Pensamento da semana


Luís Naves,

“A riqueza nunca perdeu a menor ocasião para se mostrar estúpida”. Esta frase de Honoré de Balzac, retirada do romance A Prima Bette, mantém toda a sua actualidade nestes tempos hipócritas e frívolos.

 

O pensamento do grande escritor francês acompanhou os leitores do Delito durante toda esta semana

6 comentários em “Pensamento da semana”

  1. É verdade. A frivolidade e a hipocrisia são marcas ao longo de gerações.

    Deixo aqui uma ligação de um homem carismático que com os dons de Deus tem levado a várias partes do mundo os prodígios e milagres que só Jesus faz.

    Para os e as que quiserem ser tocados, aqui fica o que ele e Ele têm para todos:
    https://www.youtube.com/watch?v=mAj7KmZJhP4

  2. Nem de propósito.
    Há já algum tempo que venho chegando a uma conclusão que joga com este pensamento.
    A procura a todo custo da riqueza para ostentar é uma prova de subdesenvolvimento e terceiro-mundismo.
    Prova que, para quem assim faz, tal ainda é o máximo valor.
    Desconhece a satisfação do mérito, da honra, da solidariedade, do respeito pelos outros e pelo ambiente…
    É um ser primitivo, parolo, um novo-rico, tal qual um empreiteiro de província em relação corrupta com o poder local.
    São assim, tudo indica, os sócrates e as raríssimas (não tão raríssimas como isso) do nosso País.
    João de Brito

  3. Balzac que o diga. Escrevia fardando um robe chique, de tipo oriental, e de adaga à cinta cravejada de pedraria oriental. Os escritores sempre foram hipócritas na sua escrita

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