Antes não me calava a nada. Agora desde que constatei a impetuosidade fogosa do Benfas arrasando tudo pela frente, já nada me surpreende e calo-me a tudo aceitando que tudo é verdade neste mundo. Quer por acções e ou por palavras, calo-me para não errar.
Calo-me com tanta conta Juro, taxa, peditório, hipoteca E pago por ter cão E por não ter cão
Calo-me com a boca cheia De pão com manteiga E queijo em promoção …………………………… E o que é que eu faço Talvez me cale Com a manhã fria O escândalo do dia
A lama, a trama A utopia da civilização
Calo-me com mais um lobo Em pele de cordeiro Que traz a salvação …………………………….. Calo-me quando bebo um copo E esqueço tudo os peixes mortos ………………………………. https://www.youtube.com/watch?v=3QyMVmcGVaI
Calo-me com o cão da vizinha A ladrar noite e dia. Calo-me com a sogra a ralhar, e a mulher ao marido gritar. Calo-me ao ver ao entrar, o filho p’ra veia chutar. Calo-me ao ver à saída, pelo namorado, a menina lambida. Calo-me ao pisar no chão, a merda do cão. Calo-me com o gato a miar, e o papagaio a praguejar. Calo-me com o VAR a ajudar, e ao Porto, o penalti ofertar. Calo-me com o Rúben comprar, e não o pagar. Calo-me com a Águia a voar, pelo chão a rasar. Calo-me ao acordar. Calo-me ao deitar.
“Diz-me com o que te calas” é, aquilo que te obriga a calar; ou antes, o que te extasia e deixa sem palavras? De todo o modo, não se conhece uma pessoa apenas por uma característica.
Em Portugal não adianta falar até deitar as tripas para fora!! Calar ou não calar dá igual!!- Chama-se a esta acção “chover no molhado” , no lugar que me criou ! Calar ou falar leva-te a seres o bobo da corte, o palhaço pobre que entretem em tudo que é circo!
Agora a sério. Calo-me frequentemente com fundamentalismos de gente tacanha. Nem vale a pena. Os cães ladram e a caravana passa e etc. E cada vez mais amiúde. Não há pachorra. Nem para o ” porque non te callas?”.
Por ex.: pessoas com deficit deste produto, sentem uma necessidade irresistível de “recomendarem”…(de forma gratuita e a toda a hora): livros para leitura nos tempos livres, como se as pessoas fossem muito burras… É por essas e por outras que, não havendo chá em pequenino, depois a coisa torna-se dificil, com tendência para o ridiculo. fl
Grande pensamento, jpt! Vai seguramente dar muito que pensar.
“Diz-me quem não podes criticar, que te direi quem te oprime.” (Voltaire, de memória)
grão a grão enche a galinha da vizinha.
Antes não me calava a nada. Agora desde que constatei a impetuosidade fogosa do Benfas arrasando tudo pela frente, já nada me surpreende e calo-me a tudo aceitando que tudo é verdade neste mundo.
Quer por acções e ou por palavras, calo-me para não errar.
Sim.
Chega o Verão, começa o abandono dos animais de estimação. Ou neste caso, o Partido Político dos ditos.
Calo-me com tanta conta
Juro, taxa, peditório, hipoteca
E pago por ter cão
E por não ter cão
Calo-me com a boca cheia
De pão com manteiga
E queijo em promoção
……………………………
E o que é que eu faço
Talvez me cale
Com a manhã fria
O escândalo do dia
A lama, a trama
A utopia da civilização
Calo-me com mais um lobo VaI
Em pele de cordeiro
Que traz a salvação
……………………………..
Calo-me quando bebo um copo
E esqueço tudo os peixes mortos
……………………………….
https://www.youtube.com/watch?v=3QyMVmcG
Calo-me com o cão da vizinha
A ladrar noite e dia.
Calo-me com a sogra a ralhar,
e a mulher ao marido gritar.
Calo-me ao ver ao entrar,
o filho p’ra veia chutar.
Calo-me ao ver à saída,
pelo namorado, a menina lambida.
Calo-me ao pisar no chão,
a merda do cão.
Calo-me com o gato a miar,
e o papagaio a praguejar.
Calo-me com o VAR a ajudar,
e ao Porto, o penalti ofertar.
Calo-me com o Rúben comprar,
e não o pagar.
Calo-me com a Águia a voar,
pelo chão a rasar.
Calo-me ao acordar.
Calo-me ao deitar.
Cunhado, o jogo de ontem foi uma bergonha!!
Quero lá saber.

Três pontos soube trazer.
Vergonha é não beijar a mulher,
porque se o não fizer,
outro o irá fazer.
“Diz-me com o que te calas” é, aquilo que te obriga a calar; ou antes, o que te extasia e deixa sem palavras? De todo o modo, não se conhece uma pessoa apenas por uma característica.
Em certas circunstâncias vale mais calar que continuar a argumentar com quem não quer entender e se faz de desentendido. Acho que é bom senso.
Diz-me com quem danças, dir-te-ei o teu futuro. Ainda melhor do que a Maya.
A pergunta deveria ser: diz-me porque te calas…
Em Portugal não adianta falar até deitar as tripas para fora!! Calar ou não calar dá igual!!- Chama-se a esta acção “chover no molhado” , no lugar que me criou !
Calar ou falar leva-te a seres o bobo da corte, o palhaço pobre que entretem em tudo que é circo!
Agora a sério. Calo-me frequentemente com fundamentalismos de gente tacanha.
Nem vale a pena. Os cães ladram e a caravana passa e etc. E cada vez mais amiúde. Não há pachorra. Nem para o ” porque non te callas?”.
“Diz-me com o que te calas, dir-te-ei quem és”.
Calo-me com a falta de chá.
Por ex.: pessoas com deficit deste produto, sentem uma necessidade irresistível de “recomendarem”…(de forma gratuita e a toda a hora): livros para leitura nos tempos livres, como se as pessoas fossem muito burras… É por essas e por outras que, não havendo chá em pequenino, depois a coisa torna-se dificil, com tendência para o ridiculo. fl
Muita saúde.
Sou calado e por isso sou amado!!!