Pensamento da semana


viajarporquesim,

O caos provoca-me sentimentos mistos. Há aquele caos que é expressivo, irreverente, alegre, criativo. Aquele que me surpreende, me entusiasma e traz um sorriso ao rosto. Que é divertido. Que gera ideias e é motivador.

 

E há o outro, o da poeira e da sujidade, da degradação, do desleixo. É aquele de quem está sempre em turbilhão e não sabe parar, ou tem os horizontes limitados pela ausência de esperança, aquele de quem não conhece mais do que aquilo, ou o de quem já desistiu de viver. É um caos triste.

 

Este pensamento acompanhou o DELITO durante toda a semana.

 

18 comentários em “Pensamento da semana”

  1. moro junto dum jardim denominado ‘merda de cão’, cujo pó vai deliciar quem o aspirar.
    10 milhões dum país miserável e altamente endividado suportam 7 milhões de animais de estimação.
    viveram como bichos, agora moram com bichos.
    adoro animais em liberdade

    1. e esses 7 milhões de aquecedores do planeta , porque agora os bichos também são “consumidores” e trazem uma série de indústrias poluentes associadas , deviam pagar uma taxa ambiental monstruosa. esses “pet” simbolizam na perfeição a estupidez humana e a vontade de posse.
      coitados dos escravos da actualidade , presos , capados , enfeitados , objectificados….e chamam a isto “amar” os animais, quando o que fazem é usar os animais em busca de prazer.

      1. Cumprimento-a pela lucidez do seu comentário, cumprimento extensivo ao de “entulho”.
        Cheguei a pensar que só eu estaria com o ‘passo trocado’.

        1. lucidez??

          Eu só vejo eco-proselitismo de 9º ano e esquerdismo disfuncional e burro.

          Para começar os “pets” foram sempre animais domésticos: precisam tanto de nós como nós precisamos deles… qual “posse” qual caraças.. conversa marxista da treta.

          Mas vou ficar por aqui. Não me apetece dar-vos trela. Vocês não passam de fabricantes de miséria por toda a parte. Até a merda da siderurgia conseguiram deitar abaixo.

  2. O caos não é mais do que a liberdade das coisas.
    Não há nada mais triste do que ver as coisas oprimidas dentro de um armário.

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