8 comentários em “Pedrógão Grande: a lei da rolha”
não sei se é dildo para égua ou ba·to·que substantivo masculino 1. Espécie de rolha (geralmente de madeira) com que se tapa o orifício que há no alto das pipas e de outras vasilhas de aduela
Sinceramente, anda-se a dar prioridade a cobrir o ‘coiro’ e os ‘coirões’ nas altas esferas da Protecção civil, que no dia e na longa noite da tragédia, andaram a afirmar a sua ausência, incompetência e incapacidade de lidar com uma situação de emergência, e depois, apardalados e desnorteados com as vitimas “lá pelas berças”, andam a fazer gestão politica de danos. Gestão politica porque alguns, se calhar demasiados, estão alcandorados a tais postos de responsabilidade por critérios de comissariamento politico. Que o governo esteja alinhado (e, desconfio, a orquestrar) com esta sucessão de inépcia, dissimulação e mentira para mim quer dizer uma coisa – importa não acenar a presença desta gente incapaz em postos de comando onde se exigia vincada liderança. Sendo reaccionário perante esta Geringonça, extrapolo para um corolário que nos revela que a tralha da xuxalada que anda a arrotar lagosta com esta “governance” mostra que a essência das ‘reposições’ foi aqui o de “dar tachos a ‘boys'”. Que esta desresponsabilização sirva para continuar a dar em passeio aquela ministra piegas com cara de desnorte pode querer simplesmente dizer que esta contaminação de “reposições” com tachos para tristes palermas é como, a salsa na cozinha italiana – “si trova dappertutto”!!
Diziam os antigos que errar é humano. O importante era aprender com os erros , melhorar e seguir em frente. O que se passa, é que os tais do povo para o povo e pelo povo, não só não aprenderam nada como recidivam uma e outra vez, com uma teimosia e uma soberba que incomodam e revoltam. Sempre me pareceram gente arguta e despachada, apesar das contrapartidas, que eram mais do que muitas. Com este tipo de comportamento, a passarem um atestado de estupidez a toda a gente, não podem seguramente pensar que os portugueses os entendem e lhes dão uma força. Pela minha parte, dou-lhes toda a firça que precisarem, mas sem cedilha.
Cheira a esturro. Convinha saber em que termos e de que modo o 1º ministro perguntou e o que argumentou para sustentar a pergunta sobre os mortos em segredo de justiça. De igual modo era importante tomar conhecimento do que e como a Sra. PGR respondeu, e em que normativo sustentou a resposta. Se existe alguma coisa escrita façam favor de divulgar porque um assunto de tal gravidade não pode ser tratado com um simples telefonema ou conversa de café. Ficar-mos a saber como e em termos foi efectuado o contacto entre o 1º ministro e a PGR não é com certeza segredo de justiça. Sobre este episódio em concreto da alegada pergunta do Dr. Costa tem a palavra decisiva a Sra. PGR.
Será o Ministério Público quem determinará “o que falhou na tragédia de Pedrógão Grande”. Não será o governo. É portanto ao MP que o Público deverá dirigir as suas perguntas. Há também a possibilidade bem real de nada de especial ter falhado nessa tragédia. Quando a natureza se comporta de forma especialmente e imprevisivelmente inclemente, ninguém tem culpa das consequências.
Ao Ministério Público caberá apenas (e não é pouco) apurar a eventual existência de crime e do(s) seu(s) autor(es), embora sob o espectro da tese de “trovoada seca”.
Quanto às restantes entidades (e não são poucas), depois de pelo menos 64 mortos, nada a há mudar ou a melhorar e, para além do Ministério Público, ninguém tem de tirar ilações ou procurar soluções que evitem ou minimizem este tipo de tragédias no futuro porque tudo correu bem, o que aconteceu era inevitável e por isso vamos continuar a fazer a mesma coisa repetidamente, esperando resultados diferentes…
não sei se é dildo para égua
ou
ba·to·que
substantivo masculino
1. Espécie de rolha (geralmente de madeira) com que se tapa o orifício que há no alto das pipas e de outras vasilhas de aduela
“batoque”, in Dicionário Priberam da Língua Portuguesa [em linha], 2008-2013, https://www.priberam.pt/dlpo/batoque [consultado em 24-07-2017].
Sinceramente, anda-se a dar prioridade a cobrir o ‘coiro’ e os ‘coirões’ nas altas esferas da Protecção civil, que no dia e na longa noite da tragédia, andaram a afirmar a sua ausência, incompetência e incapacidade de lidar com uma situação de emergência, e depois, apardalados e desnorteados com as vitimas “lá pelas berças”, andam a fazer gestão politica de danos.
Gestão politica porque alguns, se calhar demasiados, estão alcandorados a tais postos de responsabilidade por critérios de comissariamento politico. Que o governo esteja alinhado (e, desconfio, a orquestrar) com esta sucessão de inépcia, dissimulação e mentira para mim quer dizer uma coisa – importa não acenar a presença desta gente incapaz em postos de comando onde se exigia vincada liderança.
Sendo reaccionário perante esta Geringonça, extrapolo para um corolário que nos revela que a tralha da xuxalada que anda a arrotar lagosta com esta “governance” mostra que a essência das ‘reposições’ foi aqui o de “dar tachos a ‘boys'”. Que esta desresponsabilização sirva para continuar a dar em passeio aquela ministra piegas com cara de desnorte pode querer simplesmente dizer que esta contaminação de “reposições” com tachos para tristes palermas é como, a salsa na cozinha italiana – “si trova dappertutto”!!
Canalhas, simplesmente canalhas.
Diziam os antigos que errar é humano. O importante era aprender com os erros , melhorar e seguir em frente.
O que se passa, é que os tais do povo para o povo e pelo povo, não só não aprenderam nada como recidivam uma e outra vez, com uma teimosia e uma soberba que incomodam e revoltam.
Sempre me pareceram gente arguta e despachada, apesar das contrapartidas, que eram mais do que muitas. Com este tipo de comportamento, a passarem um atestado de estupidez a toda a gente, não podem seguramente pensar que os portugueses os entendem e lhes dão uma força. Pela minha parte, dou-lhes toda a firça que precisarem, mas sem cedilha.
Cheira a esturro.
Convinha saber em que termos e de que modo o 1º ministro perguntou e o que argumentou para sustentar a pergunta sobre os mortos em segredo de justiça. De igual modo era importante tomar conhecimento do que e como a Sra. PGR respondeu, e em que normativo sustentou a resposta.
Se existe alguma coisa escrita façam favor de divulgar porque um assunto de tal gravidade não pode ser tratado com um simples telefonema ou conversa de café.
Ficar-mos a saber como e em termos foi efectuado o contacto entre o 1º ministro e a PGR não é com certeza segredo de justiça.
Sobre este episódio em concreto da alegada pergunta do Dr. Costa tem a palavra decisiva a Sra. PGR.
Será o Ministério Público quem determinará “o que falhou na tragédia de Pedrógão Grande”. Não será o governo.
É portanto ao MP que o Público deverá dirigir as suas perguntas.
Há também a possibilidade bem real de nada de especial ter falhado nessa tragédia. Quando a natureza se comporta de forma especialmente e imprevisivelmente inclemente, ninguém tem culpa das consequências.
Ao Ministério Público caberá apenas (e não é pouco) apurar a eventual existência de crime e do(s) seu(s) autor(es), embora sob o espectro da tese de “trovoada seca”.
Quanto às restantes entidades (e não são poucas), depois de pelo menos 64 mortos, nada a há mudar ou a melhorar e, para além do Ministério Público, ninguém tem de tirar ilações ou procurar soluções que evitem ou minimizem este tipo de tragédias no futuro porque tudo correu bem, o que aconteceu era inevitável e por isso vamos continuar a fazer a mesma coisa repetidamente, esperando resultados diferentes…
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