“A riqueza nunca perdeu a menor ocasião para se mostrar estúpida”. Esta frase de Honoré de Balzac, retirada do romance A Prima Bette, mantém toda a sua actualidade nestes tempos hipócritas e frívolos.
O pensamento do grande escritor francês acompanhou os leitores do Delito durante toda esta semana

É verdade. A frivolidade e a hipocrisia são marcas ao longo de gerações.
Deixo aqui uma ligação de um homem carismático que com os dons de Deus tem levado a várias partes do mundo os prodígios e milagres que só Jesus faz.
Para os e as que quiserem ser tocados, aqui fica o que ele e Ele têm para todos: hP4
https://www.youtube.com/watch?v=mAj7KmZJ
Nem de propósito.
Há já algum tempo que venho chegando a uma conclusão que joga com este pensamento.
A procura a todo custo da riqueza para ostentar é uma prova de subdesenvolvimento e terceiro-mundismo.
Prova que, para quem assim faz, tal ainda é o máximo valor.
Desconhece a satisfação do mérito, da honra, da solidariedade, do respeito pelos outros e pelo ambiente…
É um ser primitivo, parolo, um novo-rico, tal qual um empreiteiro de província em relação corrupta com o poder local.
São assim, tudo indica, os sócrates e as raríssimas (não tão raríssimas como isso) do nosso País.
João de Brito
Balzac que o diga. Escrevia fardando um robe chique, de tipo oriental, e de adaga à cinta cravejada de pedraria oriental. Os escritores sempre foram hipócritas na sua escrita
Frase de Provérbio Português:
Se queres ver o pobre soberbo, dá-lhe a chave do palheiro.
na mesma linha: «não queiras servir a quem serviu».
Do lado de lá do Canal, a visão é (era) um tanto ou quanto diferente…
JSP