Com a inflação a rondar os 10%, o salário começa a desaparecer ainda antes de estar disponível. Só é bom para a Autoridade Tributária, que vai engordando a colecta à custa do IVA a disparar a cada aumento de preço.
O dinheiro que a Autoridade Tributária recebe também desvaloriza. E os serviços prestados pelo Estado também encarecem. Esta mania liberal de que as leis da economia não se aplicam ao Estado é muito cómica.
“Serviços prestados pelo Estado”? Quais serviços? O caos no SNS, com urgências hospitalares encerradas durante todo o Verão e a regressão dos índices de morte materna aos números de 1982? O novo ano escolar que se anuncia já com pelo menos cem mil alunos do ensino público sem parte dos professores atribuídos? A desprotecção civil no país com mais área florestal e agrícola ardida na Europa face à respectiva superfície territorial? A “justiça” lentíssima e ineficiente, com crescente falta de meios e só ao alcance de quem tem tem meios financeiros para pagar bons advogados?
O povo, indignado, correu com quatro supostos “líderes da oposição”: Rio, Chicão, Catarina e Jerónimo. Os dois primeiros já saltaram. Os dois restantes não tardarão a fazer o mesmo. Oposição incompetente é seguro de vida para o Governo. Em qualquer dia do mês.
Tem razão o PSD não contava como oposição ao PS. Os líderes do PSD só sabem fazer oposição a si próprios. Enquanto não vier uma Trioka dar uma ajuda estão tramados.
Apesar de tudo sem o requinte deste governo absoluto, em que a ministra da Saúde faz oposição aos médicos, a ministra da Agricultura faz oposição à CAP por não ter votado no PS e o primeiro-ministro e o ministro das Infraestruturas (seu putativo sucessor no PS) fazem oposição um ao outro. Coisa linda.
Agora o montelaranja bem está pedir pra esturrar dinheiro do iva, mas parece que anda o diabo à solta à volta do costa a dizer ‘não vás na conversa dele, olha a banca rota’.
Mais de dois milhões de anónimos preferem monterrosa.
Sois imensos. Alguns, como tu, ainda estão dentro do armário.
Dentro ou fora do armário, cada voto conta.
Cuidado, não se entale no armário.
A pretexto da Feira do Livro, mas ainda assim a despropósito, algumas contribuições para o desacordo (aliás, nojo) sobre o alegado acordo alegadamente ortográfico:
Daquela sessão resultou a percepção de que a conceção do acordo se traduzia numa concessão feita sem tato.
Este espeto é um espetáculo, o bom aspeto da carne, que bem que ele a suporta e vira, ultrapassa as expetativas para o ato, é um facto.
Este motor em excessiva rotação ameaça rotura e mesmo rutura, embora não ruptura.
Caramba, até me arrepiei, prezado vizinho. Eu que já me surpreendo com muito pouco. Agradeço-lhe o contributo para este inesgotável debate que continuarei a suscitar aqui, uma vez e outra. Desistir é palavra que não consta do meu dicionário. Votos de boa saúde e boa disposição.
É sereno na primeira quinzena por o tintol estar caro, quando o de três na taberna era barato o povo só serenava no primeiro dia da semana. Mas isto foi no tempo da vida barata, parece que assim se chamava por toda a gente viver na miséria.
É certo que sim uma vez que o salário mensal só se esgota no decorrer da segunda quinzena. E a falta de dinheiro dificulta a serenidade.
Com a inflação a rondar os 10%, o salário começa a desaparecer ainda antes de estar disponível.
Só é bom para a Autoridade Tributária, que vai engordando a colecta à custa do IVA a disparar a cada aumento de preço.
O dinheiro que a Autoridade Tributária recebe também desvaloriza. E os serviços prestados pelo Estado também encarecem.
Esta mania liberal de que as leis da economia não se aplicam ao Estado é muito cómica.
“Serviços prestados pelo Estado”?
Quais serviços?
O caos no SNS, com urgências hospitalares encerradas durante todo o Verão e a regressão dos índices de morte materna aos números de 1982?
O novo ano escolar que se anuncia já com pelo menos cem mil alunos do ensino público sem parte dos professores atribuídos?
A desprotecção civil no país com mais área florestal e agrícola ardida na Europa face à respectiva superfície territorial?
A “justiça” lentíssima e ineficiente, com crescente falta de meios e só ao alcance de quem tem tem meios financeiros para pagar bons advogados?
Então o povo dá maioria absoluta ao PS quando não é sereno? As últimas eleições foram a 30 de Janeiro.
O povo, indignado, correu com quatro supostos “líderes da oposição”: Rio, Chicão, Catarina e Jerónimo.
Os dois primeiros já saltaram. Os dois restantes não tardarão a fazer o mesmo.
Oposição incompetente é seguro de vida para o Governo. Em qualquer dia do mês.
O povo correu com esses e a seguir que corra com o Montenegro, com o Ventura e com o Cotrim de Figueiredo.
Os sipaios do Costa andam a patrulhar o DELITO, mesmo em Agosto.
É um excelente sinal.
Tem razão o PSD não contava como oposição ao PS. Os líderes do PSD só sabem fazer oposição a si próprios. Enquanto não vier uma Trioka dar uma ajuda estão tramados.
Apesar de tudo sem o requinte deste governo absoluto, em que a ministra da Saúde faz oposição aos médicos, a ministra da Agricultura faz oposição à CAP por não ter votado no PS e o primeiro-ministro e o ministro das Infraestruturas (seu putativo sucessor no PS) fazem oposição um ao outro.
Coisa linda.
Vá lá vá lá, ao fim de quase 50 anos o povo ainda conseguir estar Sereno durante 15 dias não é nada mau e principalmente no mês de Agosto.
Em Setembro o povo fica mais sereno porque já pode voltar a comer bacalhau à Brás.
Não propriamente no mês a seguir às férias, que é quando habitualmente é comunicado que a fábrica abriu falência e o pessoal está despedido.
Pior é se o Estado abrir falência.
Já esteve para acontecer pelo menos três vezes no último meio século.
Agora o montelaranja bem está pedir pra esturrar dinheiro do iva, mas parece que anda o diabo à solta à volta do costa a dizer ‘não vás na conversa dele, olha a banca rota’.
Tu preferes monterrosa. Fazes bem em assumir-te.
Mais de dois milhões de anónimos preferem monterrosa.
Sois imensos. Alguns, como tu, ainda estão dentro do armário.
Dentro ou fora do armário, cada voto conta.
Cuidado, não se entale no armário.
A pretexto da Feira do Livro, mas ainda assim a despropósito, algumas contribuições para o desacordo (aliás, nojo) sobre o alegado acordo alegadamente ortográfico:
Daquela sessão resultou a percepção de que a conceção do acordo se traduzia numa concessão feita sem tato.
Este espeto é um espetáculo, o bom aspeto da carne, que bem que ele a suporta e vira, ultrapassa as expetativas para o ato, é um facto.
Este motor em excessiva rotação ameaça rotura e mesmo rutura, embora não ruptura.
Saúde e sorrisos, vizinho
Caramba, até me arrepiei, prezado vizinho. Eu que já me surpreendo com muito pouco.
Agradeço-lhe o contributo para este inesgotável debate que continuarei a suscitar aqui, uma vez e outra. Desistir é palavra que não consta do meu dicionário.
Votos de boa saúde e boa disposição.
É sereno na primeira quinzena por o tintol estar caro, quando o de três na taberna era barato o povo só serenava no primeiro dia da semana.
Mas isto foi no tempo da vida barata, parece que assim se chamava por toda a gente viver na miséria.
Aí no parque jurássico ainda não se nota a inflação nem a carestia?
Óptimo para ti: não saias daí.
Por que será, não estou a ver…é que ninguém adivinha.
Pois. Complicadíssimo.