Pensamento da Semana


tralhasdavida,

“As mulheres são feitas de raparigas. Aos quarenta ainda deitam a língua de fora como aos quinze.” (Herman de Conick)

 

Este pensamento acompanhou o DELITO durante toda a semana

27 comentários em “Pensamento da Semana”

  1. Não conheço o autor citado nem a língua em que escreveu.
    Mas pressinto que deve haver uma qualquer deficiência na tradução.
    João de Brito

  2. Nem ponho a língua de fora nem levanto uma perna para fazer chichi. Já o Vlad não faço ideia, mas há comportamentos que se imitam quase inconscientemente.

    1. https://www.youtube.com/watch?v=jsCR05oKROA

      You’ve been kept down
      You’ve been pushed ‘round
      You’ve been lied to
      You’ve been fed truths
      Who’s making your decisions
      You or your religion
      Your government, your countries
      You patriotic junkies

      Where’s the revolution
      Come on people
      You’re letting me down
      Where’s the revolution
      Come on people
      You’re letting me down

      You’ve been pissed on
      For too long
      Your rights abused
      Your views refused
      They manipulate and threaten
      With terroras a weapon
      Scare you till you’re stupefied
      Wear you down until you’re on their side

      Where’s the revolution
      Come on people
      You’re letting me down
      Where’s the revolution
      Come on people
      You’re letting me down

      The train is coming
      The train is coming
      The train is coming
      The train is coming
      So get on board
      Get on board
      Get on board
      Get on board
      The engine’s humming
      The engine’s humming
      The engine’s humming
      The engine’s humming
      So get on board
      Get on board
      Get on board
      Get on board

      Where’s the revolution
      Come on people
      You’re letting me down
      Where’s the revolution
      Come on people
      You’re letting me down

        1. Já percebi! Essa história de um não se importar de fumar Gitanes e o outro preferir Português Suave… mas chato que é chato fuma mata-ratos, bolas!

  3. Aos 40 sonham como com 15. E aos 15 com os 40…ter filhos, um marido, fiel, que invista na família, e uma carreira. Mas depois, passados os 40…o marido…ai o marido…que ele não era assim…sobretudo quando ele falhou na carreira e ela não. Ou quando tendo falhado ela, por ela lhe passou a beleza dos pequenos 15, tão longe….onde ela ficou….e a idade de nova partida também, não havendo novas cores que lhe façam acreditar noutra idade, noutro tempo, que não o dela. O jogo acabou. Resta acordar na mentira

    https://www.youtube.com/watch?v=hZcZfAr4NyQ

    Depeche mode – little 15 (1987)

    You help her forget

    The world outside

    You’re not part of it yet

    And if you could drive

    You could drive her away

    To a happier place

    To a happier day

    That exists in your mind

    And in your smile

    She could escape there

    Just for a while

    Little fifteen

    Little fifteen

    Why take the smooth with the rough

    When things run smooth

    It’s already more than enough

    She knows your mind

    Is not yet in league

    With the rest of the world

    And its little intrigues

    Do you understand

    Do you know what she means

    As time goes by

    And when you’ve seen what she’s seen

    you will

    Little fifteen

    Little fifteen

    Why does she have to defend

    Her feelings inside

    Why pretend

    She’s not had a life

    A life of near misses

    Now all that she wants

    Is three little wishes

    She wants to see with your eyes

    She wants to smile with your smile

    She wants a nice surprise

    Every once in a while

    She wants to see with your eyes

    She wants to smile with your smile

    She wants a nice surprise

    Every once in a while

    Little fifteen

    1. I’ve got to get to you first
      Before they do
      It’s just a question of time
      Before they lay their hands on you
      And make you just like the rest
      I’ve got to get to you first
      It’s just a question of time
      Well now you’re only fifteen
      And you look good
      I’ll take you under my wing
      Somebody should
      They’ve persuasive ways
      And you’ll believe what they say
      It’s just a question of time
      It’s running out for you
      It won’t be long until you’ll do
      Exactly what they want you to
      I can see them now
      Hanging around
      To mess you up
      To strip you down
      And have their fun
      With my little one
      It’s just a question of time
      It’s running out for you
      It won’t be long until you’ll do
      Exactly what they want you to
      Sometimes I don’t blame them
      For wanting you
      You look good
      And they need something to do
      Until I look at you
      And then I condemn them
      I know my kind
      What goes on in our minds
      It’s just a question of time
      It should be better
      It’s just a question of time
      It should be better with you
      It’s just a question of time

      (Martin Lee Gore, A Question of Time, 1986)

      Já agora, my name is -in, sar-in.

      1. Question of Lust

        Fragile
        Like a baby in your arms
        Be gentle with me
        I’d never willingly
        Do you harm

        Apologies
        Are all you seem to get from me
        But just like a child
        You make me smile
        When you care for me
        And you know

        It’s a question of lust
        It’s a question of trust
        It’s a question of not letting
        What we’ve built up
        Crumble to dust
        It is all of these things and more
        That keep us together

        Independence
        Is still important for us though (we realise)
        It’s easy to make
        The stupid mistake
        Of letting go (do you know what I mean)

        My weaknesses
        You know each and every one (it frightens me)
        But I need to drink
        More than you seem to think
        Before I’m anyone’s
        And you know

        It’s a question of lust
        It’s a question of trust
        It’s a question of not letting
        What we’ve built up
        Crumble to dust
        It is all of these things and more
        That keep us together

        Kiss me goodbye
        When I’m on my own
        But you know that I’d
        Rather be home

        It’s a question of lust

        depeche mode – a question of lust (1986)

        https://youtu.be/y0nLolcjmUE

  4. É uma triste verdade: aos quarenta anos de idade, ainda muitas mulheres se comportam como adolescentes.

    1. Também é uma feliz verdade: aos 40 há comportamentos de adolescente que vale a pena preservar.
      Claro que depende do tipo de adolescente que se foi…

  5. Parece-me que em cada homem há uma criança que espreita e que isso não tem mal ou idade. É possível guardar e cuidar da capacidade de ser criança durante a vida toda, no sentido de ser genuíno e sem o estorvo do tanto lixo que os anos acumulam e submerge a alegria inaugural de todas as coisas. E isto me parece comum ou possível em todos os seres humanos, independentemente de raças ou credos, sexo ou estatuto.

  6. Mas que mal vinha ao mundo terem aprovado o comentário, repetidamente submetido a publicação, que partilhava o pensamento/citação na língua original (já que um dos comentaristas tinha referido desconhecer qual era e ter levantado dúvidas sobre a correcta tradução)?

    Mas que mal vinha ao mundo se diante de um comentário, repetido e constituído uma única palavra, a pessoa encarregue da moderação deixasse levantar em si uma ínfima suspeita de que poderia valer a pena verificar se o nome do autor citado se encontra correctamente escrito?

    1. Caríssimo, nenhum mal ao mundo e desde já agradeço. Pessoa moderadora de férias, nos confins, sem rede wifi e ou 4G 90 por cento do tempo.
      Será corrigido assim que consiga pôr as mãos num aparelho decente.

  7. A frase é dúbia. Começa com um tom poético e descerra uma apreciação dúbia. É um elogio à jovialidade, à alegria…? À capacidade das mulheres, física e psicologicamente terem ultrapassado o estereotipo de matrafonas aos 40 e para além dos 40? É uma apreciação crítica à leviandade e à superficialidade de alguns grupos? E esse apanágio é só feminino? E tem idade?

    Alguns fundamentos seriam necessários para esclarecermos uma frase tão dúbia e genérica..

    O mais curioso é que não me incomoda a gralha no nome do senhor, mas sim o facto de alguns comentários serem seguidistas e entrarem no que de pior temos como portugueses: no falar mal, no desdenhar, sem o sentido crítico e reflexivo que merece qualquer afirmação, mesmo que seja a melhor e mais correcta afirmação do mundo!

    Maria Gonçalves

    1. Suponho que o objectivo de colocar apenas a frase, tal como está sem contexto ou sem orientação, é exactamente permitir a exploração das várias interpretações possíveis. A criação de contextos vários segundo as perspectivas de cada um. Como bem notou, há comentários tendencialmente negativos – mas também há os positivos. Acredito que nenhum por seguidismo, todos por força da experiência na primeira ou na segunda/terceira pessoa.

      Mal de nós se não pudermos fazer exercícios de reflexão em torno de uma frase sem contexto – é isso que distingue a imaginação da observação, o criativo do prosaico.

  8. Aos 15 deitava a língua menos por irreverência e mais para provar a vida.
    Aos 40, para provar mas também por cansaço.

    Espero que aos 65 seja por continuar a lamber a vida.
    Desejo que aos 90 não seja por me cair a língua devido à falta de dentes.

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