O tempo não nos é dado: é-nos emprestado. Devíamos viver cada dia com a noção exacta disto.
Este pensamento acompanhou o DELITO durante toda a semana
O tempo não nos é dado: é-nos emprestado. Devíamos viver cada dia com a noção exacta disto.
Este pensamento acompanhou o DELITO durante toda a semana
“Deus dá-nos o tempo de graça e nós levamos dinheiro por ele.”
Esta é a versão dita pelos meus avós. Ainda não desisti de tentar compreender o que ele encerra.
Smoreira
É um bocado indiferente saber de quem é ou de onde vem o tempo se não soubermos o que fazer com ele. E neste quesito o Estado deveria entrar. Desperdiçar o tempo da vida em bugigangas, se fosse eu a mandar, seria crime punível com prisão perpétua. Há gente que não merece a vida embora, conceda, que tenham a liberdade de ficarem vivos. Há gente que apouca a vida com as suas vidas.
Ex: quem gosta de Tony Carreira ou de Pedro Chagas Freitas deveria ser internado num campo de reeducação
Eh lá. O Estado a determinar como cada um aproveita (ou desperdiça) o seu tempo? Isso é mais aterrador do que gostar do Tony Carreira.
Vá lá com calma, Vorph. Polícia do gosto, não, muito obrigada. Antes a sua defesa das virtudes do Ócio.
Isabel não se preocupe. O Estado, do meu exemplo, seria eu…e o Pedro Correia… mais o V. (tudo gente bem afinada com o bem comum)
Ah, se é tirania benigna, fico muito mais descansada.
E para valorizar o tempo aproveito para fazer uma proposta: todos os cidadãos desse Estado seriam obrigados a passar 1/3 das oito horas diárias de labor, executando tarefas rotineiras e automatizadas (do tipo invocado nos Tempos Modernos, de Chaplin). Só verificada esta condição, teriam o privilégio de passar os restantes 2/3 do tempo a dar largas ao rasgo e inteligência. Além de ser um módico de justiça, libertando o mexilhão de todo o trabalho dito estúpido, imporia às pessoas que vivem na estratosfera o entendimento das questões mais comezinhas da vida.
Vorph é socialista está sempre a um passinho de Hitler ou Lenine.
lucklucky
Vorph é um socialista antissocial.
Amo a Humanidade. Detesto o Homem. Adoro a mulher.
Homem, mesmo assim, com letra maiúscula?
Lamento dizê~lo , houve e há momentos da vida em que esqueço preocupações
com o tempo ou outras , tal é o prazer envolvido.
Ora aqui está um pensamento que se aplica ao Sporting, mais certeiro do que o lobo a salivar ao Capuchinho, que há mais de 20 anos não faz outra coisa se não desperdiçá-lo.
Há de facto muita gente, particularmente na cleptocracia socialista, que vive diariamente com esse pensamento e não tem outro: açambarcam tudo o que podem enquanto há tempo.
O meu tempo gasto-o, se é emprestado, lamento, mas já não está comigo para o devolver.
Ora bolas! E eu que já tenho anos e anos para devolver.
Por vezes demoramos demasiado a entender coisas elementares. Esta é uma delas.
Uma grande verdade, Pedro.
E não é só o tempo…
Sem dúvida, Cristina. O mundo, a natureza, os dons que vamos tendo. Tudo emprestado.
Pedro, nestes tempos, até a Liberdade nos está a ser “emprestada” (concedida) com imensa avareza…
Uma lúcida e lamentável (e inaceitável) verdade.
Inaceitável em 1º lugar.
A propósito desta frase, não sei se apreciava o agora falecido Alan Park (Adorei o “The Wall”, “Mississipi em Chamas”, “Midnight express” ou “The life of David Gale”.
Se for o caso, aguardo o seu texto com curiosidade.
Quem empresta não melhora, dizem os antigos com aquela sabedoria que todos lhes reconhecemos. É que em vez de cuidar bem do que não é nosso, quantas vezes lhe perdemos o norte.
Não quererá dizer exactamente a mesma coisa mas é velho que se farta:
Meu Deus como o tempo passa
dizemos de quando em quando.
Afinal o tempo fica
A gent’é que vai passando!