Não façamos da situação do Infarmed um drama. Em regimes que o simpático Jerónimo e a aguerrida Catarina apoiam, estas deslocalizações de centenas de pessoas por decisão unilateral do Estado são comuns. E nem sempre para locais tão agradáveis como o Porto.
Este pensamento acompanhou o DELITO durante toda a semana

Não sei se o assunto merece tal empolamento. Mas espero com muita força que tal facto nunca venha a acontecer.
as deslocalizações de centenas de pessoas por decisão unilateral do Estado são comuns
O relevante nesta frase é a decisão unilateral ser do Estado.
Já se a decisão unilateral fosse de uma empresa privada, o caso seria muito menos polémico.
Qualquer empresa tem o direito de deslocalizar a sua fábrica por centenas de quilómetros e de pedir aos trabalhadores que vão com a fábrica. Ninguém contesta tal direito.
Já tratando-se do Estado, a coisa fia muito mais fino.
Há grande diferença.Nesses regimes de democrática ditadura popular tão do agrado de Catarinas e Jeronimos são os proprios trabalhadores a concordar,a assinar,a louvar tão sábias decisões.Neles qualquer trabalhador é um potencial deslocalizado.E cara alegre.
Indica lá onde leste sobre o regime que Catarina apoia?
Sobre o Jerónimo deu com os costados no Ultramar, como PM. Onde andavas tu?
Que regimes são esses que a Catarina Martins apoia?
Você gosta de expor a sua ignorância dessa forma?
Tem razão,na Rússia bolchevista de Trotskis,Lenines,estalinos,não há deslocalizações,todo o povo se prestará alegremente às ordens do partido,aos gulags,às fomes,a tudo,alegremente e sem Belmiros autoritários.Viva a grande de Outubro disseram catarinos e catarinas.Cantando e rindo,sempre,pelo partido e não pelos belmiros.