo mercantilismo que emergiram os grandes campeões da industria. A coisa é de tal modo curial que admitida pela OMC, como o mínimo de racionalidade, como instrumento de desenvolvimento, onde as assimetrias sejam evidentes, em termos de desenvolvimento económico e tecnológico, para que se possa considerar a competição minimamente justa e consequentemente do interesse esclarecido de todas as nações. O Nacionalismo, do sec XIX, legou-nos a união de tribos num sistema nacional, agregou ao invés de separar. Promoveu a autonomia que a tradição imperial e colonial atrofiava. A Nação permitiu a instituição dos mecanismos de justiça distributiva que se fundamentam no comum. Os laços que unem os indivíduos de determinado povo histórico devem ser sólidos, e quanto mais sólidos forem mais coesa será tal sociedade. Só em sociedades coesas, com identidade comum, é possível experiênciar os mais avançados mecanismos de distribuição de riqueza. Quanto à xenofobia e à filoxenia já Aristóteles ensinava, há quase dois milénios e meio, que o excesso, tanto de uma como da outra, seria um vício. O meu caro, parece-me, peca por excesso. Um bem haja,
Tendo em consideração a interdependência das economias a protecção aduaneira apenas trará, numa economia globalizada, maior assimetria entre os países (prejudicará sobretudo as economias mais frágeis, como a Potuguesa – vejamos o Brexit e as exportações de Vinho do Porto). O protecionismo protege indústrias obsoletas, prejudicando o consumidor final, o que leva a uma estagnação tecnológica, pela desvirtuaçao da concorrência livre- para quê investir em ID? (veja-se o caso de Portugal no Estado Novo, onde empresas com sistemas de produção obsoletos eram protegidos da concorrência externa,tendo adquirido os produtos nacionais industriais fama pelas piores razões ).
O nacionalismo agrega , desagregando os que não pertencem ao Grupo. A sua afirmação é negativa. A sua razão de ser é de conflito. Parafraseando Sócrates, não sou ateniense, nem grego. Sou cidadão do mundo . Num mundo cada vez mais interdependente o Nacionalismo /Protecionismo é um anacronismo…..
Já viu, não o apodei de extremista! E esta hei?
O pior é que a cultura dos que se auto-denominam “moderados” é a mesma dos “extremistas”.
Os dois querem um Estado com enorme poder. Extremo.
A dívida record não é um exemplo do extremismo do regime?
O record de impostos cobrados não é um exemplo do extremismo do regime?
Para o Luck não existe outro país mais marxista que os EUA, pois não existe outro com tantos grupos cívicos. Onde os outros vêm vitalidade da sociedade, o Luck vêm marxismo. É original
Não admira, tratando-se de um marxista extremista.
Grupos “cívicos” que querem censurar os outros, promovem sexismo, promovem racismo, atacam em publico quem tem opiniões diferentes, promovem a culpa colectiva como Marxistas que são. Defendendo até o extermínio. https://pjmedia.com/blog/liveblogevent/live-blog-84/entry-240746/
Do Marxismo inicial das classes sociais, passámos ao Marxismo das classes raciais, classes sexuais, classes profissionais, classes ambientais, classes do que comemos, classes que derem jeito no contexto do jornalismo Marxista… etc. Tudo o que servir para o Marxista criar culpa e assim obter Poder.
Errado. Grupos cívicos que actuam politicamente na sociedade, pois acreditam na vitalidade do seu sistema político. Ao contrário de países subdesenvolvidos onde a sociedade é conformista e pouco participativa em virtude da corrupção, da indiferença, dos governantes sobre os governados.
O choque de ideias, a dialética dos argumentos, é a saúde da democracia. Só assim surge o progresso.
Por exemplo Angela Merkel extremista, incentivando a entrada de mais de 1 milhão de imigrantes na Alemanha e mais no resto da Europa.
A propósito de política e de políticos, alguém ouviu o ministro do ensino superior a esclarecer a questão das equivalências das antigas licenciaturas, hoje, na A1? Uma autêntica pérola! Difícil conceber melhor exemplo de como essa gente ultraja a inteligência dos cidadãos eleitores. Das duas três: – ou são estúpidos ou fazem dos outros estúpidos ou as duas coisas. E trata-se do ensino superior. Como é possível?! Como é possível continuarmos a votar?! João de Brito
Qualquer extremismo é uma preversão de ideais, é a completa canibalização de objctivos, deveres e direitos. É o completo transvestimo do significado de liberdade e democracia, uma falácia dogmática. Qualquer extremista, como qualquer viciado, nunca poderá assumir que tem um problema, porque afinal o inferno são os outros.
A afirmação leva à extinção de tudo se admitirmos que o que é mau se deve suprimir. Se suprimirmos os extremos (maus) criamos novos extremos (os que estão a seguir) que por sua vez se devem suprimir etc. etc. até não restar nada. Se calhar é preferível deduzir desta afirmação que os extremos (apesar de maus) são benéficos e devem manter-se. O que digo é essencialmente uma questão de lógica. Ou não?
A afirmação, caro JL, deve-se à minha observação de que, neste tempo de trincheiras ideológicas e opinativas tão exacerbadas, cada facção demonstra extrema tolerância em relação aos extremistas do seu lado, enquanto vergasta os moderados do lado oposto. Devemos suprimir, sim, esta visão vesga da política. Que não sucede apenas na política: sucede um pouco a propósito de tudo: quanto mais inflexível e intolerante um beltrano é, mais colhe aplausos dos basbaques de turno.
Eu sei que isto é um exercício lógico daqueles que aparecem nas baterias dos psicotécnicos — mas o meu pensamento da semana foi: se o triatleta se tivesse dedicado ao pentatlo moderno seria perfeitamente lógico que a mulher do pentatleta tivesse 3 amantes.
Incluindo o extremismo espanholista.
Incluindo o extremismo anónimo hispanofóbico.
Em política, como no resto, o difícil é alguém saber-se extremista. Afinal extremista são os outros….
Extremista é aquele que, de tanto encostar à berma, fica com o carro lá atolado.
Mas a culpa não fica com ele. Fica com a Junta Autónoma. O chamado extremista reactivo….
Alguns extremistas só pegam de empurrão. Estes, por exemplo.
Nem mais.
António Cabral
Em politica até os extremismos são bons, servem para balizar as opções.
Os extremos socam-se.
E só me ocorre citar o grande camarada Arnaldo de Matos. Isto é tudo….
Com um livro de cheques bem graúdo.
O problema é que, em política e nos regimes instalados, qualquer alternativa é um extremismo.
João de Brito
Há 10 anos atrás todos eram extremistas até o Obama, a falar sobre como iria parar a imigração ilegal ou estar contra o casamento gay…
O Mitterrand tão adorado pela esquerda “moderada” hoje seria um perigoso extremista.
Se alguém de esquerda se retirar para uma ilha sem contacto com a civilização durante 10 anos, quando chegar já será extremista sem que tenha mudado de ideias…
Há 20 anos quem usasse a palavra pátria era extremista, hoje o PCP usa e já não é…
A evolução leva à mudança….e extremista pode por vezes significar, apenas, excêntrico….o Luck é um extremista pois excêntrico….contudo, bom rapaz
Extrema… mente rápido a puxar do ‘colt’.
O grande problema é que, de facto, e por força da gravidade e da consequente rotação terrestre e de todas as dinâmicas da mecânica terrestre, um tipo adormece ao centro e quando acorda, e dá por ela, está a um extremo!! (sem bola, e vê-se alvo do arremesso de invectivas desonrosas por defender o centro, que é agora extremo, onde havia adormecido)
É chato, para além de ser a demonstração cabal de que a permanência metafísica é um puro mito!!
Tsss
A não ser, esperem, que o centro tenha sido empurrado para o extremo e os extremos tenham ocupado o centro!! Tenho de ir a Vila de Rei…
Está lá o marco geodésico. Inconfundível.
Se ainda o não levaram para Badajoz..Elvas, digo!! O centro anda muito extremista!!
Ouvi o Trump, na Ass NU.
A exaltação do patriotismo! O apelo à união de todos os patriotas de todas as nações para que façam das suas nações as melhores nações deste mundo! O desdém aos globalistas da transumância mercantilista e a reafirmação da soberania dos povos!! E mais meia dúzia de enunciados de senso comum.
Os comentários da media de referencia y sus muchachos apontam, de forma consensual e inequívoca, que se trata de um perigoso extremista!!
Eu já não sei o que é um extremista!!
P.S. (segundo alguns banqueiros, em conferencia em Lisboa, Lisboa e Porto serão já território da transumância global, mercado global. O povo, contingente e circunstante, será mera contingência. Esta é a linguagem atrevida dos extremistas)
Meu caro o apelo ao grupo conduz à desconfiança dos grupos exógenos. O apelo ao grupo conduz à beligerância a grupos de fora. A afirmação , a identidade de um grupo faz-se à custa de outros. Em economia conduz ao mercantilismo. Em política ao nacionalismo. Em sociologia à xenofobia. As políticas de grupos conduzem à agressão. Mais que estudado em biologia, em psicologia, em política
O meu caro é demasiado lesto a elaborar juízos definitivos sobre coisas que mal parece compreender!! Um extremista, portanto!
Apesar do muito que haveria por esclarecer, permito-me apenas dois ou três pequenos comentários.
O mercantilismo, como teoria política desenvolvida desde o sec XIX, de Hamilton, List aos contemporâneos da direita à esquerda, é um subsídio político recorrente, uma persuasão renitente na correcção às distorções do livre comércio entre nações. Uma espécie de emenda a assimetrias no desenvolvimento económico e tecnológico. Da Alemanha, EUA e Japão do sec XIX à China e India do sec XXI. É do mercantilismo e do neo mercantilismo que emergiram os grandes campeões da industria. A coisa é de tal modo curial que admitida pela OMC, como o mínimo de racionalidade, como instrumento de desenvolvimento, onde as assimetrias sejam evidentes, em termos de desenvolvimento económico e tecnológico, para que se possa considerar a competição minimamente justa e consequentemente do interesse esclarecido de todas as nações.
O Nacionalismo, do sec XIX, legou-nos a união de tribos num sistema nacional, agregou ao invés de separar. Promoveu a autonomia que a tradição imperial e colonial atrofiava. A Nação permitiu a instituição dos mecanismos de justiça distributiva que se fundamentam no comum.
Os laços que unem os indivíduos de determinado povo histórico devem ser sólidos, e quanto mais sólidos forem mais coesa será tal sociedade. Só em sociedades coesas, com identidade comum, é possível experiênciar os mais avançados mecanismos de distribuição de riqueza.
Quanto à xenofobia e à filoxenia já Aristóteles ensinava, há quase dois milénios e meio, que o excesso, tanto de uma como da outra, seria um vício.
O meu caro, parece-me, peca por excesso.
Um bem haja,
Tendo em consideração a interdependência das economias a protecção aduaneira apenas trará, numa economia globalizada, maior assimetria entre os países (prejudicará sobretudo as economias mais frágeis, como a Potuguesa – vejamos o Brexit e as exportações de Vinho do Porto). O protecionismo protege indústrias obsoletas, prejudicando o consumidor final, o que leva a uma estagnação tecnológica, pela desvirtuaçao da concorrência livre- para quê investir em ID? (veja-se o caso de Portugal no Estado Novo, onde empresas com sistemas de produção obsoletos eram protegidos da concorrência externa,tendo adquirido os produtos nacionais industriais fama pelas piores razões ).
O nacionalismo agrega , desagregando os que não pertencem ao Grupo. A sua afirmação é negativa. A sua razão de ser é de conflito. Parafraseando Sócrates, não sou ateniense, nem grego. Sou cidadão do mundo . Num mundo cada vez mais interdependente o Nacionalismo /Protecionismo é um anacronismo…..
Já viu, não o apodei de extremista! E esta hei?
O pior é que a cultura dos que se auto-denominam “moderados” é a mesma dos “extremistas”.
Os dois querem um Estado com enorme poder. Extremo.
A dívida record não é um exemplo do extremismo do regime?
O record de impostos cobrados não é um exemplo do extremismo do regime?
Presumo que, para si, extremista seja elogio.
Não acabei de criticar o extremismo dos que se dizem moderados mas que actuam como extremistas?
O extremismo dos “moderados”? Não entendi à primeira. Talvez consiga à segunda.
Sabe desenhar?
Para o Luck não existe outro país mais marxista que os EUA, pois não existe outro com tantos grupos cívicos. Onde os outros vêm vitalidade da sociedade, o Luck vêm marxismo. É original
Não admira, tratando-se de um marxista extremista.
Grupos “cívicos” que querem censurar os outros, promovem sexismo, promovem racismo, atacam em publico quem tem opiniões diferentes, promovem a culpa colectiva como Marxistas que são. Defendendo até o extermínio. ive-blog-84/entry-240746/
https://pjmedia.com/blog/liveblogevent/l
Do Marxismo inicial das classes sociais, passámos ao Marxismo das classes raciais, classes sexuais, classes profissionais, classes ambientais, classes do que comemos, classes que derem jeito no contexto do jornalismo Marxista… etc.
Tudo o que servir para o Marxista criar culpa e assim obter Poder.
Errado. Grupos cívicos que actuam politicamente na sociedade, pois acreditam na vitalidade do seu sistema político. Ao contrário de países subdesenvolvidos onde a sociedade é conformista e pouco participativa em virtude da corrupção, da indiferença, dos governantes sobre os governados.
O choque de ideias, a dialética dos argumentos, é a saúde da democracia. Só assim surge o progresso.
Por exemplo Angela Merkel extremista, incentivando a entrada de mais de 1 milhão de imigrantes na Alemanha e mais no resto da Europa.
A propósito de política e de políticos, alguém ouviu o ministro do ensino superior a esclarecer a questão das equivalências das antigas licenciaturas, hoje, na A1?
Uma autêntica pérola!
Difícil conceber melhor exemplo de como essa gente ultraja a inteligência dos cidadãos eleitores.
Das duas três:
– ou são estúpidos ou fazem dos outros estúpidos ou as duas coisas.
E trata-se do ensino superior.
Como é possível?!
Como é possível continuarmos a votar?!
João de Brito
Não ouvi. Há ministro do ensino superior em Portugal?
Nem sabia.
Eu ouvi e fiquei incrédula. Um desatino de ideias.
Pior é impossível.
Vou ter de acompanhar essa notícia. Apesar de, na televisão, só costumar ver a Cristina Ferreira.
Qualquer extremismo é uma preversão de ideais, é a completa canibalização de objctivos, deveres e direitos. É o completo transvestimo do significado de liberdade e democracia, uma falácia dogmática.
Qualquer extremista, como qualquer viciado, nunca poderá assumir que tem um problema, porque afinal o inferno são os outros.
É isso, Dulce. Nem mais.
Discordo de tudo. Mas o meu pensamento é demasiado profundo para ser exposto neste curto espaço.
Tente outra vez. Verá que ainda lhe sobra espaço para a assinatura.
A afirmação leva à extinção de tudo se admitirmos que o que
é mau se deve suprimir. Se suprimirmos os extremos (maus) criamos novos extremos (os que estão a seguir) que por sua vez se devem suprimir etc. etc. até não restar nada. Se calhar é preferível deduzir desta afirmação que os extremos (apesar de maus) são benéficos e devem manter-se. O que digo é essencialmente uma questão de lógica. Ou não?
A afirmação, caro JL, deve-se à minha observação de que, neste tempo de trincheiras ideológicas e opinativas tão exacerbadas, cada facção demonstra extrema tolerância em relação aos extremistas do seu lado, enquanto vergasta os moderados do lado oposto.
Devemos suprimir, sim, esta visão vesga da política. Que não sucede apenas na política: sucede um pouco a propósito de tudo: quanto mais inflexível e intolerante um beltrano é, mais colhe aplausos dos basbaques de turno.
Eu sei que isto é um exercício lógico daqueles que aparecem nas baterias dos psicotécnicos — mas o meu pensamento da semana foi: se o triatleta se tivesse dedicado ao pentatlo moderno seria perfeitamente lógico que a mulher do pentatleta tivesse 3 amantes.
V. pensa-as quando e onde? Enquanto passeia, enquanto no banho, no trono…?
Você tem um humor do caraças
No duche, principalmente
Isso explica o motivo por que certos sujeitos são manifestamente incapazes de pensar.