Parece-me senhor anónimo que as oito horas de trabalho não são perda de tempo, elas provêem a subsistência de cada um e ajudam a vida de muitos outros que beneficiam do produto do seu trabalho. É certo, não são tempo de leitura. Quanto a tempo gasto em transportes, aí já pode haver mesmo certa perda de tempo. Ou só parcial se se pode ocupar essas horas a ler, ou fazer algum trabalho de mãos.
Eu uso transportes públicos todos os dias e aproveito sempre para ler nessas deslocações. Enquanto à minha volta há gente a ver vídeos de gatinhos nos telemóveis.
Eu não seria tão peremptória quanto ao que cada um vê ou lê em viagem. Há gente que lê as notícias no tlm, por exemplo. E, quem sabe, haja quem leia livros por essa via. O que quero dizer é que há muita e diversa matéria além dos gatinhos e não podemos saber o que é visto senão em relação ao(s) vizinho(s) de viagem. A favor do visionamento de gatinhos: constituem uma visão terna e pacífica, não dizem por aí que passar a mão no pelo de um gato é calmante? Talvez vê-los também funcione assim. Lembre-se dos japoneses que vão a lugares específicos para mimar um animal (ouvi, num programa de TV, um jovem a comentar que é muito mais prático que ter uma namorada). Bom dia
Esses japoneses que trocam namoradas por gatinhos estão severamente perturbados e ainda não perceberam. Quanto ao “tempo perdido” em transportes, se for para ver vídeos palermas e ler anedotas alarves, é mesmo perdido. Depois dizem que nunca lêem porque “não têm tempo”…
se calhar conhecíamos melhor uma pessoa pelo que não leu , tendo acesso a esses livros , do que pelos que já leu…nunca li uma única biografia na vida , por exemplo…de ficção cientifica li para aí 2 ou 3. poesia? só prosa poética , tipo “platero e eu” .
Nós por cá, e felizmente, não é por falta de escolha. Hoje, neste pós cirúrgico obrigatório, comecei a ler o último da Júlia Navarro. Já lhe livros fantásticos, outros apenas acabei de ler.
As melhoras, Dulce! Espero que recupere depressa. Com a ajuda dos livros será certamente um período menos aborrecido e um bocadinho mais fácil de suportar.
não sei se será assim , pelo menos com leitores compulsivos. talvez pelos livros favoritos…digo já que li as mil e uma noites umas 3 vezes , nunca esqueço o conto “ratos e homens ” e a “pérola” e li uma série de livros do harry potter e adorei!!! , no entanto nem que me pagassem lia o tolkien. também sou ( fui) viciada em policiais …criminosa?
“Podemos conhecer uma pessoa sabendo apenas que livros leu.” Sim senhor, que grande máxima, nem o Américo Tomás com a ‘não fizemos mais porque não podemos’ se lembraria desta. Então, conhecendo-se quem leu “10 dias de Abalaram o Mundo”, de John Reed, os vários livros de John Stenbeck e as obras de Francis Fukuyama passamos a conhecer essa pessoa? E se a mesma pessoa tiver lido Alves Redol e os livros do Franco Nogueira sobre Salazar? O que é que ficamos a saber dessa pessoa?
Gastava três horas diárias em transportes públicos.Décadas. Deu para ler a maioria da biblioteca.E discoteca via cassetes por mim previamente gravadas. Revistas,jornais.Ouvir notíciários.Olhar à volta também. Timótio
A pide tinha listas de livros, jornais, espectáculos, clube desportivos, actividade recreativa que determinado suspeito consumia.
A pide russa faz o mesmo hoje. E a chinesa. E a iraniana. E a bielorrussa. E a cubana. E a afegã. E a norte-coreana.
Lá isso é verdade se tivéssemos de conhecer a pessoa pelos livros que ela não leu demorava muito mais tempo.
Uma grande parte das pessoas nunca leu livro algum. Portugal, infelizmente, é o país da Europa onde menos se lê.
Com a quantidade de especialistas que temos, de certeza que a malta já nasce ensinada.
Alguns já zurram de nascença.
Quando se perde oito horas por dia a trabalhar mais umas três ou quatro em transportes, é difícil ter tempo para ler.
Isso é verdade.
Parece-me senhor anónimo que as oito horas de trabalho não são perda de tempo, elas provêem a subsistência de cada um e ajudam a vida de muitos outros que beneficiam do produto do seu trabalho. É certo, não são tempo de leitura.
Quanto a tempo gasto em transportes, aí já pode haver mesmo certa perda de tempo. Ou só parcial se se pode ocupar essas horas a ler, ou fazer algum trabalho de mãos.
Eu uso transportes públicos todos os dias e aproveito sempre para ler nessas deslocações. Enquanto à minha volta há gente a ver vídeos de gatinhos nos telemóveis.
Eu não seria tão peremptória quanto ao que cada um vê ou lê em viagem. Há gente que lê as notícias no tlm, por exemplo. E, quem sabe, haja quem leia livros por essa via. O que quero dizer é que há muita e diversa matéria além dos gatinhos e não podemos saber o que é visto senão em relação ao(s) vizinho(s) de viagem. A favor do visionamento de gatinhos: constituem uma visão terna e pacífica, não dizem por aí que passar a mão no pelo de um gato é calmante? Talvez vê-los também funcione assim. Lembre-se dos japoneses que vão a lugares específicos para mimar um animal (ouvi, num programa de TV, um jovem a comentar que é muito mais prático que ter uma namorada).
Bom dia
Esses japoneses que trocam namoradas por gatinhos estão severamente perturbados e ainda não perceberam.
Quanto ao “tempo perdido” em transportes, se for para ver vídeos palermas e ler anedotas alarves, é mesmo perdido.
Depois dizem que nunca lêem porque “não têm tempo”…
se calhar conhecíamos melhor uma pessoa pelo que não leu , tendo acesso a esses livros , do que pelos que já leu…nunca li uma única biografia na vida , por exemplo…de ficção cientifica li para aí 2 ou 3. poesia? só prosa poética , tipo “platero e eu” .
Já vi que tem fascínio por burros.
Nós por cá, e felizmente, não é por falta de escolha. Hoje, neste pós cirúrgico obrigatório, comecei a ler o último da Júlia Navarro. Já lhe livros fantásticos, outros apenas acabei de ler.
Boa recuperação, Dulce. Que tudo corra bem. As leituras ajudam sempre.
São uma excelente companhia, Pedro. Obrigada!
Que tudo corra bem. É o meu desejo, a minha convicção, a minha certeza.
As melhoras, Dulce! Espero que recupere depressa. Com a ajuda dos livros será certamente um período menos aborrecido e um bocadinho mais fácil de suportar.
Sem dúvida, Ana! Obrigada.
não sei se será assim , pelo menos com leitores compulsivos. talvez pelos livros favoritos…digo já que li as mil e uma noites umas 3 vezes , nunca esqueço o conto “ratos e homens ” e a “pérola” e li uma série de livros do harry potter e adorei!!! , no entanto nem que me pagassem lia o tolkien. também sou ( fui) viciada em policiais …criminosa?

O que aqui revela só valida o que escrevi.
não percebo.
É possível conhecer uma pessoa pelas leituras que essa pessoa faz.
é que no momento estou a ler “filosofia perene” do huxley e o “circulo hermético” de miguel serrano….
Hum… Dá para conhecê-la um pouco melhor.
“Podemos conhecer uma pessoa sabendo apenas que livros leu.”
Sim senhor, que grande máxima, nem o Américo Tomás com a ‘não fizemos mais porque não podemos’ se lembraria desta.
Então, conhecendo-se quem leu “10 dias de Abalaram o Mundo”, de John Reed, os vários livros de John Stenbeck e as obras de Francis Fukuyama passamos a conhecer essa pessoa? E se a mesma pessoa tiver lido Alves Redol e os livros do Franco Nogueira sobre Salazar?
O que é que ficamos a saber dessa pessoa?
Confirma-se: hoje houve wi-fi de borla no parque jurássico.
Este dinossáurio veio aqui revelar-nos todas as suas mais actuais pérolas de sabedoria.
Gastava três horas diárias em transportes públicos.Décadas.
Deu para ler a maioria da biblioteca.E discoteca via cassetes por mim previamente gravadas.
Revistas,jornais.Ouvir notíciários.Olhar à volta também.
Timótio
Isso.