Dependemos sempre do acaso, o outro nome que atribuímos ao desconhecido.
Este pensamento acompanhou o DELITO durante esta semana
Dependemos sempre do acaso, o outro nome que atribuímos ao desconhecido.
Este pensamento acompanhou o DELITO durante esta semana
O acaso esse desconhecido que interfere quando e como quer na humana vida. O bem de uns é o mal de outros; a estes faz desistir àqueles incentiva à luta e cada um lhe reage como é, sabe e pode. A roda da vida gira cheia de interferências.
Acabo de ver um belíssimo documentário sobre a importância do acaso na vida de qualquer de nós.
Tenciono escrever sobre isso aqui.
fiquei curiosa:)
É absolutamente verdade, Pedro. É o movimento fisico-filosófico de causa desconhecida que pode alterar repentinamente o estado de “repouso” a que nos votámos. O tal efeito borboleta? É na verdade um encontro às cegas e a partir daí somo nós quem decide se tomamos as rédeas ou continuamos com os olhos fechados.
A verdade, Maria Dulce, é que é sempre muito mais aquilo que ignoramos do que aquilo que conhecemos.
E, como dizia o outro, quanto mais vamos conhecendo mais sabemos como somos ignorantes em quase tudo.
Gosto muito desta frase:
«Todos somos ignorantes, só que em assuntos diferentes.»
E acredito que às vezes os deuses estão connosco e outras vezes não.
(Se a culpa é nossa ou não, ainda não consegui descobrir…).
🍁🍂
Maria
É uma frase sábia.
Sobre a nossa dependência do acaso, valha-nos, a nós portugueses, termos sorte até na desgraça. Boa semana
Muitas vezes assim tem sido, valha a verdade. Boa semana para si também.
É verdade. E o exercício ‘e se…’ é óptimo conselheiro. Colocar em hipótese a alteração das circunstâncias de um determinado facto, acontecimento ou percurso de vida ajudará muito a compreendê-los. E a aceitarmos melhor o desconhecido.
Vi neste fim de semana um excelente documentário na RTP 2 sobre o qual tenciono escrever e que aflora essa questão. Como por vezes um facto aparentemente irrelevante na nossa vida pode transformá-la para sempre e dar-lhe um rumo inverso ao que seria mais provável.
Pedro, desculpe o abuso. Mas estive a procurar na Nos Tv e não atino com o programa. Qual é nome do documentário?
O documentário da RTP 2 intitula-se “Exílio no Atlântico”. Penso que o encontrará facilmente na RTP Play,
Grata. Já encontrei na NOSTV.
Todo o documentário traduz o pensamento desta semana. Mais ainda o episódio do rapaz de 17 anos resgatado na Deserta, após bombardeamento do seu navio, e cuidado pelas raparigas de Gibraltar exililadas na Madeira.
A guerra desnuda a nossa fragilidade face ao acaso. Às vezes feliz, por nos poupar ao pior. Outras, trágico.
Isso mesmo. Daí o pensamento da semana.
Boa noite Pedro Correia
Pensamento que me leva a outras coisas com que me ando a entreter e, a propósito ou despropósito, comungo de uma frase que reza assim – “o passado não é o que passa mas o que vai ficando”.
Boa noite. Saúde.
António Cabral
Mas até nos acasos, vislumbramos uma lógica – e de acaso em acaso, a vida vai-se completando, construindo e fazendo sentido (ainda que não seja a versão que preferiríamos) …
«Dependemos sempre do acaso».
Mas nada do que fazemos é por acaso.
(Não é contradizê-lo, Pedro, concordo consigo; apenas penso que as duas frases se completam).
O desconhecido somos nós num mundo de velhos conhecidos
MNS
Acaso. porém há situações que foram determinadas, também, por opções e cálculos.
Gerando probabilidades. Porém, acaso, irrompe, mesmo naquelas em que risco foi acautelado. É a vida.