pega na bicicleta e vai


Patrícia Reis,

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Gemuce pensou na instalação como um organismo vivo, em movimento. Como uma bicicleta. O artista moçambicano não queria apenas explorar a ideia do selim, desse banco portável que nos leva em cima de duas rodas. Queria um pouco mais e a instalação foi crescendo. É uma metáfora da vida que não precisa de explicação. A vida não precisa de orientações específicas, vive-se. Pega-se na bicicleta e vai-se.

0 comentários em “pega na bicicleta e vai”

  1. O corpo é uma peça, uma engrenagem, do táxi-bicicleta de Quelimane, na pedalada de viver, nas cores que voam.

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