“A política é quase tão excitante como a guerra e não menos perigosa. Na guerra só se pode ser morto uma vez, mas na política muitas vezes” (Winston Churchill). Penso que se trata de um pensamento adequado a esta semana.
Este pensamento do grande estadista inglês acompanhou os leitores do Delito durante a semana.

Faz-me lembrar o gato de capoeira Santana.
Mais uma infantilidade precoce para a coleção ao conceber que um qualquer chefe de governo aceitaria debater com um candidato a líder de um partido na oposição.
Quando for 1º ministro (outra vez?) Costa vai aceitar.
Também pensei no mesmo. Se Santana for eleito líder do PSD, o PS terá maioria absoluta em 2019.
Bom dia.
Creio que tem razão, adequado, “eles “andem” por aí”
António Cabral
Pois… Eu se tivesse uma banca de feira, sabia que tinha tudo a ganhar com o “menino guerreiro”…
A política é a continuação da guerra por outros meios.
Sim, é como os rios: ressuscitam e morrem no tempo do tempo.
Fico com a sensação de estar a rever o filme “Regresso ao Futuro”!
Muito bom dia!
Ingenuamente, ou não, continuamos a dar demasiada importância à política.
Há muito que a política deixou de ser a boa administração da cidade, para virar ópera bufa.
Os dom quixotes só o não são, porque ganham com isso.
E os sanchos há muito que perderam a pança, o burro… e a memória.
Como é possível!
João de Brito
Na politica e no amor: … Bom dia!
DNO