Há pessoas que confundem o que são com o que querem ser, procurando através dos outros legitimar o equívoco. São os narcisistas pós-modernos, cuja fé é o marketing pessoal e o desígnio a conquista do maior número possível de seguidores.
Este pensamento acompanhou o DELITO durante toda a semana

O Mundo e as pessoas não evoluíram assim tanto. Refinou, mas não mudou.
Há umas décadas tínhamos de aturar na pausa o tipo que sacava da carteira as fotos-passe dos catraios, hoje é fotos fofas no instagram. Quando se ia jantar a casa de alguém, depois do repasto lá se mamava com os diapositivos das férias em local exótico, hoje é posts no face. E em ambas as situações, lá éramos obrigados a mandar likes, só que ao vivo e a cores, e não via digital.