Pensamento da semana


Maria Dulce Fernandes,

Será 2021 o ano em que Portugal coloca ao “leme” uma mulher? Se as candidatas à Presidência da República forem sempre tão consensuais como demonstrou o tom cordial do primeiro debate televisivo, têm uma excelente hipótese de fazer história. 

 

Este pensamento acompanhou o DELITO durante toda a semana

 

105 comentários em “Pensamento da semana”

  1. Daquilo que vi no debate, o verdadeiro consenso é que Marcelo já ganhou.
    A não ser que queiramos falar do consenso em Mariza Matias se apresentar como socialista e até social-democrata. Aí, é de facto consensual que estamos perante uma tremenda aldrabona.
    Vota Eduardo Baptista!

    1. «A não ser que queiramos falar do consenso em Mariza Matias se apresentar como socialista e até social-democrata. Aí, é de facto consensual que estamos perante uma tremenda aldrabona.»
      A sério? Porquê?

  2. Em 2021 Portugal não colocará ao leme uma mulher. E é pena que assim seja. É pena que nenhum partido tenha deliberadamente tentado que assim fosse. Lamento que, em particular no meu partido, não se tenha propositadamente tentado apresentar uma candidata.

      1. Há muitas instâncias de bom governo por mulheres. Temos primeiras-ministras na Nova Zelândia, Finlândia, Sérvia e Alemanha, e uma mulher à frente da Comissão Europeia.
        Não é preciso uma mulher excecionalmente competente para governar melhor do que um homem. Eu diria até que é precisamente o contrário: é preciso um homem excecionalmente competente para governar melhor que uma mulher mediana.

        1. Ena! Balio , tem mesmo a certeza que queria dizer que  “é preciso um homem excecionalmente competente para governar melhor que uma mulher mediana.”?

          1. O José Camarinha e a Cristina Ferreira acho que encaixariam na perfeição.

        2. Não é preciso uma mulher excecionalmente competente para governar melhor do que um homem. Eu diria até que é precisamente o contrário: é preciso um homem excecionalmente competente para governar melhor que uma mulher mediana.

          Só disparates atávicos a fingir que é uma tirada progressista. Ainda por cima numa ortografia suburbana. Analisemos os disparates contidos na frase:

          – Uma mulher banal governa melhor do que um homem (assim, pumba, governa melhor, prontos)
          – Só um homem excepcional governa melhor do que uma mulher (obviamente, todos os homens, tirando os homens excepcionais, são umas bestas de merda)

          Se não fosse desde logo razoavelmente estúpido pensar que há alguma diferença na forma de governar consoante o sexo com que se nasce, a inversão do argumento revela da maneira mais tosca possível a tentativa de fazer malabarismos com as imbecilidades sexistas da moda. Além disso, subentende-se que só um homem excepcional (como António Costa, bem entendido) pode governar melhor do que uma mulher qualquer, sei lá, até melhor do que uma sopeira.

  3. Tem graça a mim tanto me faz que seja homem ou mulher, voto sempre por razões estritamente ideológicas. Nunca por sexo ou por quaisquer outras razões. A propósito recordo uma piada que li há uns anos num jornal, não me lembro qual. Era assim.
    Nas 3 principais empresas portuguesas o CEO era uma mulher (suponho que eram a Sonae, a Corticeira Amorim e outra). E acrescentava, agora que temos mulheres á frente é que o ordenado mínimo vai subir e o desemprego decrescer fortemente! A prática§a mostrou que não era uma questão de sexo.
    Nota minha: conheço casos de mulheres em lugares de mando que são duras para os empregados ou subordinados, independentemente de estes serem homens ou mulheres. Conheço mulheres que detestam a democracia. E homens também.
    Acho que nas questões laborais o sexo importa muito pouco.

    1. “Acho que nas questões laborais o sexo importa muito pouco.”

      Então:
      em que enquadramento laboral fica a mais velha profissão do mundo?
      Será que importa assim tão pouco?

      Júlio Chulinho

  4. Existem mulheres más como as cobras e quando estão em lugares de chefias apertam os homens até ao tutano sem dó nem piedade.
    A mulher é sempre pior que o Homem, pois tem que mostrar o seu lado macho para impor respeito.
    Acho que um ser híbrido é sempre mais sensível com um lado feminino e outro masculino. Esta soma é pois o ideal para o Presidente certo para Portugal.

    Carlinhos

    1. Se @ menin@ Carlinh@s fosse candidat@ talvez tivesse o meu voto
      Como não é (ou é?) estou francamente indecisa…
      Das senhoras candidatas, nenhuma me parece má como as cobras; dos senhores candidatos, nenhum me parece um santinho.
      Se for votar talvez me estreie com o candidato de um partido em que nunca votei e que me parece um homem de palavra: gosto do nome, da aparência, da profissão e do facto de ainda ser jovem.
      O resto são mitos: desde que o Sting cantou «The Russians love their children too» que eu deixei de acreditar que os comunistas comiam criancinhas ao pequeno-almoço.
      Sei que ele não vai ganhar e é pena: seria uma lufada de ar fresco.
      ⛄
      Maria

      1. Como diria o Barão de Coubertin, o importante é participar, competir, obrigar a uma segunda volte que prove que nada deve ser considerado um dado adquirido, Maria.
        Ganhar pode ser uma ambição a longo prazo.

        1. Pode ser e é!
          Eu sei, todos sabemos, quem se está já a preparar para as próximas presidenciais.
          O problema é que são sempre os mesmos, as mesmas caras, os mesmos esquemas, todos se querem eternizar a ‘servir a causa pública’ (cof cof cof).
          Não tenho dúvidas (embora passe a vida a enganar-me) que o Marcelo vai ser reeleito e, vendo bem, ele até foi melhor presidente do que muitos estavam à espera, dadas todas as desgraças que nos caíram em cima (par toutatis!) nestes últimos tempos.

          Boa semana, Maria Dulce.
          🌲

          1. “(embora passe a vida a enganar-me)”
            Tino de Rans ? É diferente e alternativo, penso que é o sonho de qualquer mulher.

            Albertina Correia

          2. Albertinas que mais parecem Albertinos, falta-lhes aquele sexto sentido para detectar uma pequena ironia…
            Nada a fazer
            Maria

      2. “O resto são mitos: desde que o Sting cantou «The Russians love their children too» que eu deixei de acreditar que os comunistas comiam criancinhas ao pequeno-almoço.”

        Canibalismo foi um dos resultados da violência criada por vários regimes Comunistas: China, Rússia, Cambodja, Coreia do Norte pelo menos.
        https://www.dailymail.co.uk/news/article-4076244/Distressing-photos-1920s-Russian-famine-turned-hopeless-peasants-cannibals-five-million-people-starved-death.html

        Aviso sobre as imagens…

        1. Obrigada, lucklucky, mas não vou ver, já li muitos livros e vi muitos filmes e sei bem que não há nenhum regime totalitário que não tenha cometido as maiores atrocidades contra a humanidade, sejam de esquerda, direita, centro, do hemisfério norte ou sul, de há milénios ou contemporâneos.
          Desde os cruzados, passando pela Inquisição, pelo Holocausto, enfim por tudo o que o lucklucky sabe, certamente melhor do que eu.
          Cresci a admirar os heróis americanos e um dia descobri o que eles fizeram aos índios… e também o que nós fizemos aos negros das ‘nossas províncias ultramarinas’ e como nos sentimos orgulhosos de termos criado a mulatinha brasileira: tristeza, vergonha!
          E voltando ao Sting, sabe a história do ‘They Dance Alone’?
          Não ponho o link mas é fácil googlar, se tiver interesse.
          Posto isto, e como disse anteriormente, tinha boa impressão do João Ferreira (apesar de ser comunista) e depois de ver o debate Marcelo/João (o único que vi até agora) ainda fiquei a gostar mais dele: falou bem, não fez peixeiradas, gostei dos pontos que defendeu, seria uma boa aposta, sangue novo just for a change.
          Bom dia de Reis!
          👑
          Maria

          1. “‘They Dance Alone’?”
            Deixe lá a cueca solo.
            A verdade é que “History Will Teach Us Nothing” essa é que é essa!!!

          2. Pois não!
            E como diz o Pedro, a si nem lhe ensinou a escrever um nome: sei lá com qual dos 524 anónimos estou a falar…
            Olhe (ou não olhe!) vá comer um bolo cheio de favas, okay?
            Anónima e 1/2.
            [:<]

          3. Maria Dulce, cadê o meu bonequito com ar furibundo?
            Para que conste, era este:
            [:<]
            Maria

            Se não aparecer, ou é sabotagem ou quer ficar anónimo 😂🤣😂

          4. Eu sei 😂 foi o malandro do 🐸!
            Mas era um furibundo simpático aqui da galeria.
            Beijinho, Maria Dulce.
            ⭐🐫🐪🐫
            Maria

          5. “Posto isto, e como disse anteriormente, tinha boa impressão do João Ferreira (apesar de ser comunista) e depois de ver o debate “

            Então recusa-se a ver o que a pessoa defende.
            Só lhe interessa a propaganda da “boa impressão”
            O João Ferreira é Marxista-Leninista sabe o que isso é?
            No dia em que o PCP tiver 20% fala grosso, no dia em que o PCP tiver 30% começarão com violência. No dia em se sentirem com poder para tal farão um golpe.

          6. A boa impressão vinha (vem) de um programa chamado Parlamento que passa semanalmente na rtp3: já ouviu falar?
            E os outros partidos, quando têm mais % falam fininho?
            Come on unlucklucky, já vi que continua a acreditar na estória do Russian breakfast.
            Dei a minha opinião sobre um candidato a PR. Quero lá saber de que partido ele é!
            Nas legislativas já será diferente, mas nas presidenciais o importante é o Homem, penso eu.
            E prefiro um comunista a um nazi, jamais votaria num nazi.
            Mas pode estar descansado que ele não vai ganhar…
            Maria

          7. “E prefiro um comunista a um nazi, jamais votaria num nazi.”
            Bem me parecia que preferia um mal a outro mal.

            “Quero lá saber de que partido ele é!”
            Então nem no seu próprio e reduzido texto consegue manter a sua palavra.

          8. Ensinaram-me a de dois males escolher o menor…
            Nem cheguei a perceber qual é o seu candidato, mas suponho que talvez seja o superhomen ou o Astérix ou o senhor Branco.
            Foi um desprazer conversar consigo; se não se incomodar, vou ficar por aqui.
            Boa noite.
            Maria

          9. “Ensinaram-me a de dois males escolher o menor…
            Nem cheguei a perceber qual é o seu candidato, mas suponho que talvez seja o superhomen ou o Astérix ou o senhor Branco.
            Foi um desprazer conversar consigo; se não se incomodar, vou ficar por aqui.
            Boa noite.
            Maria “

            Interessante como desconecta o que diz que faz do argumento que apresenta. Se os comunistas são um mal embora menor que os Nazis como é não vota por exemplo no Tino de Rans, ou nulo ou branco?

          10. Porra (pardon my French) que o senhor não desgruda! É que para além de 🦟 parece um eco – e nem sequer percebeu que a minha primeira frase era irónica : temos pena!
            E também não respondeu à minha pergunta, claro.
            Tino de Rans?
            É então nele que o senhor melga vai votar?
            Faz muito bem, devemos votar de acordo com a nossa consciência e, sobretudo, com a nossa inteligência: e vocês dois parecem mesmo dois gémeos separados à nascença… 😂🤣😂

            E agora, por favor, alguém me traga o Raid, o Sheltox ou o Caraças.
            🦟🦟🦟🦟
            Maria

          11. E ainda volto aqui para lhe dizer que gostaria muito de votar numa mulher, contudo nenhuma destas candidatas me agrada – e jamais votaria numa mulher só por ser mulher.
            Os outros candidatos?
            Passo!
            Por conseguinte, João Ferreira (que seria óptimo, mas não acredito que consiga) ou Marcelo Rebelo de Sousa (para manter a tradição dos dois mandatos) e que até foi melhor do que eu esperava: conseguiu que houvesse estabilidade governativa e soube fazer-se amar pelo ‘povo’ não descurando o ‘clero’ e a ‘nobreza’ [com alguns exageros lá pelo meio, mas ninguém é perfeito 🙂 ].
            Nota?
            Talvez um 15.
            Todavia isto é apenas a opinião de uma simplesmente
            Maria

          12. ” não há nenhum regime totalitário que não tenha cometido as maiores atrocidades”
            Inclua também os democráticos. A guerra sempre se praticou e países democráticos participaram em guerras. O problema não reside aí, reside noutro ponto. E guerra significa matar e torturar inocentes e não inocentes.
            Conhece algum militar português que tenha andado na guerra colonial? Parecem, e são, boas pessoas, afáveis, etc. Mas imagina o que fizeram (não procure imaginar, é horrível pensar em alguém com as tripas, os rins de fora….o sangue a escorrer. Esqueça).

          13. Senhor António, eu estava a responder ao Lucky sobre um regime totalitário.
            E agora o senhor vem falar na guerra colonial? A propósito de quê? Quer ver que Portugal era uma democracia e agora é uma ditadura e no tempo do outro António é que era bom?
            Pois, por acaso conheci quem foi lá e lá ficou; e também conheci quem veio de lá em muito mau estado.
            E todos fazem guerra, os homens gostam muito de fazer guerras, todos se sentem muito valentes com uma arma nas mãos.
            (Aliás, até aqui nas caixas de comentários às vezes parece que se querem matar uns aos outros).
            E essa do sangue e das tripas é mesmo de macho alfa, não é?
            Lamento, mas não fiquei impressionada nem vou desmaiar: deve ser de ter visto muitos filmes de guerra e de adorar o cheiro a napalm pela manhã…
            Ah e convém não esquecer que nos paises democráticos também se tortura e mata inocentes em tempos de paz, ou não tem lido as notícias ultimamente?
            Esqueça!
            Maria

          14. Senhora Maria:
            Gosto de ler os seus comentários, aliás gosto do debate. É através dele que por vezes altera as minhas ideias. Mas olhe que eu estava a falar (ou a escrever) a sério, não estava a gozar.

          15. “Lamento, mas não fiquei impressionada nem vou desmaiar:”
            Há estômagos para tudo. Eu vi coisas dessas, fiquei muito impressionado e, passados tantos anos, ainda sonho e acordo com pesadelos sobre o que vi. Que preferiria esquecer para sempre. Nem todos os meus colegas da altura reagiram assim. É o que digo, há estômagos para tudo.

          16. Não há dúvida, hoje é o meu dia de sorte: só me saem ECOS e ainda por cima anónimos.
            Pois se preferiria esquecer para sempre o melhor é não falar no assunto.
            E não tenho motivo algum para acreditar num homem que nem tem coragem de assinar o que escreve.
            Boa noite.
            Maria

          17. ” A guerra sempre se praticou e países democráticos participaram em guerras.”
            Os países totalitários não têm problemas em matar fora das guerras. E fazem-no ao próprio povo.
            Totalitarismo significa uma ideia aceite eliminando todas as outras e o que tem consequências para as cabeças que pensam diferente.

            “A guerra sempre se praticou e países democráticos participaram em guerras. O problema não reside aí, reside noutro ponto. E guerra significa matar e torturar inocentes e não inocentes. “
            Então prefere ser subjugado por totalitários que o matem fora da guerra?

  5. Cara MDF. Portugal já teve ao seu leme, o leme que importa, o leme que assina os cheques, uma dinâmica representante dos mais delicados de entre nós. Durante 100 atribulados dias. Mulher e Primeiro Ministro, claro.
    De nome Maria de Lurdes Pintassilgo, Engenheira a sério, personagem incansável, dinâmica mas que viu o seu mandato coartado pela destribuição de forças políticas que a Constituição rege. Não pela sua, dela, vontade e capacidade de fazer um mandato de PM….
    À altura não me lembro de haver qualquer ênfase no facto de a PM ser mulher. Apenas quiçá o facto de ser uma relativa “outsider” nos meios dos donos da bola ao tempo. Ser nomeado(a) para fazer quota ainda não estava na moda.

    1. Na altura , anónimo, éramos novos e a democracia ainda era uma criança. O país não estava preparado para a Maria de Lurdes Pintasilgo. Gostava te ter esta idade e este pensar naquele tempo, para poder apreciar pessoas lugares e coisas sem a deturpação da realidade pelos ódios e pelas paixões.

    2. Caro Anónimo das 18:56
      A Engª Maria de Lourdes Pintasilgo (sim é Lourdes com “ou” e Pintasilgo só com um “s”) tinha concerteza muitas qualidades mas infelizmente a dra. Teresa Santa Clara Gomes não era uma delas.
      E ter(em) feito o frete ao gen. Eanes na campanha contra Mário Soares não me parece o melhor exemplo de democracia para estreia de uma(s) mulher(es) a chefiar(em) o governo.

      1. Mas qual frete?
        Lourdes Pintasilgo assim como o Gen.Eanes são um exemplo: de personalidade seriedade, ética e carácter!
        Sinceramente não entendo, é por serem mulheres inteligentes? Ou porque prefere as menos dotadas dos tempo de hoje?

        Rui Rodrigues

      1. “Ainda é acusado de misógino ou ainda pior de pertencer ao lóbi gay.”
        Ainda chegaremos ao dia em que os gays serão considerados misóginos, xenófobos que rejeitam a diferença por só gostarem do pessoas do mesmo sexo.
        Basta ser conveniente politicamente à esquerda – por exemplo um líder de direita que seja gay – que o jornais passarão ao ataque…

      2. Estar-me-ia bem a borrifar para acusações desse tipo. Sei bem que não sou uma coisa nem outra. Agora que tanto MM como AG são criaturas políticas de segunda linha, são (uma por exibir justicialismo meremente teórico que vem da madrassa anti-ocidental do Francisco Louçã — e a outra porque se abespinha em populismos de circunstância e num justicialismo de sound-bytes e de indignacõeszinhas sobre o que aparece nas televisões)

  6. Neste momento o barco que representa o país já não tem leme e também não estou a ver nenhuma das duas a saber remar.

  7. Com estas duas candidatas? Espero que não. Entre a adolescente histérica das causas passada do prazo e a social democrata de pacotilha da esquerda radical,voto Tino.

      1. Muito pelo contrário Maria Dulce!
        Votar Tino(Vitorino Silva) é tentar correr com André Ventura.
        É claro que André Ventura se demite pois sempre tem dito que se ficar atrás da Ana Gomes põe o lugar a disposição.
        Depois mais tarde: perante o choradinho da sua legião de amantizados, candidata-se ao partido e ganha com o Epíteto de André Cigano!

        Manuel Silva

        1. O André Ventura é uma espécie de Trump à portuguesa, Manuel Silva. Se chegasse a presidente, seria exactamente pelos mesmos motivos que o Donald ( não o pato, o outro): um chuto no balde. Votar no Tino… meh… não aqueceria nem arrefeceria no que toca ao Ventura. Era espalhar sementinhas que nunca chegariam a sementeira. Eu voto nulo. Não digo que voto branco, senão acusam-me outra vez de discriminação 😁

          1. Votar nulo é como ser um fumador passivo !
            Votar Ana Gomes para esta ficar a frente de Venturinha é que da gozo.
            De resto Marcelo já ganhou.

          2. Isso é um facto, mas gostava muito que desta vez não fossem favas contadas. Se os números mostrarem algum desagrado popular, talvez o MRS tenha mais tino ( não o de Rans, claro) no 2o mandato.

          3. Eu também gostava, acho até muito necessário que não sejam favas contadas, mas o que contará como desagrado popular: uma segunda volta, uma vitória de MRS à primeira, mas à tangente? Dispersão de votos na primeira? No segundo mandato já me dava por satisfeita que MRS fizesse uma revisão da matéria dada no que respeita às competências do Presidente.

  8. Como se comprovou com a Fátima, a diferença é que o saco azul é Gucci.

    Prefiro ter ao leme quem saiba dirigir o barco. Estando esta porra à deriva, votarei no branco.

  9. Sempre me impressionou o problema, a que muitos dão atenção, da “competência”. Parece-me que em política é uma questão de pouca importância porque geralmente os políticos são competentes e, com frequência, chamam-se incompetentes aos que estão distantes de nós no plano político e ideológico. E penso que não se devem confundir as duas coisas: competência e posicionamento ideológico.
    Em última análise poderia dizer que se um político não se insere na minha área ideológica, quanto mais incompetente for (isto é, incapaz de levar á prática a sua posição ideológica) paras mim, melhor.
    A palavra competência é muitas vezes utilizada como se a ideologia não existisse, estando subentendido que o que interessa é “resolver os problemas do país” (não importando o como). Faz-me lembrar o “deixem-nos trabalhar” de Cavaco Silva.
    Estarei errada?

    1. No meu entender, uma pessoa competente não é um socialista competente, um comunista competente, um fascista competente, uma mulher competente, um homossexual competente, um africano/asitico/sul americano/etc. competente.
      Se desempenhar as suas funções com honestidade , rectidão e for da sua competência desempenhá-las ( seguramente que não se vai por um decorador como ministro da saúde, não engloba a sua area), interessa pouco a ideologia. A tristeza é que os partidos eleitos por sufrágio vêm pouco para além da cor, Ana.

      1. Porque é que não se pode pôr um decorador em ministro da saúde? Ora essa, então a que lá está agora não é advogada?
        Desculpe lá, mas isso é discriminação e além disso o ministério da saúde ficava muito mais bonito.

      2. “um homossexual competente”
        E então os Europeus mais uma discriminação?
        Então Senhora Dulce mas que raio de conversa esta, ao que isto já chegou!
        Agora exige-se ao homossexual competência, mas estamos afinal a falar de que habilitações isto é mesmo de direita liberal.

        1. Apesar de os caucasianos serem mais decriminadores do que descriminados não deviam ter sido excluidos , admito.
          Qualquer profissional tem a obrigação de ser competente no desempenho das suas funções, senão vejamos em retrospectiva as nódoas que por aí proliferaram e proliferam.
          Devíamos exigir competência a TODOS, Anónimo da Silva, porque é blá blá blá , e criticar os outros, mas fazer bem é complicado.
          A Presidência da República é um emprego. É uma função de caráter temporário, mas o/a PR recebe ordenado para desempenhar a sua tarefa enquanto estiver no cargo , é por isso um assalariado como outro qualquer e tem a obrigação de desempenhar bem as suas funções.

          1. ” interessa pouco a ideologia.”
            Esta afirmação vai muito para além do que a minha inteligência alcança. Não consigo, nem nunca conseguirei, entender porque para mim é (quase) a única coisa que me interessa quando decido (sobretudo em matéria política como ao dar o meu voto). Valerá a pena discutir aquilo que se entende por ideologia? Não teríamos espaço aqui.
            “A tristeza é que os partidos eleitos por sufrágio vêm pouco para além da cor,”
            Outra frase que tenho dificuldade em perceber.
            Se eu tenho uma escala de valores importantes e em que acredito porque é que devo fazer cedências e ir contra os meus valores?
            Só concordo se “ver para além da cor” significa estar atenta aos argumentos dos de outra cor e saber responder-lhe. Isso eu faço (ou procuro fazer) mas uma vez acreditando em algo, defendo aquilo em que acredito (e nunca aquilo em que não acredito a fim de mostrar que vejo para além da cor).
            Concordo (com Damásio) que para além das motivações racionais, há outras que nos movem.

          2. Se uma empresa se preocupasse com as ideologias políticas dos colaboradores em vez da preparação ou competência que têm para desempenhar as tarefas, nunca iriam a lugar algum. A tradição dos jobs for the boys tem arruinado este infeliz rectângulo desde há décadas.
            Eu, por exemplo não sou comunista, mas concordo que o comunismo e alguns comunistas têm exelentes ideias , que na sua maioria são estranguladas pelo arcaísmo dos ideais, por exemplo. E esta teoria aplico-a a todas as tendências ideológico-partidárias.

          3. Claro que não é, mas é seguramente um exemplo de ( boa ou má) gestão. Um país bem gerido deveria ter um déficit inexistente e um pib saudável. Será importante os gestores serem verdes ou amarelos, se são gestores capazes de trazer riqueza e progresso?
            É claro que é utópico e you may say I’m a dreamer, mas pronto.
            Boa semana Anal

          4. Por amor da Santa!!!
            “Boa semana Anal”
            Senhora Maria Dulce Fernandes que indelicadeza é esta?
            Não sei que empresa tem a Senhora Ana mas calculo…

            Rui

  10. Desculpe o meu desabafo: Marisa Matias é bem mais perigosa que Ventura, Ana Gomes é a total incongruência

    Pedro Cunha

  11. MARISA MATIAS quando chamou: André Ventura de cobarde, troca tintas e vigarista.
    GRANDE MULHER!!!!!
    BIG! BALLS !!!

    1. Really? Acho que foi 0-10. Não conseguiu passar uma, caiu nas esparrelas todas do Ventura (que poderia ter sido atacado por ter passado o tempo todo a lançar armadilhas e fala como se um PR fosse um PM, mas deixaram-no à solta) e caiu na pior delas todas que foi confessar que puxaria cordelinhos para tentar ilegalizar um partido que o Tribunal Constitucional legalizou.

      Mostrou, sem margem para refutações, a massa da ética dos socialistas.

      1. Tu és mas é do Benfica!!! O cheiro é inconfundível!
        Percebe-se bem a massa que tu tens. Deves ao Novo Banco e andas a socializar a tua ética com a massa dos portugueses em compras de trampolineiro de pernas de pau.
        E depois vens para aqui com essa lata de Ventura todo manirroto feito resmelengo.
        Tem juízo!!!

        Marta

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