Pensamento da semana


João Pedro Pimenta,

Não há Verão que sempre dure, nem fogo que sempre lavre, nem ditador que não caia de Maduro.

 

Este pensamento acompanhou o DELITO durante toda a semana

8 comentários em “Pensamento da semana”

    1. Vlad
      Reparei agora que já saiu no anterior Pensamento da Semana a minha resposta à sua pergunta: “Quanto a Leis, em que ponto estamos na Teoria Final?”

      Para não pensar que não lhe dei importância, apesar de eu nem sempre voltar atrás mas, desta vez, como o Debate foi tão grande, quiz confirmar se ainda haveria alguma dúvida, juntando no meu comentário, a resposta a si e ao João André.

      http://delitodeopiniao.blogs.sapo.pt/pensamento-da-semana-9426794

      Quanto aos ditadores cairem de maduros como se espera que caia o Maduro, concordo consigo, caiem Ditadores mas não as Ditaduras.
      Basta reparar que em todas elas, o povo não tem direito a possuir armas para se defender do próprio Estado, como está especificado na Constituição americana.
      E, enquanto os ditadores, caiem e não caiem, o povo vai morrendo entre as balas do Estado e as dos gangues de bandidos armados (cuja lei nunca evitará possuírem armas) e, podemos chegar à conclusão que quem se lixa será sempre a maioria, a gente boa que nunca fez mal a ninguém e que, nunca, será realmente Livre, nem sequer para se defender. Ficando mais escravos que os próprios bandidos mas, isto, sou eu, novamente, a … “epicurar”

      “Se queres a verdadeira liberdade, deves fazer-te servo da filosofia” – Epicuro de Samos

  1. Vamos lá então amadurecer o pensamento. O meu pensamento está virado para o dever de cidadania. Hoje é o dia mundial do orgasmo. Mandei fazer na padaria uns suspiros e ando a distribui-los pelo mulherio.
    – Senhora, sirva-se.
    – Mas que cavalheiro! A propósito de quê esta oferta?
    – Hoje é o dia do orgasmo.
    – Ohhhhhhhh.
    – Pois, o suspiro é para poupar-lhe trabalho.

  2. A democracia que se pretende contrapor à ditadura de Maduro é apenas formal.
    Serve para embrulhar a liberdade desregulada do Mercado, que permite a meia dúzia explorar e manipular todos os outros em proveito próprio.
    Essa meia dúzia tem logrado criar entre os simplesmente remediados a ilusão de que também são ricos e de que, portanto, devem alhear-se dos interesses dos mais pobres.
    É isso que leva, por exemplo, ao retorno de parte da grande comunidade portuguesa.
    Esquecem-se estes de que, em qualquer dos casos, estão infinitamente mais próximos dos muito pobres do que da tal meia dúzia dos muito ricos.
    Para mal dos nossos pecados!
    João de Brito

    1. Não acredite nisso que escreve, João. Se compreender a dimensão da estabilidade que é necessária para que um remediado possa permanecer como tal num país em ebulição, talvez mude de perspectiva. Falamos de emigrantes que nunca perderam a ligação à terra para além da necessidade de encontrar futuro onde existia.

      Os muito ricos não necessitam deixar o país, simplesmente ausentam-se.

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