Cavaco Silva condecorou pessoas sérias, pessoas competentes e Fernando Teixeira dos Santos.
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O antigo Presidente da República Mário Soares disse na noite de quinta-feira que José Sócrates acabou por ceder “à evidência” de ter de pedir ajuda externa, depois de com ele ter tido uma “gravíssima” discussão.
A revelação foi feita na Figueira da Foz, numa sessão de apresentação do seu livro “Um Político Assume-se”, onde Mário Soares recusou também que Sócrates tenha “fugido” do país após perder as eleições legislativas e se demitir de líder do PS.
“Tive uma discussão com ele gravíssima, porque queria que ele pedisse o apoio e ele não queria. Falei muito com ele durante muito tempo, duas horas ou três, discutimos brutalmente mas amigavelmente, eu a convencê-lo e ele a não estar convencido”, afirmou Mário Soares, na sessão promovida pelo Casino da Figueira da Foz.
Acrescentou que também o então ministro das Finanças, Teixeira dos Santos contribuiu para a decisão do Governo liderado por José Sócrates de pedir a intervenção do Fundo Monetário Internacional em Portugal.
“Depois o ministro das Finanças também interveio mais tarde e ele [José Sócrates] acabou por ter de ceder, perante a evidência das coisas”, frisou.
Recusou que Sócrates tenha “fugido” do país, após perder as eleições legislativas e se demitir de líder do PS: “Não fugiu nada, coitado, não podia era continuar ali. Foi atacado por toda a gente da pior maneira”, argumentou Mário Soares na sessão moderada pela jornalista Cândida Pinto.
“É preciso ter uma coragem muito grande para aguentar o que ele aguentou”, acrescentou, argumentando que José Sócrates “fez bem” em se demitir e ter ido para França.
Já sobre a actual liderança do Partido Socialista, Mário Soares disse que António José Seguro “tem conduzido bem o partido, com muita competência e, sobretudo, com muita prudência”.
Ora aqui está o que prova todas as minhas afirmações. O PSD/CDS tinha uma admiração especial e fortíssima por Sócrates. Só andava chateado por não serem eles a fazer o que o Sócrates fazia.
Desta vez não posso estar mais em desacordo consigo, pelo imenso respeito que tenho pelas pessoas que aceitam sujar-se para tentar pelo menos limitar os danos que se avizinham. É incomparavelmente mais fácil apresentar a demissão e sair sem uma beliscadura na reputação. “Après moi le déluge”, não é?
Concedo, Isabel. Mas não consigo desligar Teixeira dos Santos de uma grande quota de (ir)responsabilidade. Veja-se o aumento dos funcionários públicos quando o país já tinha as contas completamente rebentadas. Para uns meses mais tarde os cortar em 5%.
O antigo Presidente da República Mário Soares disse na noite de quinta-feira que José Sócrates acabou por ceder “à evidência” de ter de pedir ajuda externa, depois de com ele ter tido uma “gravíssima” discussão.
A revelação foi feita na Figueira da Foz, numa sessão de apresentação do seu livro “Um Político Assume-se”, onde Mário Soares recusou também que Sócrates tenha “fugido” do país após perder as eleições legislativas e se demitir de líder do PS.
“Tive uma discussão com ele gravíssima, porque queria que ele pedisse o apoio e ele não queria. Falei muito com ele durante muito tempo, duas horas ou três, discutimos brutalmente mas amigavelmente, eu a convencê-lo e ele a não estar convencido”, afirmou Mário Soares, na sessão promovida pelo Casino da Figueira da Foz.
Acrescentou que também o então ministro das Finanças, Teixeira dos Santos contribuiu para a decisão do Governo liderado por José Sócrates de pedir a intervenção do Fundo Monetário Internacional em Portugal.
“Depois o ministro das Finanças também interveio mais tarde e ele [José Sócrates] acabou por ter de ceder, perante a evidência das coisas”, frisou.
Recusou que Sócrates tenha “fugido” do país, após perder as eleições legislativas e se demitir de líder do PS: “Não fugiu nada, coitado, não podia era continuar ali. Foi atacado por toda a gente da pior maneira”, argumentou Mário Soares na sessão moderada pela jornalista Cândida Pinto.
“É preciso ter uma coragem muito grande para aguentar o que ele aguentou”, acrescentou, argumentando que José Sócrates “fez bem” em se demitir e ter ido para França.
Já sobre a actual liderança do Partido Socialista, Mário Soares disse que António José Seguro “tem conduzido bem o partido, com muita competência e, sobretudo, com muita prudência”.
(Jornal Público, 17/0272012)
(Jornal Público, 17/02/2012)
Pois, mas e antes, o que fez FTSantos?
Antes, levou-nos para a situação a que então chegámos…
Pagou a FTS o frete feito à quadrilha do BPN.
… ainda mexe: o-bpn-continuam-com-negocios-de-milhoes/
http://www.asjp.pt/2013/04/05/ex-donos-d
Ter informadores da PIDE como presidentes da república das bananas dá nesta macacada.
Ter velhos a caírem da tripeça para quem o mundo há mais de 45 anos ficou parado dá nisto.
Faltou o subcomandante da polícia de Guimarães para compor o ramalhete das pessoas sérias e competentes condecoradas pelo regime policial.
O regime policial admite que mandem bocas como as tuas? Que m3rda de regime policial, fosga-se.
Ó anjinho, deves estar a falar disto? ultado-em-1300-euros-por-mandar-cavaco-t rabalhar-1597190
http://www.publico.pt/politica/noticia/m
Anjinha é a tua tia. E podes pôr links à vontade, se julgas que lhes ligo a ponta de um chavelho…
Ora aqui está o que prova todas as minhas afirmações. O PSD/CDS tinha uma admiração especial e fortíssima por Sócrates. Só andava chateado por não serem eles a fazer o que o Sócrates fazia.
Quem tem uma especial admiração pelo 44 és tu.
Desta vez não posso estar mais em desacordo consigo, pelo imenso respeito que tenho pelas pessoas que aceitam sujar-se para tentar pelo menos limitar os danos que se avizinham. É incomparavelmente mais fácil apresentar a demissão e sair sem uma beliscadura na reputação. “Après moi le déluge”, não é?
Mal comparado, teremos então de condecorar os cúmplices do assalto a um Banco que entregam o chefe da quadrilha à justiça.
É mal comparado, é.
Concedo, Isabel. Mas não consigo desligar Teixeira dos Santos de uma grande quota de (ir)responsabilidade. Veja-se o aumento dos funcionários públicos quando o país já tinha as contas completamente rebentadas. Para uns meses mais tarde os cortar em 5%.
Limitar os danos!? só pode ser a gozar.
A dívida da democracia duplicou com Teixeira dos Santos.