Três guerras em simultâneo. A que decorre da invasão russa da Ucrânia. O conflito aceso entre a Arménia (pró-russa) e o Azerbaijão (pró-turco) a pretexto de um enclave. A carnificina mais recente entre Israel e o Irão (via Hamas), hoje o principal fornecedor de armamento a Moscovo.
O mundo está perigoso. Num palácio de vidro em Nova Iorque, Miss Universo – que deseja muito a paz em todo o planeta – mostra-se preocupada.
Este pensamento acompanhou o DELITO DE OPINIÃO durante toda a semana

o tuneca não tem tropa
Linguagem de caserna não é permitida aqui.
mas está publicado !!!
Está publicado o quê?
a linguagem de caserna não é permitida aqui
Quem decide isso sou eu, não é um sem-nome.
mas avisou quem ou está avisar ?
e linguagem de caserna em geral ou a alguém em particular?
Ainda não viu nada.
Mas isto é uma realidade que a aliança entre extremistas do centro e extremistas de esquerda construiu.
Dentro de 20 anos é provavel que nenhum governo Europeu de extremistas do centro ainda exista.
Sim eu tenho bem presente a capacidade camaleónica dos extremistas do centro.
Você poupa sempre a sua pólvora contra os extremistas de direita. Talvez para não ser atingido por “fogo amigo”.
O extremismo de direita não existe no mesmo sentido em que o extremismo de esquerda existe que é activo e está institucionalizado.
Os cabeças-rapadas desapareceram nos confins de Miratejo e o Chega, que não passa de um partido reaccionário, é uma mera válvula do regime — uma espécie de Marinho Pinto on steroids.
Existe uma coisa parecida com a alt-right nas caixas de comentários, mas esses depois têm de ir ao supermercado.
Errata: “(…) no mesmo sentido em que o extremismo de esquerda que existe é activo e está institucionalizado.”
Ora aí está a frase do jornalismo marxista : “extremistas de direita”
Então não são “activistas de direita” ?
Qual foi a ultima vez que a SIC., TVI, Publico, RTP usou a expressão “extermistas de esquerda”
A RTP foi apanhada não só em Fake News mas em traduzir falsamente um ministro françês que disse Extremistas de Esquerda enquanto a RTP disse que ele disse Extremistas de Direita.
Quem falou em extremistas foi você. Ou afinal só recortou de algum lado?
Não é fantástico que o jornalismo não use o título Massacre no ataque do Hamas ao festival de musica?
“Mais de 250 mortos em festival de música atacado pelo Hamas”
É assim que o Publico dá o título. Não fosse um grupo Islamita apoiado pela esquerda e teríamos um título com muitos adjectivos para construir narrativa, como interessa defender o Hamas temos um título enxuto sem adjectivos.
Hoje, na sua capa, o Público titula que “Israel castiga Gaza”. É um leitor devoto do dicionário, este Público.
Entretanto o PCP, que atribui à UE (isto é, a Portugal também), aos EUA e à NATO a responsabilidade da invasão da Ucrânia pela Rússia, agora atribui a Israel a culpa pelo morticinio de israelitas pelo Hamas apoiado e armado pelo Irão.
O agredido é o agressor – fórmula orwelliana. Talvez por usar uma saia demasiado curta, como diria um desembargador do Porto.
Bom dia Pedro Correia
Miss Portugal também preocupada. Boa semana. Saúde.
António Cabral
Quando Miss Portugal fica preocupada, nota-se logo. Na maçã-de-Adão.
é mais um Misso que uma Miss. (e nem era preciso tanto para marchar até em tempo de paz)
por enquanto ainda é só de aparências, mas quando começarem a aparecer com marrecas durante nove meses é que vai ser do caraças.
Um “Misso”? Que aberração é essa?
«destrunfar, baralhar e voltar a dar»
mais migrantes; mais pobres para a sopa
Sopa do Sidónio? Vem da I República, com esse nome.
Jean-François Revel
Cómo terminan las democracias
Escreveu em francês, não em espanhol.
só leio na Net por falta de cum quibus mercantur melones.
Valha- nos o latim. Não língua-mãe, mas língua-avó.
O conflito aceso entre a Arménia (pró-russa) e o Azerbaijão (pró-turco)
Dois erros:
(1) O conflito não está “aceso”, ele está apagado. Não há neste momento quaisquer combates.
(2) A Arménia foi pró-russa, mas já não é. Desde há anos que, com um novo primeiro-ministro, a Arménia se tem andado a inclinar para o lado da Nato.
Está aceso.
É pró-russa: bastam noções rudimentares de história e geografia para saber isso.
Desde há anos que, com um novo primeiro-ministro, a Arménia se tem andado a inclinar para o lado da Nato.
Isso é o velho truque russo de criar enclaves, para depois o pcp e organizações parecidas no ocidente justificarem todo o tipo de barbaridades.
Por exemplo, a palestina nunca passou de uma região —era uma zona desértica sem ninguém— e o seu povo não é nem nunca foi uma etnia nem tem nenhum dos ingredientes que formam as nações. Nunca foi, é uma invenção dos partidos comunistas, como muitas outros embustes que os jornais debitam sem reflectir. Os actuais palestinianos são os descendentes de gente que foi empurrada para lá provavelmente à força para criarem um enclave quando Israel se formou no território colonial inglês.
E quando os muçulmanos perceberam que um deserto pode dar frutos —coisa que eles notoriamente não conseguem fazer a não ser que já lá esteja, como o petróleo—, começaram a querer acabar com Israel, instigados pela inveja, pelo Irão comunista e todos os movimentos comunistas no mundo. E sempre, e isto é muito importante, com a URSS/Rússia por trás a fazer as maquinações e contaminar a sociedade ocidental com os embriões do activismo plataformista e os movimentos “woke”. Tudo isso confluiu no momento presente.
A Palestina faz lembrar aquelas terriolas que cresceram avidamente à volta de uma fábrica e depois querem tirar a fábrica de lá porque faz pó para a roupa estendida.
o V. já está atacado com o convid 23 forte.
Se os Egipcios e os Jordanos ainda estivessem a controlar o territórios conquistados não existiram Palestinianos.
Porque a questão aqui nunca foram os Palestinianos. A larga maioria dos apoiantes dos Palestinianos estão-se nas tintas para os Palestinianos veja-se como apoiaram e apoiam os grupos Marxistas e agora os Islamistas como governo dos Palestinianos. É carne para canhão na luta contra o Ocidente.
É (mais) um Culto da Morte promovido pelo jornalismo Marxista ocidental pois ganha poder politico quer Palestinianos quer Israelitas sejam mortos.
a palestina nunca passou de uma região —era uma zona desértica sem ninguém
Havia Jerusalém, Jafa, Haifa, Hebron, Gaza… todas essas cidades já existiam.
o seu povo não é nem nunca foi uma etnia
Pois não. É como o povo de Portugal, também não era uma etnia até ao século 14.
quando os muçulmanos perceberam que um deserto pode dar frutos —coisa que eles notoriamente não conseguem fazer
O sionista Jabotinsky, ao visitar a Palestina, concordou que a sua terra estava bastante bem cultivada, tanto quanto a tecnologia da época permitia. Ele escreveu que os árabes, “tal como todos os filhos de Sem”, eram um povo inteligente e inventivo.
É claro que atualmente, com motores elétricos a tirar água de furos e com fertilizantes sintéticos, a terra da Palestina dá muito mais frutos do que no século 19.
Putinistas defendem Hamas. Faz sentido.
tinha que que aí chegar.
o problema foi a votação no ONU e lá se vai o putinismo ou aiatolismo por água abaixo.
como é que Israel deixou cometer toda aquela acção do Hamas para arranjar justificação
para destruir todas aquelas instalações na Faixa de Gaza.
Este putinista chama “acção” à chacina cometida pelo Hamas.
Um canalha sem nome. E sem um pingo de vergonha na cara.
O que eu queria dizer é que não existe um povo “palestiniano” como os comunistas e os jornais insistem em fazer crer. Não é por acaso que a “autoridade palestiniana” não convence os próprios árabes de Gaza, na maioria egípcios e imigrantes de territórios próximos.
E além disso há uma usurpação e revisão histórica do nome “Palestina” pelos muçulmanos e pelos comunistas que os defendem (e sabemos bem o porquê da simpatia entre comunistas e islamitas: porque o seu inimigo é o mesmo). A Palestina era toda aquela região entre o mediterrâneo e a margem esquerda do Rio Jordão (à direita nos mapas), do Egipto até à fronteira do Líbano e da Síria. A Palestina foi dividida em 3 partes: Gaza, Israel e a Cisjordânia. Não há nenhuma razão para os muçulmanos de Gaza serem “palestinianos” e os outros não, porque na verdade os israelitas são os verdadeiros palestinianos — dado que o Islão só começa 500 ou 600 anos depois de Cristo e os judeus têm 4 mil anos. Ou seja, os muçulmanos são os que menos direito têm àquela terra. Quando o cabrão do profeta começa a bater e atirar pedras às mulheres lá lá na terra dele, já havia judeus há mais de 2000 anos. Na verdade, os israelitas deviam era aproveitar este momento para destruir completamente a mesquita de Al-aqsa, para erradicar aquela praga de Jerusalém. Os muçulmanos têm a mania de que o solo, uma vez muçulmano, é para sempre muçulmanos, mas não se importam de apagar do solo os que já lá estavam antes. É uma gente nojenta, sempre a re-escrever a história. Não é por acaso que os comunistas e os putinistas, que são os bandalhos no ocidente mais parecidos com eles, façam o mesmo. E as raízes desse fenómeno são as mesmas: a inveja. A inveja do dinheiro, no caso dos comunistas, e a inveja da escrava Agar, mãe de Ismael, que levou uma queca furtuita do Abraão e depois queria sentar-se à mesa com a mulher dele.
É como o povo de Portugal, também não era uma etnia até ao século 14.
Não era e continua a não ser. Calculo que se refira ao estabelecimento da “língua” (a mesma língua que o balio hoje se dedica a destruir), mas nem isso chega, como acontece com os Bascos. Nós somos híbridos, uma formação política, mas isso não quer dizer que sejamos sarracenos. As raízes de Portugal são celtas e visogóticas (os visigodos foram os herdeiros do código legal romano), mas desde o final do século XIX que a cultura tradicional tem sido destruída pelo francesismo e pelo arabismo das universidades, que no fundo não sabem nada, porque não respeitam nada, nem sequer as evidências arqueológicas (ou a falta delas). Basta ver a “etnologia” mirabolante de fulanos como o prof. Moisés Espírito Santo, que vê arabismos em todo o lado, apesar de os tipos que invadiram a península nem sequer serem árabes. Lá está, um gajo da Sorbonne, que é um antro de esquerdismo pior do que a Nova, ia dizer o quê? São os mesmos gajos que tornaram a França num sítio fubar, como se diz na net.
O esquerdismo devia pagar muito caro, com o corpo mesmo, o que está a fazer à Europa, porque o que se passa é uma verdadeira aniquilação cultural — o vírus que a URSS planeou e plantou na Europa nos anos 50.
Totalmente errado: os palestinianos sempre lá estiveram porque descendem, em boa parte e com outras misturas, do povo judeu que lá vivia, e que com o passar dos impérios foram sendo cristianizados e islamizados. O Êxodo dos judeus depois da destruição de Jerusalém é muito empolado, porque se tratou apenas de uma elite minoritária, não de todo um povo.
E os comunistas não inventaram a noção de Palestina (de resto, já antes havia o Mandato Britânica da Palestina), até porque no início apoiaram fervorosamente a criação de Israel (contra “o feudalismo árabe”).
E o Irão é comunista desde quando? Sim, em 1979 muitos comunistas locais também acharam que isso podia acontecer mas os mullahs logo se encarregaram de lhes mostrar quem mandava.
Uma achega: onal_recognition_of_Israel
A URSS reconheceu formalmente o Estado de Israel a 17 de Maio de 1948 – apenas três dias após a declaração de independência. Foi o primeiro Estado no mundo a dar este passo – muito antes dos EUA, que só reconheceram Israel ‘de jure’ em 31 de Janeiro de 1949:
https://en.wikipedia.org/wiki/Internati
Eis uma crítica trotsquista ao fugaz ‘coup de foudre’ de Estaline pelo Estado de Israel: alin-helped-create-the-state-of-israel/
https://www.leftvoice.org/how-joseph-st
Exacto. Era a altura em que o comunismo apoiava activamente a criação do novo estado antes de mudar de rumo por razões estratégicas, levando a que todos os compagnons de route executassem o mesmo malabarismo ideológico.
Não é comunista o tanas. Toda a parafernália iraniana, tal como a Líbia de Khadafi tinha inspiração comunista/maoista. E não por acaso esses estados foram sempre o conveyer belt do dinheiro e armamento russo que chegava aos grupos comunistas radicais (IRA, ETA, etc). Toda a organização de um país comunista ou de um estado islâmico revolucionário (como o Irão agora se designa a si próprio) é idêntica, segue a mesma lógica e tem os mesmos objectivos: o partido único e a formatação absoluta da sociedade de acordo com as regras que estão no livrinho do grande líder.
Não confunda revolução com comunismo. Rolão Preto também defendia essa palavra. O modelo teocrático e reacionário do Irão deve muito pouco ao comunismo, salvo ser um regime autoritário travestido de democrático (e não é exactamente o partido que manda, mas o Líder Supremo). E também é muito diferente do da Líbia de Kadhafi, que talvez tivesse algumas influências comunistas mas no resto era cesarista, pan-árabe e com uns pozinhos de islamismo.
Os conceitos esmiuçam-se, mas é tudo metáforas da mesma coisa e de coisas em sintonia. São esses relativismos que nos trouxeram ao ponto onde estamos: pensar que um tipo que se calhar não é bem como o nosso inimigo pode ser nosso amigo.
Não percebi.
O que é que tem a ver a guerra com a Miss Universo?
É como cá.
O que é que tem a ver a Miss Portugal com a pessoa portadora de um pénis que foi eleita?
O mundo não está perigoso, está é a ser dominado pelo lóbi dos chouriços.
Miss Portugal é portadora de pénis?
As coisas que eu aprendo consigo.
Então Miss Portugal Trans é o quê? Uma empresa de camionagem?
Mesmo que ele o tivesse cortado, aquilo continua a ser dele. Ou será que se transforma automaticamente numa Miss?
Dessas minudências não me ocupo. Aproveitando a sua metáfora, é areia de mais para a minha camioneta.
A inocência de Pedro Correia ou simpatias clubistas.
Alguns lêem a palavra “pénis” e aparecem logo, muito excitados. É o caso deste mabeco.
Pois, mas é melhor ocupar-se senão qualquer dia temos aqui uma Belles Toujours com as minudências tapadas.
Não se preocupe com as Belles: delas trato eu.
Você ocupa-se d@s trans.
este pénis é uma minhoca
Já avisaram o PAN? Tem de ser preservado.
e a maçã-de-adão aprendeu a onde?
Foi com a Eva
a seguir ao caos vem a ordem , lá diz Maquiavel , não sem que antes haja uma valente 3ª guerra mundial. vá-se preparando , desta vez não há botas para escapar.
Eu aprendi com o saudoso Albarran, não com Maquiavel. «O drama, a tragédia, o horror.»
Um assunto sério para ocupar a cabecinha linda da Miss Universo e lhe acabar com as angústias climáticas.
Miss Universo, sem ser escutada, vai ver se chove.
Não sabia que Israel e o Irão partilhavam fronteira.
Há muita coisa que ignoras.
Começando pelo nome e pelo apelido.
Israel Judeu e Irão Xiita, são novos e na escola não ensinam
No primeiro ciclo do ensino básico ensinam a escrever nome e apelido.
É realmente preocupante aquilo a que se está a assistir não só pela tragédia dos que lá estão e sofrem diretamente mas, também pela condescendência (e até rejubilo +/- disfarçado) a que assistimos por parte de franjas significativas das sociedades ocidentais. Não percebo como o colapso da Ucrânia ou de Israel possam de algum modo ser benéficos para nós portugueses e para todos os ocidentais. Só uma mente muito deturpada pode achar que qualquer um dos 2 é bom para nós. A eventual queda destes países será sempre catastrófica para todo o ocidente que, obviamente, sairá sempre fragilizado enquanto que as potências antagónicas teriam uma imensa injeção de iniciativa e moral para avancarem para mais e mais ações do género. Mas o que tem o raio dum qualquer português, nascido e criado em Portugal, que vive em Portugal, que tenha filhos em Portugal, … a ganhar com a derrota do ocidente? É realmente inacreditável esta demência em que o ocidente se encontra.
O Comunismo é uma fé, não precisa de uma lógica saudável — basta construir uma argumentação falaciosa, uma teologia, para uma cambada de invejosos aderirem raivosamente a um projecto que, tal com próprio islão, só cria mais miséria e mais ressentimento.
O problema maior do comunismo, julgo eu, é a alucinação de que todos devem receber o mesmo. Imagine 3 empregados, você que em 8 horas produz 8 peças do artigo X, eu que produzo 6 e o Manel que produz 4. É justo você receber o mesmo, produzindo o dobro daquilo que o Manel produz? Ou será justo você ter, a dado ponto da sua vida, arriscado num projeto e ideia (que sempre pode correr mal e enterra-lo em dívidas e que geralmente lhe tira horas e horas de sono para dar certo), abrir a sua empresa e depois dar a quem em paralelo, preferiu ir ver os jogos da bola e beber minis, o mesmo que deixa para si? É patético não é? Esta palermice é um cancro que, quando aplicado leva a um brutal desincentivo do risco e daqueles que têm ideias (afinal para quê se esforçar se depois o gajo que foi ver a bola vai ganhar o mesmo?) e do esforço e empenho, dos trabalhadores e, obviamente do incentivo à produção medíocre e à preguiça (mas para quê dar o litro e fazer 8 peças quando o Manel que faz 4 leva o mesmo ordenado que você?). Enfim isto é tão evidente que chega a ser constrangedor como conseguem seduzir tanta gente com estas palermices. Claro que haverão sempre os coitadinhos que vão alegar que não tiveram oportunidades e coisas do género (acontece é certo), mas será mesmo que existem assim tantas vítimas do sistema que temos? Quantos desses não serão os tais que, quiseram de livre e espontânea vontade ir ver a bola e beber minis enquanto os “priviligiados” davam o litro?? Pois isso não interessa discutir!
A queda de Israel? mas porquê
a não ser que Israel só existe se existirem os Palestinianos.
É óbvio que, sem o apoio durante décadas do ocidente, Israel não sobreviveria, não se faça de desentendido. Eu até julgo que, a única solução decente, será o estabelecimento de 2 estados e não uns comerem tudo mas, honestamente, não entendo o que tem um ocidental como um mero português, a ganhar com a derrota das potências ocidentais em quaisquer um dos teatros que referi. Mas claro que, pode sempre explicar em como dar peito à Rússia aqui às portas da UE, por um lado, e por outro encorajar o terrorismo islamita com uma vitória sobre Israel, seria um ganho para o Ocidente no geral e para Portugal em particular?
Coitadinha da Miss Universo, está muito abalada que a remessa de comprimidos para ecoansiedade que encomendou na Amazon não há meio de chegar. Não há direito.
Ecoansiedade deve dar afrontamentos. Daí ao aquecimento global vai um curto passo.
“…entre Israel e o Irão (via Hamas)…”
então pq Israel invade Gaza e não Teerão ?
O totalitarismo dos aiatolas em Teerão será derrubado pelo próprio povo oprimido desde 1979 por esses clérigos que odeiam mulheres e as prendem, chicoteiam, torturam e matam.
Já tarda. Até espero que este conflito escale, o Irão entre na guerra e seja eliminado da face da terra.
Espero que sim. Assim como espero que o apartheid em Israel seja derrubado como foi na África do Sul.
Vocês, islamocomunistas, adoram apartheids.
Os da Rússia e da China, com os seus bantustões, os do Irão, que faz ‘apartheid’ em relação às mulheres (e pendura os homossexuais, enforcados, em gruas na praça pública) e os do Hamas em Gaza.
Vocês estão sempre na primeira fila, a bater palminhas. Aqui num sofá tuga, claro.