Pensamento da Semana


Diogo Novo,

Coisas detestáveis e nefastas que teimam em não desaparecer: a violência, as epidemias e a fruta cristalizada no Bolo Rei. 

 

Este pensamento acompanhou o DELITO durante toda a semana

0 comentários em “Pensamento da Semana”

  1. Se não gosta de fruta cristalizada, use o Bolo Rainha que, tanto quanto sei, é precisamente o mesmo que Bolo Rei mas sem fruta cristalizada.

  2. Concordo consigo quanto às primeiras, não quanto às frutas.

    Coitado do Bolo Rei, está a cair em desgraça, substituído por outros bolos e definitivamente deixou de estar na moda.

    A minha única esperança é que um bolo que resistiu a tornar-se republicano e ainda cá anda tem de ser resistente às modas.

  3. A violēncia e a doença continuarão. Ao tal da fruta cristalizada troque-o por torradas com chá ou café.O pão de ló também se recomenda.E brôa a de Avintes.

  4. A fruta cristalizada desapareceu para dar lugar ao bolo rainha, coisa que eu acho uma violência. Esta guerra à fruta cristalizada tornou-se uma epidemia!

  5. Em relação ao Bolo Rei, não sendo algo essencial, só come quem quer!

    O que actualmente está na moda e é bem nefasto para a sociedade, é o “circo”, são as diversões e a manipulação constantes. Carradas de “lixo” nos media que não tem valor algum, uma “lixeira” enorme que ameaça a saúde pública.

    Exemplos do país que parece estar doente:
    – Um homem perigoso. O novo ministro das Relações Exteriores brasileiro está disposto a teorizar sobre todo o mal que Jair Bolsonaro possa vir a fazer. Recompensa para quem o tirou da obscuridade.

    – Mulheres da Arábia Saudita vão ser avisadas por SMS se o marido se divorciar delas

    – Verdade ou mentira: Jair Bolsonaro vai decretar o fim do Carnaval no Brasil?

    – Milionário japonês bate recorde de partilhas no Twitter em três dias

    Como foi dito e bem num artigo de opinião, as pessoas “comem” tudo o que lhes metem à frente (pois é divertido)!

  6. Eu, por acaso, adoro frutas cristalizadas. O resto do bolo rei interessa-me menos, por vezes só rapo a fruta cristalizada.

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