Pensamento da Semana


João Pedro Pimenta,

Ao ouvir gente defender em nome da defesa da Terra e contra as alterações climáticas que se pare a natalidade, mesmo em países que dela carecem, como o nosso, ou até que se executem medidas mais radicais, lembro-me de todas as causas nobres e justas que redundaram em tiranias e massacres. Já se matou em nome de Deus, da Liberdade, da Justiça, da Dignidade e da Igualdade. Atrás dos mais nobres princípios vêm por vezes as práticas mais vis. Esperemos que o mesmo não se passe com a defesa do ambiente, que dispensa bem isso. Do idealismo à distopia os passos são por vezes muito incertos.

 

Este pensamento acompanhou o DELITO durante toda a semana

46 comentários em “Pensamento da Semana”

  1. Agora acordam…o que os “moderados e humanistas”, na verdade a maioria extremistas noutra direcção, ajudaram a criar.

    A causa Ambientalista hoje não é nobre nem justa. É simplesmente mais um veiculo de Marxismo.

    É ódio à Civilização Ocidental que agora está a entrar na sua fase de defesa do extermínio racial, sexual, e de crianças e velhos.
    ~Sentem-se seguros pois têm a protecção dos padres dos dias de hoje = jornalistas que são quem pode ou não legitimar violência. E que foram quem os construiu.

    lucklucky

          1. “Houvesse mais Civilização Ocidental nas fábricas inglesas de séc. XIX, não haveria marxismo.”

            Tretas, se assim fosse Marx & co não quereriam ainda mais poder nas mãos de poucos.
            O Marxismo foi uma reacção à dispersão do poder que a Revolução Industrial proporcionava.

            lucklucky

      1. A causa ambiental não é causa ambiental. É na maioria dos casos uma causa estética e de autopromoção social após os incentivos estarem estabelecidos na cultura para esse propósito.

        Uma praia cheia de lixo tem na maioria dos casos mais biodiversidade que uma praia “limpa”.
        O plástico- lixo nos campos aumenta a humidade e o abrigo que ajudam à criação de vida ao mesmo tempo que aumentam riscos de contaminação e são inestéticos…
        Ao mesmo tempo o fim dos sacos de plástico faz aumentar as infecções alimentares e outras.

        Claro que isso não aparece nas notícias.

        Protege-se os animais que apareceram na Disney e aqueles que estão mais próximos de nós no Zoo ou que vemos nos documentários.

        lucklucky

  2. Bom, o Mundo não se esgota na Eurásia e na sua helenística norte americana – e a correlação de forças ( ou de força?…) não é exactamente a mesma que saiu do “mal entendido” de 45…
    Mas que o “ocidente” persiste na via suicidária, lá isso persiste.

    JSP

    1. Não sei se será suicidária, mas tem razão quando aponta o excessivo eurocentrismo + EUA, e eventualmente Canadá e Austrália, como se o Mundo não fosse bem mais vasto e o grosso da população não estivesse na Ásia.

      1. Mas esses não fazem nada, copiam tudo. E como todos os outros indolentes do planeta, culpam o Ocidente. Como se na Ásia, África e América do Sul não acontecessem ainda hoje todos os horrores medievais como o infanticídio, colonização, escravatura, pena de morte, you name it. Cada vez que vejo asiáticos e outras criaturas a atirar bocas e culpas ao Ocidente limpo, organizado, com leis e que inventa tudo, desato a rir à gargalhada. Depois constato que os próprios europeus defendem esses idiotas e alinham nessas patacoadas, e depois dá-me logo vontade de começar a votar no Chega para ver se isto rebenta. Vamos ver quanto tempo vou aguentar.

  3. Acredita mesmo que a Terra aguenta um número ilimitado de pessoas? Há umas décadas éramos três biliões e pouco. Hoje passamos de sete biliões. Dentro de poucos anos seremos 9 a 10 biliões e rapidamente atingiremos 20 ou 30 biliões. O crescimento é exponencial. Se não se tomarem medidas racionais, é óbvio que outras surgirão naturalmente como epidemias, guerras etc. Apesar disso e dos problemas ambientais que já existem, há quem diga que é preciso aumentar a natalidade. Suicídio. Na minha juventude muitas famílias tinham 6 ou 7 ou 8 filhos. Não havia anti conceptivos capazes. Acredita que isso é desejável de novo? Se tivermos sorte, pode ser que a limitação surja naturalmente sem sofrimento, por exemplo, que muitas mulheres se tornem naturalmente estéreis. Ou que os homens vejam o instinto sexual fortemente diminuído. O que não é desejável é assbiar para o ar como preconiza. Urinar no duche (como dizem certos ambientalistas) é que não dá nada.

    1. Temos um belo exemplo aqui de alguém que nada sabe sobre produtividade.

      Temos é pessoas a menos não pessoas a mais.

      lucklucky

    2. E certas partes da Ásia e África devia haver mais planeamento familiar, sem se recorrer a medidas cruéis e radicais. Mas na Europa? Quem é que acha que vai pagar a segurança social? E o futuro, será só com velhos?

      1. ” sem se recorrer a medidas cruéis e radicais. Mas na Europa?”
        Se nada de racional se fizer na Europa, as medidas cruéis e radicais aparecerão impostas pela natureza. Não acredito que seja possível viver com 100 biliões de humanos sobre a Terra. Esse número não precisa de milhares de anos para ser atingido.

        1. Para dramatizar de 3 para 100 biliões porque não 1000 biliões é só 10 vezes mais em vez de 33 vezes mais.

          lucklucky

    3. Actualmente no Japão já ninguém morre e, também, não há muitas crianças.
      Por um lado, cada vez mais velhos, deveu-se ao facto de ser obrigatório exames médicos periódicos, como de vacinas se tratasse, com a deteção/tratamento precoce de doenças, por outro lado foi criado o mito ‘há gente a mais’ e os japoneses foram perdendo o gosto de procriar.

  4. População Portuguesa em (milhares) Fonte Pordata
    1960 – 8.865,0
    1981 – 9.851,3
    2001 – 10.362,7
    2011 – 10.557,6
    2017 – 10.300,3 (estimado)

    O número de pessoas em Portugal é o único valor que diminui aumentando de valor.

    Claro que a média de idades da população é maior, visto que se morre mais tarde, mas o tamanho da população tem vindo a aumentar. Se quisermos a relação jovem/idoso dos anos 60 temos duas opções: matar os velhos para dar lugar aos novos ou fazer a crescer a população para os 15 milhões. O problema com a segunda solução é que se deixarmos os jovens que nascem chegar a velhos o problema repete-se passados alguns anos.

    Quando nos carpimos do envelhecimento da população na verdade estamos a queixarmo-nos de que deixam demasiada gente passar dos 65 anos.

    1. “Quando nos carpimos do envelhecimento da população”
      É um carpir que é um disparate. O envelhecimento significa que se vive mais e com mais saúde. A dminuição do número de jovens também é positivo como demonstrei acima. Duvido que se possa viver na Terra com 50 biliões de humanos, coisa que se poderá atingir daqui a não muitos anos.
      Se querem diminuir o número de idosos, aqui vai uma sugestão: acabem com o Sevilço Nacional de Saúde, acabem com as vacinas contra a gripe. encarecem os medicamentos e diminuam o número de médicos. É isso que querem os que se queixam de que vivemos anos demais?
      Querem mais nascimentos: proibam os anti conceptivos ou, pelo menos, aumentem-lhe o preço.
      Ou haverá medidas decentes e racionais a tomar? Há, e é isso que defendo.

    2. A população estabilizou há uns vinte anos. As variações das últimas décadas decorreram sobretudo de movimentos de deslocação (emigração para França, retornados de África, emigração em tempos de Troika, etc). Para já seria mesmo melhor dar mais ênfase a políticas de natalidade para pelos menos haver algum factor de substituição de gerações e provavelmente permitir que se trabalhe mais anos, coisa que estranhamente ainda é mal vista.

      1. Os movimentos migratórios não vão parar, logo apresentar contas com base só no saldo natural é enviesado. Só serve para fazer valer um ponto de vista, não corresponde à realidade.

        Não se consegue que o desemprego desça abaixo dos 7% e existe uma emigração sempre muito elevada dos nascidos no país. Se se forçar as pessoas a trabalhar até mais tarde não se vai resolver problema nenhum. O nosso problema não é falta de braços.

        1. Os movimentos de emigração não vão parar por causa de problemas na fonte (guerras, causas naturais e climáticas, pobreza, etc) não necessariamente da origem. Se a esperança de vida e as condições a partir de certa idade, estranho seria se as pessoas não trabalhassem até mais tarde.

  5. Se tivessemos de enunciar o problema numa só frase seria assim. A utopia tecnológica californiana é sustentável por mais uns séculos no planeta Terra habitado por, para aí, grosso modo, uns 500 milhões de habitantes. Tudo o resto resulta disto.

  6. que se pare a natalidade, mesmo em países que dela carecem, como o nosso

    O nosso país não precisa de mais natalidade. Precisa de mais jovens, mas eles podem, com vantagens, ser obtidos através da imigração.

    Por exemplo, a Alemanha já há muitas décadas que tem uma natalidade muito baixa, no entanto a sua população continua a crescer e não há falta de jovens no mercado de trabalho, porque a imigração supre todas as carências.

    A imigração tem vantagens relativamente à natalidade, porque se evita os custos, muito altos, da formação e educação das crianças e jovens.

    1. Então mas os imigrantes ou melhor os filhos dos imigrantes não têm de ser educados e formados em Portugal, com os impostos pagos pelos contribuintes para o estado português?
      Imaginemos duas crianças, o Afonso com cinco anos, filho do Abel, funcionário de uma seguradora (desconta 350 euros mensais) e da Sofia, trabalha no Pingo Doce (desconta 280 euros mensais) o Abdul, de cinco anos, filho do Mohammed, recebe o RSI e trabalha, informalmente, em biscates, desconta zero e da Fátima trabalha, informalmente, em limpezas de casas, desconta zero.
      Confesso que não percebi o ponto.
      Será que o senhor Lavoura pensa que os imigrantes se inserem com facilidade na “economia legal” e pagam impostos?

      1. Os imigrantes não se inserem na economia legal, porque é mais vantajoso para os empregadores ter ilegais clandestinos e descartáveis a viverem de biscates e a não descontarem para a Segurança Social. Não são os emigrantes que não querem pagar, se essa situação fosse vantajosa os nacionais também não pagavam.

      2. os filhos dos imigrantes não têm de ser educados e formados em Portugal, com os impostos pagos pelos contribuintes

        A partir do momento em que os imigrantes chegam a Portugal, naturalmente que pagam impostos e têm direito à educação dos seus filhos e a tratamentos de saúde, tal e qual como qualquer português.

        Os imigrantes são, em média, mais produtivos que os portugueses de origem, uma vez que vêem para cá já na idade de trabalhar (ao contrário dos portugueses, que ficam 25 anos a estudar antes de começarem a produzir). Pagam portanto mais impostos e têm menos necessidades de educação.

    2. Então e os problemas relativos a grandes comunidades estrangeiras que chegam em massa? não me parece que a imigração em enorme escala seja a solução. Porque não maior natalidade, já agora?

      1. Não é preciso “imigração em enorme escala”. Para manter a população estável são precisos 50 mil imigrantes por ano, ou seja, 0,5% da população por ano.
        Não são “grandes comunidades estrangeiras”. São imigrantes oriundos de diferentes países, que não formam necessariamente comunidades.

    3. O nosso país não precisa de mais natalidade. Precisa de mais jovens, mas eles podem, com vantagens, ser obtidos através da imigração.

      O Lavoura sempre a vender peixe estragado.

  7. lembro-me de todas as causas nobres e justas que redundaram em tiranias e massacres

    Ao João Pedro Pimenta (JPP) vem esta lembrança somente quando ouve falar da defesa da Terra, ou quando ouve falar de toda e qualquer causa nobre e justa? O JPP é um cético sistemático em relação a todas as causas nobres e justas, ou é a defesa da Terra que lhe causa especial urticária? Neste último caso, porquê?

    1. “todas as causas nobres e justas que redundaram em tiranias e massacres” Esta afirmação não faz grande sentido e até é contraditória. Se todas as causa nobres e justas acabam em massacres (pelo menos com elevada probabilidade) parece que é prudente evitá-las. Ou seja, é sempre menos arriscado começar com causas rascas e injustas … para fugir às outras.
      Mas ninguém responde à pergunta de saber se é possível viver com 100 biliões de humanos na Terra. As populações de animais costumam oscilar, aumentado até se esgotarem os recursos e depois decrescendo devido à fome e doenças e depois voltando a crescer etc.. Será muito diferente com os homens? Admito que sim mas custa-me a compreender como viverão 100 ou 200 biliões. Como o crescimento é exponencial, não é preciso esperar muito para e atingir um número incomportável . E esperar pela fome, guerra e doença para resolver a dificuldade. Ou há outra saída? Qual? É tempo de a pensar? Ou procuramos aumentar a natalidade para chegar lá mais depressa?

    2. Muito gosta o Lavoura de se fazer de desentendido. Acho que é claro que falo de recentes radicalismos relacionados com o ambiente na senda de outros que tivemos noutras épocas. Quanto à minha “urticária”, esclareço-lhe que já fiz parte de um partido ecologista e de várias associações, que é tema que acompanho desde que tive capacidade de o compreender e que na minha vida diária faço o possível para diminuir a pegada ecológica, à falta de melhor termos, nem sempre com Êxito (e não, não sou vegan nem nada que se pareça). Mais sossegado?

      1. Para sossego e bom ambiente, nada como o neguinho da Beija-Flor a cantar o samba que dedicou a Jesus. Sim, o filho de Deus que é português e treina o Flamengo, Mengão para os amigos:

        https://www.youtube.com/watch?v=cUPUdKQkwfQ

        O gaúcho tomou 5, e não foi de bom tamanho. Podia ter sido bem mais. Mas ao gaúcho sobra-lhe em garganta o que lhe falta em técnica e inteligência.

        Agora uma mensagem para esse que diz ser treinador: Renatinho Portaluppi, dedica-te à Amazónia para conseguires melhor ambiente. O futebol brasileiro ao nível de treinadores estava a precisar de um Messias, o português Jesus.
        Dizem os invejosos que o Brasil jogava assim até aos anos 70.
        Porra, e desde esse período para cá não conseguiram melhor que um gaúcho a querer ficar em bicos de pés, procurando fingir que tem o mesmo tamanho do Jesus?

        P.S. JPP, eu gosto mesmo é do Mengão. Bom Ambiente é ter 40 milhões de torcedores chorando, gritando, beijando e até mesmo fazendo pedido de casamento em pleno jogo no Maracanã. Só Jesus pôde fazer tal milagre.

        Sejam felizes e deixem-se de merdas.

  8. Se há coisa que eu adoro neste blogue é que ele é um verdadeiro coito de politicamente incorrectos, ou seja, de auto convencidos génios que insistem em investir quixotescamente contra as realidades adversas à sua noção de realidade e que, como verdadeiros alucinados que são, as vêem como “desaforados gigantes”.

    Surpreendentemente, hoje – ou pelo menos até agora! – a maioria dos comentários aqui colocados resolveu não alinhar pelo habitual amém com que são recebidos os “posts” colocados aqui no DO: azar do João Pedro Pimenta!

    Comentários como o da(o) jo (https://delitodeopiniao.blogs.sapo.pt/pensamento-da-semana-11143925?thread=89100789#t89100789) ou o do Luís Lavoura (https://delitodeopiniao.blogs.sapo.pt/pensamento-da-semana-11143925?thread=89104885#t89104885) arrumam devidamente, quaisquer possíveis questões levantadas pelo “post” do JPP. Claro, restam sempre as “questões” levantadas pelos seus habituais (incómodos, não reconhecidos mas sempre bem vindos) “compagnons de route” neo-fascistas. Exemplos disso: «A causa Ambientalista hoje não é nobre nem justa. É simplesmente mais um veiculo de Marxismo», «Temos um belo exemplo aqui de alguém que nada sabe sobre produtividade. Temos é pessoas a menos não pessoas a mais.» ou (o supremo exemplo disso:) «Então mas os imigrantes ou melhor os filhos dos imigrantes não têm de ser educados e formados em Portugal, com os impostos pagos pelos contribuintes para o estado português?»

    Para terminar, se há algo que eu devo elogiar neste “fórum” é o silêncio do JPP: é que ele, pelo menos até agora, ao contrário da maioria dos restantes “Autores” do DO resolveu manter um prudente silêncio, não embarcando nas habituais graçolas a que esses outros “Autores” do blogue, quando contrariados, gostam de recorrer… na habitual atitude de tratarem os que os contrariam como ignorantes borjeços sanchos panças!

    1. “o contrário da maioria dos restantes “Autores” do DO resolveu manter um prudente silêncio, não embarcando nas habituais graçolas a que esses outros “Autores” do blogue, quando contrariados, gostam de recorrer… na habitual atitude de tratarem os que os contrariam como ignorantes borjeços sanchos panças!”
      Isto é completamente falso.
      A nossa Associação repudia por unanimidade estas afirmações.

      1. «A nossa Associação repudia por unanimidade estas afirmações.»
        Claro… e por que raio até não as deveria repudiar mesmo por uma minoria do seu único membro?
        Graças a deus, ou apenas a um senhorio cá deste prédio, V.. até pode repudiar o que lhe apetecer do que vos por apontado: não é por mero acaso que Vs. são os correctos representantes dos “politicamente incorrectos” nos blogues nacionais!

    2. Começando pelo fim, e já lhe estou a fazer um grande favor: tenho uma vida, não estou sempre colado ao ecrã e a responder aos comentários logo de seguida, por isso só vim agora, logo a sua pilhéria final perde qualquer sentido.

      Recebo todas as críticas e respondo quando posso, desde que contribuam para alguma coisa. Aos outros despacho-os. Devia ser o seu caso, porque sim, porta-se como um burgesso com piadinhas boçais, mas antes de o despachar, leia o que respondi ao Lavoura e o Lucklucky e o que lhes respondo normalmente e depois vá chamar “neofascista” aos seus amiguinhos, se quiser. Se volta com essa, corto-o logo e bem poderá queixar-se da “censura” com bem entender. Eu é que não tenho obrigação de dar resposta a todos os parvinhos que aparecem com conversa fiada, percebeu, ó “António Vaz”? E já agora, mete aí uma ligação para nenhures porquê? Para fingir que não é anónimo?

  9. Sim, concordo com a aplicação do termo distopia. Mas isto é algo que vem acontecendo há muito.
    A sua reflexão permite-me dizer que o tema ambiente está a transformar-se em mau ambiente.
    De certa forma faz lembrar-me o tema amor. Como o amor sempre nos foi cantado e contado a chorar, é natural que não se encontre ambiente para o realizar: de igual modo se reproduz o fenómeno do mau ambiente que se cria em torno do ambiente que não se tem.
    Resta-me dizer aos ambientalistas: Sejam felizes e deixem-se de merdas.

    P.S. Para mais filosofar, por favor, encontrem-me por aqui.

  10. Um bom exemplo são os esquerdistas, tudo pelos seres humanos:

    São contra a homofobia, a xenofobia, o racismo, o machismo.

    Mas defendem a integração descontrolada e massiva de culturas que representam tudo isso.

    A incoerência é uma “virtude”…

    A.Vieira

  11. Enquanto os meios de comunicação forem controlados pelos interesses económicos, nunca saberemos, ao certo, o que fazer e o que pensar.
    Por mim, sou tentado a pensar que a Natureza tende sempre para o equilíbrio e que as diversas alterações sempre aconteceram independentente da ação humana.
    Por exemplo, depois de muitos anos sem que tal acontecesse, estamos agora a viver um outono dos antigos…

    João de Brito

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