Quem se diz vítima de “assassinato de caráter” é porque não tem carácter.
Este pensamento acompanhou o DELITO durante toda a semana
Quem se diz vítima de “assassinato de caráter” é porque não tem carácter.
Este pensamento acompanhou o DELITO durante toda a semana
Quem cala consente.
Pinho promete ser a madeira mais inflamável este ano.
Esperemos pelo Congresso da Liga dos Bombeiros nos vindos de Maio.
Não apenas ficou sem carácter como lhe falta um carácter. Não um qualquer, moderno e arrivista, mas um antigo e enraizado.
Um carácter a mais ou a menos faz por vezes toda a diferença.
Permita-me que esteja de acordo neste particular, genericamente falando.
Completamente de acordo!
No mínimo, desvaloriza-o (o caráter).
João de Brito
Concordo que o carácter foi desvalorizado… por isso não posso estar de acordo e assim subscrevo a frase.
Se não tem, assassinam-lhe o quê?
É sabido que qualquer mutilador de consoantes não tem carácter.
Boa noite meus senhores. Confesso que hoje em dia, nestas coisas de carácter e ataques ao dito, ando cheio de medo, por isso não digo mais nada, não venha alguma “arrochada” lá de SBento, conforme ameaçado dias atrás!!
Respeitinho, muito respeitinho, cada vez mais como antigamente.
Ainda que no meu Chapéus… me tenha já despistado um bocadinho aqui e ali. Mas talvez ELE não se aperceba disso nem a brigada dos costumes!
António Cabral
É um desconforto viver a descobrir atoleiros desta natureza. Minam a confiança e são em demasia.
mas é porque lho pulverizaram ou porque não havia nada para assassinar?
Prova de (in) caráter:
” O gajo enganou-me…bem enganada…”
Cancio… neiro do DN
AMendes
Este raciocínio é trivial. Se se foi vítima de assassinato de caráter, então ficou-se sem caráter, uma vez que aquele que se tinha foi assassinado.
Um vítima de assassinato de cão não tem, obviamente, cão. Tinha, mas morreu.
Agora, sou eu:
Um tipo não pode roubar para matar o carácter que lhe coube em sorte?
Foi exactamente o que fizeram!
Roubaram um carácter para matarem o carácter – mas comigo não têm sorte!
A marchar contra as faltas de carácter, rumo à identidade comum e ao desacordar da alma eu digo: Presente!
Não conte comigo, para a identidade comum! Nunca gostei de marchar atrás de um cajado!
Não sendo a Língua a sua Pátria, que noção de comunidade lhe resta?
Dentro de mim cabe uma multidão
E ainda assim nela se envolve…
Com ou sem cajados 🙂
Pedro, a frase tem muitas leituras mas está tudo a inclinar-se para a mesma, é o que dá ser tuga por estes dias… faltará uma tag? 🙂
Culpa do “acordo”, Sarin. Ceifou o intelecto e só sobraram “inteletos”.
Ele há acordos que parecem do Diabo!
(Só para baralhar mais um bocadinho e voltar a dar 😂)
A sério, Pedro, este pensamento é talvez dos mais deliciosos que por aqui passaram. Merece entrar na íntegra em antologias várias 🙂
E vós pernas a tremer por onde andais agora?
Só sei que nada sei. Como dizia o homónimo do melhor amigo do engenheiro S. Silva.
Nem carácter, nem grande coisa.