Causa-me sempre alguma perplexidade a intolerância de tantos “tolerantes”.
Este pensamento acompanhou o DELITO durante toda a semana.
Causa-me sempre alguma perplexidade a intolerância de tantos “tolerantes”.
Este pensamento acompanhou o DELITO durante toda a semana.
Então a tolerância adensada com essa enraizada chusma não deixa de ser aberrante.
Quero lá saber, quando me chega a mostarda ao nariz fica de castigo o monga do meu marido.
Venho comunicar solenemente que nenhum intolerante-tolerante me impedirá de entrar no céu, pois ainda ontem salvei uma pulga, que ofereci a uma vizinha feminista, e doei comida húmida para gatos dos outros.
Temos que ser tolerantes com pulgas sem patas: elas ficam surdas.
Pois eu fico perplexo é com tanta estupidez e sou muito intolerante com os burros o que acaba por ser um contra senso porque até sou muito tolerante com a maioria dos animais
Não é estupidez quando é um mecanismo de poder pela linguagem que tem tido sucesso pois os guardiões da narrativa ou seja os jornalistas não só apoiam como recompensam.
Bom dia Pedo Correia.
A mim também, cada vez mais.
Saúde, que isto não acabou, longe disso.
Fio-me nos médicos da família. Boa semana.
António Cabral
Com o pretexto da inclusão, tornamo-nos numa sociedade que hostiliza quem pensa de forma diferente dos “tolerantes”.
Vivam as minorias e que se lixem os outros.
Também causa preplexidade que haja quem pense que toda a gente tem de ser tolerante com a sua intolerância.
É o que os tolerantes dizem que defendem.
Confesso não ser tolerante. Sou mais indiferente. Habituado a ignorar o bebâdo da aldeia, faço o mesmo com as Joacines e Pipocas. Não é tanto o “não concordo com o que dizes, mas defendo o direito de…”, é mais o “estou-me *Ferro Rodrigues* para o que dizes”.
Talvez pior do que aqueles que se dizem e apelam à tolerância é a constante e banal (outro internetneologismo) alusão ao ódio. Talvez estejamos aburguesados (outro cliché), falta uma terapia de choque. Os anti-vacinas, os reais, não os anti-covidas, deviam ir passar uns tempos a África ou à Índia, a malta do “ódio” era colocá-los num resort especial no Sudão ou Afeganistão.
Apoiado, Apoiado!!!!
Quem é o Pipocas? Será Rangel?
Eu até sou uma pessoa bastante tolerante. Mas como tudo na vida, a tolerância tem limites, por isso recuso pavonear-me por aí debaixo de um manto de transigência , temporização, flexibilidade e compreensão que desconheço e me revolta as entranhas, só para inglês ver e porque é politicamente correcto. E infelizmente é isto que temos tido e continuaremos a ter : fachada. A lactose deve andar por aí carregadinha do bom olhado dos que se não querem confessar intolerantes, caramba!
Também dá um bom pensamento da semana, Dulce. Sugiro que o guarde.
O próprio conceito de tolerância tem intrínseca uma ideologia de superioridade: quem tolera, não se limita a aceitar algo que perceciona como diferente, mas também como menos válido. Se assim não fora, não seria sequer necessária a tal tolerância, apenas a constatação factual e normal da diferença.
Muito bom 😉