No de puxar tapetes ficou bem patente que dominam o palco: uns puxam a Rio, que é equilibrista e se mantém de pé, outros puxam a Montenegro, que é palhaço e cai com estrondo… quem puxará a Rangel, que é de borracha? Aguardam-se novas vedetas.
Torce aqui e ali mas não parte, portanto é maleável; vai apagando algumas coisas no caminho, portanto não é tinta permanente… sim, tudo indica ser de borracha. Resta saber se, furado, esvazia ou mantém a forma – os balões são feitos do mesmo material.
No Furadouro há boa caldeirada de enguias, pode bem acontecer furar a goela ou a tripa com uma espinha mais renitente. Mas o problema é sempre o mesmo, as garras dos outros gatos. No saco do PSD, não na caldeirada. E depois, disso, claro, o alfinete da realidade.
Então tanto faz ser no Furadouro como em Agualva-Cacém. Ou em Sarilhos Grandes, povoação talvez mais apropriada para o efeito.
É mesmo, qualquer que seja a geografia haverá sempre disputa por território, portanto mais vale escolherem um local onde o repasto seja agradável – de barriga confortada todas as negociações têm menos reféns 🙂
Em Sarilhos também há boas enguias. Um bicho apropriado a repastos políticos.
Sem dúvida, Pedro. Se bem que pescadinhas de rabo na boca também costumam ser apetecidas.
Rio provou uma dessas na quinta-feira. Pescadinha à Menezes. De rabo na boca. Não gostava, mas passou a gostar.
Não me parece que tenha sido uma dessas, Pedro – a pescada é de alto mar, e o Rio ainda está a mastigar a ver se encontra o chumbo, que a coisa teve mesmo ar de pesca à linha. Ou isso, ou entre esta cana e essa cana…
Não há jantares grátis. Nem abracinhos de borla. Veremos em breve o preço a pagar por tal “pesca à linha”.
Eu o que achei graça na recente serração de fileiras no PSD foi o efeito da nova ortografia sobre a fala do doutor Luís Montenegro: disse ele nada mais nada menos do que “o doutor Rui Rio não aceitou o meu reto”. Uma frase prenhe de significados…
Sim, de serrar fileiras de deputados que tornaram o PSD um partido ingovernável para Rui Rio.
Rio prefere os deputados do PS, como é sabido.
É serrar a lá Macron ?
WW
À Macron, seria com maioria. Absoluta.
“serrar” ou “cerrar”?
Serrar antes de cerrar.
Trocadilho, Luís Lavoura, trocadilho – primeiro terão que perceber quais são as fileiras que estão por quem.
Trocadilho ou trocadalho.
Para o saralho em questão em que estão, é certamente a segunda opção.
Quem diz saralho, diz sarrabulho.
Serra&esbulho? Serra&bulha?
No sarrabulho há sempre um ou outro que sai com papo d’anjo…
Sai um sarrabulho à Menezes para a mesa do fundo. Onde se senta o senhor do “banho d’ ética”.
As fileiras já estão tão podres que se as serrar nós fica pó.
Já dizia Napoleão: somos todos pó, Josefina.
Portanto, de tentar um novo truque de magia.
No de puxar tapetes ficou bem patente que dominam o palco: uns puxam a Rio, que é equilibrista e se mantém de pé, outros puxam a Montenegro, que é palhaço e cai com estrondo… quem puxará a Rangel, que é de borracha? Aguardam-se novas vedetas.
Acha que é de borracha?
Torce aqui e ali mas não parte, portanto é maleável; vai apagando algumas coisas no caminho, portanto não é tinta permanente… sim, tudo indica ser de borracha. Resta saber se, furado, esvazia ou mantém a forma – os balões são feitos do mesmo material.
Furado onde? No Furadouro?
No Furadouro há boa caldeirada de enguias, pode bem acontecer furar a goela ou a tripa com uma espinha mais renitente. Mas o problema é sempre o mesmo, as garras dos outros gatos. No saco do PSD, não na caldeirada.
E depois, disso, claro, o alfinete da realidade.
Então tanto faz ser no Furadouro como em Agualva-Cacém. Ou em Sarilhos Grandes, povoação talvez mais apropriada para o efeito.
É mesmo, qualquer que seja a geografia haverá sempre disputa por território, portanto mais vale escolherem um local onde o repasto seja agradável – de barriga confortada todas as negociações têm menos reféns 🙂
Em Sarilhos também há boas enguias.
Um bicho apropriado a repastos políticos.
Sem dúvida, Pedro. Se bem que pescadinhas de rabo na boca também costumam ser apetecidas.
Rio provou uma dessas na quinta-feira. Pescadinha à Menezes. De rabo na boca.
Não gostava, mas passou a gostar.
Não me parece que tenha sido uma dessas, Pedro – a pescada é de alto mar, e o Rio ainda está a mastigar a ver se encontra o chumbo, que a coisa teve mesmo ar de pesca à linha. Ou isso, ou entre esta cana e essa cana…
Não há jantares grátis. Nem abracinhos de borla. Veremos em breve o preço a pagar por tal “pesca à linha”.
Serrar presunto é que está a dar.
Dar ao serrote.
Eu o que achei graça na recente serração de fileiras no PSD foi o efeito da nova ortografia sobre a fala do doutor Luís Montenegro: disse ele nada mais nada menos do que “o doutor Rui Rio não aceitou o meu reto”. Uma frase prenhe de significados…
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