Sim, mas a madeira mais inflamável dá um fogo que depressa e extingue. A lenha que arde durante mais tempo, como a de azinheira, larga muito calor mas é pouco inflamável.
E por falar em batalha, a semana passada os comentários foram fraquinhos, esgotou-se a rubrica ou as emoções foram fortes? (Não leve a brincadeira a peito, Pedro, nenhum queria o lugar com que ficou… nem Israel 🤡)
Programado para ser nesta altura. Do silêncio ensurdecedor de repente é se autorizado a falar e escrever. A torneira irá fechar. Fica mais uma vez bem claro que o jornalismo “de referência” é controlo da informação. Aliás é mais uma vez interessante como nas notícias o Governo Sócrates deixou de ser do PS. Passou a ser apenas Governo Sócrates.
E a saída de Sócrates do PS também tem todo o ar de ter sido combinada.
Aqui nos Limes Setentrionais já se cheiram, pela manhã. Como dizia o Kilgore : I love the smell of napalm in the morning. You know, one time we had a hill bombed, for 12 hours. When it was all over, I walked up. We didn’t find one of ‘em, not one stinkin’ dink body. The smell, you know that gasoline smell, the whole hill. Smelled like… victory. Someday this war’s gonna end…
Carregou a tocha que incendiou a (pouca) vergonha.
Carregou a tocha e arreganhou a taxa.
Com modelo às Costas.
Candidato a uma hérnia.
Sim, mas a madeira mais inflamável dá um fogo que depressa e extingue.
A lenha que arde durante mais tempo, como a de azinheira, larga muito calor mas é pouco inflamável.
É verdade!
Isto das madeiras são como as paixões.
Uma arde só de olhar para ela. O amor de tipo eucaliptal.
Outras são só lá vão com meio kilo de acendalhas e muita paciência. O amor azinhal.
Os extintores estão já a funcionar. Vais ver que é fogo-fátuo.
Daí o congresso do PS ser na Batalha.
Vai ser uma Batalha? Mas agora deu em moda?!
E por falar em batalha, a semana passada os comentários foram fraquinhos, esgotou-se a rubrica ou as emoções foram fortes? (Não leve a brincadeira a peito, Pedro, nenhum queria o lugar com que ficou… nem Israel 🤡)
Programado para ser nesta altura.
Do silêncio ensurdecedor de repente é se autorizado a falar e escrever.
A torneira irá fechar.
Fica mais uma vez bem claro que o jornalismo “de referência” é controlo da informação. Aliás é mais uma vez interessante como nas notícias o Governo Sócrates deixou de ser do PS. Passou a ser apenas Governo Sócrates.
E a saída de Sócrates do PS também tem todo o ar de ter sido combinada.
Que viva o nosso Delito.
Viva. Delituemos.
Deve ter sido combinada entre o Sócrates e o Costa. Falaram ao telefone a combinar tudo. Por serem marxistas. Não é, Luck?
Sócrates não sairia do PS sem algo valioso em troca.
Agora o jornalismo Marxista até já começa a fazer propaganda às claras:
https://www.teenvogue.com/story/who-is-k arl-marx
Quando estes meninos e meninas o impedirem por lei “anti discriminação” de postar aqui as suas belle toujours não se admire.
Só por cima do meu cadáver.
O ministro Capoula tramou o “pinho”… fez a maior reforma da floresta desde D. Diniz… Pinho não vai arder mais… já ardeu tudo o que tinha arder!
Amendes
E quando tudo parecia assim encaminhado, de novo o Quercus faginea armado em Quercus coccifera… chega de incêndios, por favor.
Aqui nos Limes Setentrionais já se cheiram, pela manhã. Como dizia o Kilgore : I love the smell of napalm in the morning. You know, one time we had a hill bombed, for 12 hours. When it was all over, I walked up. We didn’t find one of ‘em, not one stinkin’ dink body. The smell, you know that gasoline smell, the whole hill. Smelled like… victory. Someday this war’s gonna end…
https://youtu.be/bPXVGQnJm0w
Um pensamento da semana ultrapassado pelos acontecimentos assim que pensado…
São as florestas na mesma,
É o Pinho a não ser arguido,
É o Carvalho perfilado para o ser,
Há semanas que mais valia adormecer no princípio do mês e acordar na silly season!
Nada ultrapassado. Como o futuro próximo demonstrará.
Esperemos que se refira ao Pinho e não ao pinho.
O Carvalho, esse, arderá até ao fim consumindo sabe-se lá o quê…
Carvalho é de combustão lenta.
E espontânea.