Eu prefiro destacar o artigo da semana. Acabe com as escravidões inventadas http://visao.sapo.pt/opiniao/bolsa-de-especialistas/2018-12-28-Acabe-com-as-escravidoes-inventadas
Mas este artigo é uma excepção na Visão, pois o que mais vemos na Visão e em outros media, são diversões para alimentar o “circo”.
Este artigo faz-me lembrar uma grande frase que diz que a estupidez humana é infinita!
Vejam por exemplo esta “notícia”; Um enigma azul nos céus de Nova Iorque. Explosão surpreende população. Quando vamos ver o que se passou, vemos que a “montanha pariu um rato”, foi tudo explicado ou seja não há aqui nada que seja notícia para nós. Ou seja andaram a perdeu tempo com isto que não serve para nada, quando podiam “descansar” e deixavam-nos descansar também!
Verdade. Quietas e paradas ultrapassam-nos na longevidade. São admiráveis obras da natureza que nos cabe preservar e amar. Nada que se compare à complexidade humana que as destrói.
Tal como as árvores também nós necessitamos de raízes profundas para as grandes alturas.
Eu prefiro destacar o artigo da semana. pecialistas/2018-12-28-Acabe-com-as-escr avidoes-inventadas
Acabe com as escravidões inventadas
http://visao.sapo.pt/opiniao/bolsa-de-es
Mas este artigo é uma excepção na Visão, pois o que mais vemos na Visão e em outros media, são diversões para alimentar o “circo”.
Este artigo faz-me lembrar uma grande frase que diz que a estupidez humana é infinita!
Vejam por exemplo esta “notícia”;
Um enigma azul nos céus de Nova Iorque. Explosão surpreende população.
Quando vamos ver o que se passou, vemos que a “montanha pariu um rato”, foi tudo explicado ou seja não há aqui nada que seja notícia para nós. Ou seja andaram a perdeu tempo com isto que não serve para nada, quando podiam “descansar” e deixavam-nos descansar também!
E se as árvores pudessem falar, de que é que nos acusariam de simbolizar?
“A árvore quando está sendo cortada observa com tristeza que o cabo do machado é de madeira.”
A árvore é o serrote de si mesma
Quid arvorensis quo serrotis forensis.
Marcus Tulio Silva.
Tal como o povo se afoga no seu próprio riacho.
Se não forem pinheiros que também morrem de pé – como todas as outras – e estorricados !…
Feliz Natal Teresa
Obrigada, Pedro. Espero que o seu Natal tenha sido feliz.
Verdade. Quietas e paradas ultrapassam-nos na longevidade. São admiráveis obras da natureza que nos cabe preservar e amar. Nada que se compare à complexidade humana que as destrói.
Subscrevo, palavra por palavra, este seu comentário. Boas Festas, Bea
Obrigada:). Boas festas também para si, Teresa.
Não. Viva no campo e vai ver quantas morrem especialmente devido ao vento.
…mas, algumas morrem de pé, atacadas com químicos na raiz, pela mão criminosa do homem… e é uma pena.
Um grande e próspero Ano 2019 para quem se preocupa tanto com as “árvores” .
Eu preocupo-me mais com os esquilos, que comem a pinha de muita gente
Uma «eternidade» que necessita de símbolos acaba, mais tarde ou mais cedo, por se converter em algo tão temporal como as árvores.