
Todos ao dois em um?
“Olá! Andas por aqui? Também és negacionista?”
“Negacionista? Eu sou é anti-Costa e toda esta chusma de aldrabões que nos andam a sugar até à medula! “
O Tesla ficou estacionado muito provavelmente em frente à Igreja da Memória.
Este pensamento acompanhou o DELITO durante toda a semana.

Uma fotografia de um evento que não existiu. Calhou ter de ir a Belém no sábado, e deparei com uma multidão de milhares de pessoas, que só percebi ao que ia, por me ter cruzado com uns retardatários que levavam cartazes. No sábado à noite, e no domingo à hora do almoço, vi os noticiários, da RTP, da SIC e da TVI, e, tirando uma nota de 20 segundos na RTP (numa peça sobre os confrontos com a polícia em manifestações “do tipo” em França e na Austrália) não vi nada sobre o assunto. Absolutamente nada. E na SIC até deram tempo de antena a um manif contra o Bolsonaro, que contou com uma dúzia de pessoas no Porto e duas dúzias em Lisboa – com 6 (seis) magníficas entrevistas 6 – (para aí 15% dos presentes). Nos jornais online, só encontro referência ao assunto no Correio da ManhEnfim, creio que chegámos ao tipo de democracia que o camarada Otelo queria para nós – em linha com a ditadura que o derrubou: o regime que nos protege das notícias que pervertem a opinião pública e desorientam contra a verdade, a justiça, a moral, a boa administração e o bem comum.
Para algo que não existiu, foi bastante movimentado e ruidoso também.
De facto. Estava do outro lado da linha de comboio e ouvia-se perfeitamente – mas, já se percebeu que os nossos jornalistas são moucos.
‘multidão de milhares de pessoas’, ou seja um grande número, com mais de duas mil pessoas.
É obra
Não sei se é obra, nem se eram muitos milhares. Sei que trabalho há 15 anos nos Restauradores, pelo que tenho que chupar com mais manifs do que mereço, e estava tanta gente como na última manif do Nogueira (que até trazia professores de cartão, para fazer número!) e na manif da Cultura (que faziam o mesmo com os caixotes do PA), somadas e multiplicadas por cem. E todas estas tiveram direito a reportagens e entrevistas (e esta se calhar também teve, mas na BBC, como no tempo da outra senhora).
JPT (não é anónimo por ter blog) há 15 anos a trabalhar nos Restauradores e farto de manifs.!
É que é isso comparado com de 1957 (quase que apanhei a Isabel II) a 1992, obras, trânsito com cheiro a gasolina até ao último andar, desfiles de tropas, MP e LP, tanques de guerra uff!! ‘té quenfim’ e as manifs de 1974 a até 1992.
Bons tempos: de criança até faltar doze anos prá reforma.
S.
Não tenho blog. Esse é o jpt.
‘multidão de milhares de pessoas’, ou seja um grande número, com mais de duas mil pessoas.
É obra! Com tanta gente nem sequer uma noticiazinha na cmtv, pudera ninguém foi preso por dizer: nem vírus, nem quem o apoiar. Assim não dá.
Contra o Bolsonero foram poucos, para não serem identificados pelos secretas do medina.
chegámos ao tipo de democracia que o camarada Otelo queria para nós
Os jornais atualmente somente ainda subsistem devido ao adiantamento da publicidade que o Governo publica neles, ou seja, devido a dinheiro que lhes é pago pelo Estado. Portanto, não mordem na mão que lhes dá de comer.
Não houve tantos jornais a bater no governo como agora e a contar histórias de faca e alguidar, até apareceu, agora, outra vez, o tal & qual com a treta do que é que está a dar.
Estas pessoas gostam é de folclore e vão mostrando sempre a falta de respeito que têm por todos com a falta do uso da mascara.
Podem negar muita coisa menos a sua própria imbecilidade que é sempre bem visível.
Têm o direito de fazer valer o seu ponto de vista. Discordo profundamente com o facto de, alguns mais fundamentalistas, terem arrancado a máscara da cara de quem a tinha posta.
“Têm o direito de fazer valer o seu ponto de vista.”
Não têm o direito de infectar os outros.
E como sabe se estão infectados? Mesmo que estejam, e assumindo que há assintomáticos, não infectam ninguém que lá não esteja.
A máscara serve para proteger os outros de nós, e não nós dos outros. Se, portanto, eu arrancar a máscara a outrém que esteja próximo de mim, só me estarei a prejudicar a mim mesmo. É problema meu.
E arrancam a máscara a outras pessoas com que direito, pide o balio dizer-me?
Isso é democracia bacoca.
Sem dúvida que ninguém tem o direito de arrancar a máscara a outrém.
Mas alguém o fez? Eu não sei, não estive na manifestação nem próximo dela, não vi. Acho estranho que alguém se outorgue o direito de chegar ao pé de outrém e lhe arrancar a máscara. E acho estranho que a pessoa a quem a máscara tenha sido arrancada não reaja.
Exactamente. Não estava lá. Não viu. Não sabe. Como pode sequer afirmar que ninguém reagiu?
Não tem àquela alguma balio…
Fui só eu que não entendi nada desta explicação/conclusão …???
vão mostrando sempre a falta de respeito que têm por todos com a falta do uso da mascara
As únicas pessoas de quem essas pessoas que não usam a máscara estão próximas são as outras pessoas que com elas participam na manifestação. Portanto, somente se comtaminam umas às outras, coisa que pelos vistos não as preocupa. Ninguém tem nada a ver com isso. Se se querem contaminar, que se contaminem.
“As únicas pessoas de quem essas pessoas que não usam a máscara estão próximas são as outras pessoas que com elas participam na manifestação”
Mais uma vez lhe pergunto: sabe isto tudo porque?
Mas ele sabe alguma coisa?
Os negacionistas, os descontentes e os extremistas de ambos os lados juntam-se todos, é uma amálgama que ninguém entende (nem eles próprios). Na Alemanha é a mesma coisa.
Este meu amigo estava a manifestar-se porque sim, Cristina. É anti-negacionismo, é anti-Costa e é do contra… paradoxal qb.
Não entendo o que está o Tesla a fazer neste post, nem o sítio onde ele supostamente esteja estacionado. Que raio têm os carros da marca Tesla a ver com manifestações anti-confinamento?
Exactamente porque o dono não é anti-confinamento e não é negacionista. É anti Costa, filiado no PS, esquerdista núcleo duro. Um paradoxo castiço, e como tal mencionei por simples curiosidade.
Estou desejoso que seja aprovada a nova lei do PSD para acabar com estas manifestações.
Se já tivesse sido aprovada eram todos internados compulsivamente e acabavam-se logo as tosses.
É importante que o povo se manifeste contra alguma coisa. Desde que continue a pousar a cruz nos do costume, refilem que o Costa, covid e Bezos agradecem.
Lido algures na concorrência:
“Nos Dacotas temos exemplo de uma “experiência natural” com aquilo que mais se aproxima de um verdadeiro grupo de controlo, a permitir comparações rigorosas. São estados pequenos, vizinhos, demografica, cultural e geograficamente idênticos. O Dakota do Norte impôs confinamento rigoroso e obrigatoriedade de uso de máscara desde Março de 2020.
No Dakota do Sul nada fechou e a máscara nunca foi obrigatória em circunstância alguma.
Passado quase ano e meio, olha-se para as curvas de casos e de mortalidade de ambos e são perfeitamente idênticas nas datas, na forma e nos números. O Dakota do Sul registou maior número de mortos, cerca 150, mas também tem mais 100 000 habitantes que o vizinho a Norte. iatrics/fullarticle/2781743 )
(…)
E a propósito da menina retirada à mãe por não usar máscara, embora “off topic” não posso deixar de referir as conclusões de artigo científico de 30/6/2021 e publicado no JAMA Pediatrics. O artigo Intitula-se”Experimental Assessment of Carbon Dioxide Content in Inhaled Air With or Without Face Masks in Healthy Children – A Randomized Clinical Trial”
( https://jamanetwork.com/journals/jamaped
e nele pode ler-se:
«We measured means (SDs) between 13120 (384) and 13910 (374) ppm of carbon dioxide in inhaled air under surgical and filtering facepiece 2 (FFP2) masks, which is higher than what is already deemed unacceptable by the German Federal Environmental Office by a factor of 6. This was a value reached after 3 minutes of measurement.» “
Como continuo a ser um céptico radical por uma questão de método, lá fui verificar ao worldometers os dados dos Dakotas, quais as medidas implementadas e o link do estudo das máscaras nas crianças. Mas isto sou eu que sou céptico e não acredito em nada sem ter confirmação. Relativamente aos Dakotas, confirma-se. Relativamente às máscaras nas crianças também, pena que não se conheça estudo idêntico para adultos.
Esse artigo cientifico foi retractado pelos editores, pois a metodologia utilizada não foi devidamente esclarecida. iatrics/fullarticle/2782288?utm_campaign=a rticlePDF&utm_medium=articlePDFlink&utm_source=articlePDF&utm_content=jamapediatrics.2021.3252
https://jamanetwork.com/journals/jamaped
Antes de partilhar informação científica, por favor informe-se. A ciencia é escrutinada por pares, não é imutavel. Mas as metodologias usadas têm de estar livres de suspeita, algo que não aconteceu com esta publicação.
“Presunção e água benta cada qual toma a que quer.”
Limitei-me a citar algo escrito em 10/7/2021 que li e fui confirmar nesse dia ou no dia seguinte. Pelo link forneceu e que fui confirmar a retratacção do artigo é de 16/7/2021. As suas conclusões são mera presunção e não têm nada de científico.
Em todo o seu comentário só se aproveita a informação de que o artigo foi retractado e o respectivo link. E isso agradeço-lhe.
Bom dia, antes de mais, eu limitei-me a chamar a atenção para a retração. Depois, pedi-lhe que se informasse antes de partilhar informação cientifica. A seguir, referi (infelizmente por experiencia propria, que a ciencia não é imutavel. Eu não tirei conclusões: limito-me a chamar a atenção para a retração. A retração é de 16.7, o seu comentário foi de 28.7, pelo que teve uns dias para poder ter acesso à dita retração. Começar o seu comentário com um insulto velado, e dizer que tirei conclusões, quando não o fiz, é no minimo grosseiro. Por isso, a si, que gosta de divulgar publicações retratadas e tentar insultar outros…não lhe agradeço nada. Saúdinha é o que lhe desejo, que precisamos todos.
Temos atualmente em curso uma experiência natural muito interessante: a Inglaterra (ou o Reino Unido, que é quase a mesma coisa, pois que a imensa maior parte da população do Reino Unido vive na Inglaterra). O número de casos sars-cov-2 começou a descer de forma sistemática praticamente no mesmo dia em que terminou o confinamento. Se a descida continuar sem parar durante mais um par de semanas, isso mostrará que o confinamento em nada influenciou a evolução da epidemia.
Nós somos muito mais inteligentes. Vamos fazer o desconfinamento no Outono para coincidir com o inicio das infecções respiratórias e assim sustentar a narrativa da tragédia do desconfinamento. Se continuassemos confinados e com máscaras como é que depois justificavamos o caos que vai haver nas urgências este ano por causa destas medidas estúpidas?
Fui confirmar e realmente o número de casos no Reino Unido (Escócia, Irlanda do Norte e País de gales) tem estado a descer desde 18/7/2021. Mas acho que está a cometer o mesmo erro de quem diz que após a entrada em vigor dos confinamentos os casos começaram a descer em consequência. Sem um grupo de controlo não se podem retirar conclusões. E se mesmo com as restriçoes que vigoravam antes de 19 deste mês os casos também descessem? Será que podíamos atribuir a descida à continuação das restrições? Sem experiências em que se possa separar a influência das várias variáveis nunca passaremos das associações e das correlações. Em laboratório é possível isolar variáveis e repetir as experiências, mas nestes fenómenos isso não é possível, restando apenas os grupos de controlo para tentar resolver esse problema.
Não sei o que se passa na Escócia, na Irlanda do Norte e no País de Gales. Mas se continuam com o mesmo tipo de restrições que tinha Inglaterra antes de dia 19 concordo que temos uma experiência natural a decorrer. Inglaterra servirá de grupo de controlo.
Não entendo a sua argumentação.
Aquilo que a sabedoria convencional diz é que os confinamentos fazem baixar o número de casos, que sem confinamentos cresceriam sem parar.
Aquilo que o Reino Unido parece estar a mostrar é que o número de casos pode baixar naturalmente, mesmo sem nenhum confinamento.
Aquilo que o Reino Unido parece estar a sugerir é que, se em Portugal se acabasse com todas as estúpidas e pérfidas restrições a que estamos submetidos, ainda assim o número de casos em Portugal continuaria a baixar, como tem estado a baixar desde há uma semana.
Vou tentar ser o mais rigoroso possível.
Quando alguém afirma que depois do confinamento (ou uso de máscaras) os casos começaram a descer e infere que a causa da descida é o confinamento, eu digo que não se pode retirar essa conclusão. Não se dispondo de um mundo paralelo onde tudo fosse igual excepto o confinamento e não se sabendo o que aconteceria nesse mundo paralelo, não é possível concluir nada. Trata-se de associações, correlações, pode ser tudo fruto do acaso ou de variáveis que desconhecemos. Da mesma forma não é possível concluir nada sobre o levantamento de restrições em Inglaterra. Não sabemos se sem esse levantamento os casos aumentariam, se seriam idênticos aos actuais ou se seriam inferiores aos actuais. É este o meu ponto.
Relativamente a Portugal são válidos os mesmos argumentos. Dou-lhe razão nas “estúpidas e pérfidas restrições a que estamos submetidos” por tudo o que argumentei e sobretudo à luz do exemplo dos Dakotas, que são aquilo que mais se aproxima de um verdadeiro ensaio clínico com grupo de controlo de onde se podem e devem retirar conclusões.
Os confinamentos, a destruição da economia, a destruição da classe média, o poder, salvador, dos Estados. Cidadãos versos escravos.
“If you’re independent, the government works for you like it’s supposed to. If you depend on the government to give you a paycheck to fed your family every month… now the government rules you…”
“So instead of a middle class, we have the government upper class, and the lower class dependents that rely on the government to survive…”
“in other words, we have a slave class… and that’s what they’re trying to do.”
Os rendimentos da classe política e anexos -os que gravitam na AR/partidos/funcionalismo- não são afectados pelos confinamentos que, com tanto à vontade!, decretam.